quinta-feira, 3 de maio de 2018

Didática e o desafio frente a criança




Meu maior desafio seria o de manter uma postura pedagógica menos tradicional e arcaica. A graduação tem me ajudado muito neste sentido. Principalmente de lidar com a ferramenta tecnológica, que auxilia muito nesse novo processo de ensino. Visto que o modelo epistemológico pedagógico relacional e a teoria construtivista nos leva a buscar novos mecanismos que propicie que a criança cresça, adquira autonomia e desenvolva a sua criatividade.

De fato no semestre passado pude vivenciar isso nas minhas praticas em sala de aula com meus alunos. Principalmente quando usei as ferramentas midiáticas com eles seus rostinhos brilhavam, ouve realmente trocas não só de perguntas e respostas, mas trocas de conhecimento, pude entrar no mundinho deles e conhecê-los um pouco mais, seus gostos pela mídia. Os que não gostavam de jornal, tinha as revistas, TV e net e outros recursos que me auxiliou e propiciou a aprendizagem ativa de trocas recíprocas de conhecimentos.
É importante refletirmos Paulo Freire, onde, ele destaca o que pensa sobre alfabetização, dizendo que: “aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e sobre o profundo significado da linguagem”..


Referência:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São
Paulo: Paz e Terra. 1996.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação/Inovação Pedagógica












Caros colegas! Resolvi escrever um pouco sobre as minhas reflexões envolvendo as atividade da interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação que estamos estudando neste semestre do eixo VII, espero poder auxilia-los de alguma forma com meus questionamentos sobre a nossa formação com as novas tecnologias digitais. Uma vez que muitas lacunas neste sentido precisam ainda serem  preenchidas.
        A inovação pedagógica é como se faz uso das tecnologias a própria imagem acima mostra bem isso. Bem como, aprendemos nas atividades da linha do tempo na interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Não obstante, vimos que não envolve somente as tecnologias digitais como recursos, ou, ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem. Isto é, começa desde o giz, caderno, lápis vindo até as tecnologias digitais que está em voga no momento.

Se tivermos domínio dessas tecnologias e soubermos utilizar os recursos de forma critica coletivamente ou não. Isto significa conhecer as potencialidades e limitações dessas inovações pedagógicas e tecnológicas (como por exemplo, a internet). Isso, requer uma ruptura pragmática e não apenas como diz o texto à inclusão de novidades, inclusive as tecnológicas. Promovendo mudanças, no sentido que envolve uma alteração na forma de entender o conhecimento. Com isso criar novas metodologias e alternativas para promover a aprendizagem. Proporcionando meios de cativar, incentivar o aluno com a fascinante aventura que é o saber. Levando o aluno que é o foco da Pedagogia a uma aprendizagem significativa.
        Em minhas reflexões sobre o texto escolhido neste tópico me tocou muito o modo como foi abordado o conceito de inovação pedagógica. Assim como as atividades da linha do tempo. Os questionamentos nessa pesquisa e análise das experiências inovadoras me transportou no inicio da minha docência e quando por motivo que não convém neste momento mencionar. Tive que parar com tudo, ou melhor, de estudar e trabalhar. Quando tive que retornar ao trabalho como professora foi um desastre. Via meus colegas trazendo filmes para as aulas, muitos recursos diferentes. Isso me fez voltar para a faculdade me interar das novas propostas pedagógicas para acompanhar esses jovens que naquele momento estava há anos luz na minha frente com relação às ferramentas digitais.
Por que estou dizendo isso? No inicio do texto me chamou a atenção quando a universidade na perspectiva de fazer rupturas com a racionalidade técnica, têm sido objeto de inovação, ultrapassando a perspectiva dicotômica da modernidade.
Acredito que a universidade cumpre seu papel de acompanhar a evolução das tecnologias para então, aplicar nas inovações pedagógicas. Ou seja, a regulamentação exige isso como o próprio texto diz que para ser autônoma não pode ficar para trás na alienação. O que iria acontecer comigo se eu não corresse atrás para buscar uma formação continuada a fim de me inteirar dessa nova inovação pedagógica. Dessa forma, a pós-modernidade liquida de Zygmunt Bauman (2003) é evolutiva.
O sistema vigente ou como diz o texto à regulamentação leva a academia a acompanhar essas mudanças. Sobretudo, automaticamente nós enquanto acadêmicos também acompanhamos essas mudanças junto à faculdade. Hoje, nos vemos envolvidos por um palco de imagens, de comunicação rápida. Que antes não era bem assim.
Depois da informática presenciei a questão de usar ou não o computador na escola. Depois veio a produção de software educacionais, as metodologias, a nterinet a formação dos professores (junto com essa formação veio a EAD) .  
Essas novas tecnologias em alguns momentos faz um contraste entre o que se aprende na faculdade e o que se vê na pratica ainda como: o professor utilizando o giz e o quadro verde. Ainda não estamos preparados para abandonar totalmente o giz  e o aluno também não está preparado para acompanhar essa mudança.
Sabemos que é delegada ao professor coordenar, organizar e gerenciar o processo de ensino-aprendizagem. Devemos aproveitar este momento em que estamos tendo a oportunidade de discutir sobre estas novas tecnologias nesta interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Onde, o professor Daniel nos possibilita fazermos algumas discussão nos fóruns. Por exemplo, fazer uma discussão critica destas tecnologias. E nos faz refletir onde nós enquanto professores usamos estas inovações pedagógicas e tecnológicas de forma adequada e contextualizada? São muitas lacunas que no decorrer do semestre espero serem preenchidas.

Referência bibliográfica:
Bauman, Zygmunt. Modernidade Líquida. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 258p.
Cunha, Maria Isabel. Renovação pedagógica e a Reconfiguração de saberes no ensinar e no aprender na universidade.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Tema de casa

Caros colegas!
Como nos foi passado pela professora Rosane Aragão. Precisamos aprender, ou seja nos aprofundar em  aluns conceitos como; Epistemologia , aprendizagem e conhecimento. Como professoras temos a obrigação de saber bem estes conceitos para melhorar nossa pratica de ensino.
Epistemologia são modelos pedagógicos que nos fazem pensar o qual estamos seguido e nos ensina o melhor modelo pedagógico a seguir a fim de sermos bem sucedido em nossa profissão

Aprendizagem e conhecimento -  Nas graduações de Educação, são comuns a existência de disciplinas que abordam as Teorias de Aprendizagem.  Levando em consideração que os indivíduos aprendem de forma diferente, sendo assim uma única estratégia pode não atingir a todos os educandos.
Dessa forma, o presente  texto do resumo de André Luis Silva da Silva visa argumentar sobre alguns pontos importantes das Teorias da Aprendizagem segundo Piaget, Vigstik e Wallon.
 
  • De acordo com Piaget, as crianças possuem um papel ativo na construção de seu conhecimento, de modo que o termo construtivismo ganha muito destaque em seu trabalho.
  • O desenvolvimento cognitivo, que é a base da aprendizagem, se dá por assimilação e acomodação.
  • Quando na assimilação, a mente não se modifica.
  • Quando a pessoa não consegue assimilar determinada situação, podem ocorrer dois processos: a mente desiste ou se modifica.
  • Se modificar, ocorre então a acomodação, levando a construção de novos esquemas de assimilação e resultando no processo de desenvolvimento cognitivo.
  • Somente poderá ocorrer a aprendizagem quando o esquema de assimilação sofre acomodação.
  • O que fazer então par provocar o processo de acomodação? Para modificar os esquemas de assimilação é necessário propor atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas nos alunos.
  • De acordo com Piaget, apenas a acomodação vai promover a descoberta e posteriormente a construção do conhecimento.
  • O conhecimento real e concreto é construído através de experiências.
  • Aprender é uma interpretação pessoal do mundo, ou seja, é uma atividade individualizada, um processo ativo no qual o significado é desenvolvido com base em experiências.
  • O papel do professor é então aquele de criar situações compatíveis com o nível de desenvolvimento cognitivo do aluno, em atividades que possam desafiar os alunos.
  • De acordo com Piaget, o desenvolvimento cognitivo das crianças ocorre em quatro fases: 1° SENSÓRIO-MOTOR (até os 2 anos), 2° PRÉ-OPERACIONAL (dos 3 aos 7 anos), 3° OPERATÓRIO CONCRETO (dos 8 aos 11 anos) e 4° OPERATÓRIO FORMAL (a partir dos 12 anos).
  • O professor deve provocar o desequilíbrio na mente do aluno para que ele, buscando então o reequilíbrio, tenha a oportunidade de agir e interagir.
  • Quando houver situações que gere grande desequilíbrio mental, o professor dever adotar passos intermediários para adequá-los às estruturas mentais da fase de desenvolvimento do aluno.
  • O aluno, dessa forma, exerce um papel ativo e constrói seu conhecimento, sob orientação constante do professor.
  • O professor deve propor atividades que possibilitem ao aluno a busca pessoal de informações, a proposição de soluções, o confronto com as de seus colegas, a defesa destas e a permanente discussão.
  • O conhecimento é construído por informações advindas da interação com o ambiente, tocando esta teoria com aquela proposta por Vygotsky, na medida em que o conhecimento não é concebido apenas como sendo descoberto espontaneamente, nem transmitido de forma mecânica pelo meio exterior. A imagema baixo o mapa conceitual nos lembra as teorias aprendizagem de três grandes teóricos da educação. O professor André luis Silva da Silva faz mensão de cada um deles, como já vimos Piaget anteriormente.
   

  • Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação social, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio.
  • Para substancialidade, no mínimo duas pessoas devem estar envolvidas ativamente trocando experiência e idéias.
  • A interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimento.
  • A aprendizagem é uma experiência social, mediada pela utilização de instrumentos e signos, de acordo com os conceitos utilizados pelo próprio autor.
  • Um signo, dessa forma, seria algo que significaria alguma coisa para o indivíduo, como a linguagem falada e a escrita.
  • A aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada pela interação entre a linguagem e a ação.
  • Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o sujeito possui potencialidade para aprender, seu conhecimento potencial.
  • Dessa forma, a aprendizagem ocorre no intervalo da ZDP, onde o conhecimento real é aquele que o sujeito é capaz de aplicar sozinho, e o potencial é aquele que ele necessita do auxílio de outros para aplicar.
  • O professor deve mediar a aprendizagem utilizando estratégias que levem o aluno a tornar-se independente e estimule o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP a todo momento.
  • O professor pode fazer isso estimulando o trabalho com grupos e utilizando técnicas para motivar, facilitar a aprendizagem e diminuir a sensação de solidão do aluno.
  • Mas este professor também deve estar atento para permitir que este aluno construa seu conhecimento em grupo com participação ativa e a cooperação de todos os envolvidos
  • Sua orientação deve possibilitar a criação de ambientes de participação, colaboração e constantes desafios.
  • Essa teoria mostra-se adequada para atividades colaborativas e troca de ideias, como os modelos atuais de fóruns e chats.
  •  Janieri Silva explica a teoria da aprendizagem  de Wallon dizendo: Já para Wallon o desenvolvimento se dá também em estágios mas que são diferentes da Teoria Piagetiana.  wallon além de dar importância ao corpo da criança e a maturação biológica, considera importantíssima a emoção sendo a mesma fator principal em sua teoria, a observação é o método primordial, é a tentativa de entender o processo de desenvolvimento da criança e a sua relação com o meio em que vive, levando em conta os aspectos culturais, familiar e sociais . 
  • A emoção, antes da linguagem, é o meio utilizado pelo recém–nascido para estabelecer uma relação com o mundo humano. Gradativamente, os movimentos de expressão, primeiramente fisiológica, evoluem até se tornarem comportamentos afetivos mais complexos, nos quais a emoção, aos poucos, cede terreno aos sentimentos e depois às atividades intelectuais.” (Dourado; PRADINI, 2001 P. 5).                          
  •  Para Wallon, a aprendizagem está relacionada com o desenvolvimento da individualidade como unidade afetiva e cognitiva dos sujeitos. O estudo do desenvolvimento humano deve ser feito na sucessão das etapas e dos conflitos no decorrer da vida, sendo a linguagem e a cultura que fornecem ao pensamento as ferramentas para a sua evolução; a sua interação com o mundo biológico não depende apenas do seu amadurecimento intelectual, mas de habilidades mais complexas para interagir com a cultura existente entre o sujeito e seu meio.
Refeência:
MOREIRA, Marco Antônio; Teorias de Aprendizagens, EPU, São Paulo, 1995.

Disponível/emhttps://www.infoescola.com/autor/andre-luis-silva-da-silva/2168/Acessado em 25/05/2018.
pbr.images.search.yahoo.com/search/images p=imagem+aprendizagempiage Acessado em 25/05/2018.
https://psicopedagogiaescolarblog.wordpress.com/2018/04/04/teoria-de-aprendizagem-de-vygotsky/ Acessado dia 25/05/2018.
http://janierisilva.blogspot.com.br/2010/12/piaget-vygotsky-e-wallon-diferencas-e.html Acessado em 25/05/2018
https://br.images.search.yahoo.com/search/images p=imagem+aprendizagempiaget&fr=mcafee&imgurl=https

sábado, 7 de abril de 2018

Novos inícios

Caros colegas!
Meus novos inícios neste semestre começou com a apresentação do Workshop do semestre passado.
Começo relatando o eixo VI em transição para o eixo VII. Uma vez que, narro o que aprendi com os conceitos comuns a todas as interdisciplina que me chamaram atenção no semestre estudado. No entanto, enfoco a relação desses aprendizados teóricos com a minha pratica dentro do meu cotidiano escolar.
O marco como acontece todo semestre e é de praste acontecer a apresentação do Workshop do eixo VI de aprendizagem.
Contudo, essa transição do Worksshop VI, significou uma carga a menos para mim. E ao mesmo tempo me preparando para um novo desafio ao desconhecido que me reerva o eixo VII. Venci uma etapa do desafio, logo  vem outo desafio para substituir este.
Traduzo o Workshop do Eixo VI em transição da seguinte forma: tratou de uma educação que não pode prescindir do deslocamento de uma aprendizagem em movimento. Sobretudo, por envolver os conceitos comuns a todas as aprendizagens, pertinentes a uma educação de qualidade e uma escola  cidadã e mais  humana.
O Workshop não é um lugar final e nem a faculdade. A instituição é um lugar em transito um palco de transformações, esta não poderá comportar sentidos unívocos. Contudo, por ser um objeto de ensino de sedução, nos prepara para novos inícios. Ou seja, novas etapas a percorrer por meio da formação continuada que deverão vir.
O Workshop é um universo de ultrapassagens em que temos a oportunidade de ultrapassar,  não aos outros, e sim, a nós mesmos. Visto que, esta é a proposta. Uma vez que, a superação e avanço levam a aprendizagem.
Em fim, a tensão, a dor, fazem parte desse processo. O nevosismo então! Sobretudo, de ser avaliado vem desde o começo do curso e percebo agora no sétimo semestre que o frio na barriga nunca acaba. Contudo, aprendemos a ter controle sobre nossas emoções.
Nesta ultrapassagem da experiência no Workshop percebi que emergem relações dinâmica e intricados nos conceitos comuns das interdisciplinas do eixo VI e o sujeito (eu) e a experiências ao demonstrar o que aprendi e o que terei que aprender no futuro.



Referência:

Matui, Jiron. Construtivismo/ Teoria construtivista sócio-histórica aplicada ao ensino.  1ª edição,  editora: Moderna. São Paulo 1995.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Seleção de monitoria e plano de aula inicial.

     Caros colegas!
     O dia hoje foi cheio!
     Estou encerrando o meu dia com este teste para monitoria.
     Resolvi participar do mesmo devido a minha vivência e as dificuldades que enfrentei com a tecnologia. Superei e ainda estou superando muitos desafios envolvendo essa tecnologia.
     Sinto-me motivada a auxiliar meus colegas. Continuar fazendo parceria, ou seja, continuar fazendo o que já venho fazendo que é a troca de experiências e conhecimento com minhas colegas que constantemente estão na FACED e no Polo do Vale de Porto Alegre-RS.
     Quando se fala de inclusão digital, ninguém quer ficar fora dela. Por isso estou concorrendo a vaga e não vou negar que as horas complementares, ampliando meu conhecimento melhorando minha pratica em sala de aula. Bem como, a bagagem que vamos adquirir é muito sugestivo. Sobretudo, nesta modernidade líquida que estamos vivendo.
Abraços;
Antonia


Caros colegas! Gostaria de apresentar-lhes meu plano inspirado nos modelos pedagógico de Fernado
Becer. "Como se vê, a ação desse professor não é gratuita. Ela é legitimada, ou fundada
teoricamente, por uma epistemologia". (Becker, 1994, p. 2).

PLANO DE TRABALHO DOCENTE E QUADRO INDIVIDUAL

Plano de aula par aplicar aplicado nos dias 09 e 13/05 - Escola dos Sonhos.

Plano de aula - 1º ano

Temática: brincando com o alfabeto.

Conteúdos:

·        Reconhecimento do alfabeto;
·        Relação imagem com a escrita;
·        Reconhecimento da letra inicial de cada imagem;
·        Iniciação a leitura.
·        Contação de história;
·        Textos que explorem o tema

Objetivos a partir do diagnóstico avaliativo:

·        Reconhecer o alfabeto;
·        Relacionar imagem com a escrita;
·        Reconhecer a letra inicial de cada imagem;
·        Ler as palavras;
·        Incentivar a criatividade;
·         Inventar histórias.

Desenvolvimento

Encaminhamento Metodológico ou estratégias didáticas desenvolvidas:

·         Roda de conversa;
·         Mapa conceitual
·        Fazer o caminho das letras;
·        Procurar imagens relacionadas as letras escolhidas;
·        Registro das palavras;
·        Leitura das palavras;
·        Inventar uma história com as imagens escolhidas e músicas escolhidas;
·        Registro da história e  contação de história  (professora);
·        Texto que explore o tema.

Recursos:

Papel sulfite, canetinha, tesoura, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera, cola, revistas, livros.
Duração:
Cinco dias, sendo que cada dia corresponderá a 55 minutos de aulas.

Culminância:

1º dia _ Elaboração de um mural com fotos, recortes e colagem atividades realizadas com o alfabeto (55 minutos).
2º _ Atividades com a roda de conversa sobre os textos abordados durante a contação de história que tenha explorado o tema (55 minutos).
3º ­_ Fazer caminho das letras com músicas do alfabeto (55 minutos).
4º _ Textos com imagem ou gravuras que explorem o tema de modo que permita fazer uma relação da imagem com a escrita (55 minutos).
5º dia – Registro e leitura das . (55 minutos)

Critérios de avaliação:

·        Reconhece o alfabeto;
·        Relaciona imagem com a escrita;
·        Reconhecer a letra inicial de cada imagem;
·        Ler as palavras;
·        Criatividade.

Situações imprevisíveis, caso acontecer:

Instrumentos de avaliação:

·        Relação imagem/escrita;              Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Registro das palavras;                  Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Leitura;                                           •  Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Produção de texto oral.                   • Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Por ultimo refletir se fui (professora) mediadora ou facilitadora nesse processo de ensino/aprendizagem. O que poderei aprimorar na próxima aula.                

 Referências:

Referência:


BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994.BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994.SILVA, Patícia. A canção na pré-escola, Amarelinha. 4ª edição, Editora Paulinas – Comep, São Paulo 2002.Disponível em  https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=imagem+educação / acessado em 20/06/2018.  


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Ética no cotidiano escolar

Caros colegas! Me transportei ao texto da autora (Herman, 2008 p. 15 e 16) com o titulo de: Ética: A Aprendizagem da Arte de Viver. Para em seguida descrever como observo a Ética da Aprendizagem em minha prática no cotidiano escolar. Quando a autora descreve arte de viver e o papel que uma educação étnico-estética se constitui pelo reconhecimento da tensão entre o eu singular e o nós (comum). Me remeteu  a continuar refletindo suas palavras quando diz que: "na nossa vida estimulante e maravilhosa é também parte do mundo em seu conjunto, um mundo em que  a fome e a doença são a sina diária de grande parte dos seres humanos que ainda existem". 
De inicio o texto faz uma indagação fazendo o seguinte questionamento com relação ao contraste entre essas duas imagens da vida humana dizendo: Que direito tem alguém de viver num mundo feliz, que pode expressar-se livremente, enquanto exista o outro mundo e alguém seja parte dele?  
A partir dessas reflexões que meus alunos registram dentro de si uma memória não racional, o quanto ele aluno como sujeito foi respeitado em sala de aula por mim (professora) e por seus colegas. Penso que esse é um dos primeiros pontos da ética. O respeito mutuo é importante na construção do processo da identidade e do conhecimento desse sujeito. Depois que descobre a importância do respeito mutuo fica fácil explicar ao aluno que: não é ético machucar os outros.
Por fim, reforço sempre que devemos tratar os outros, mesmo que ausentes, do mesmo jeito que gostaríamos de ser tratados.  

Resultado de imagem para imagem sobre respeito na escola




Referência:
https://userscontent2.emaze.com/images/573eac7e-7319-4fee-b86f-9c916e60ab49/6db30f5b866faa0f0efe921ffa0ef869.jpg Acessado dia 10/01/2018.

Reflexão dos vídeos quanto Vale ou é Por Quilo e o filme Vênus Negra

Começo minha reflexão como texto Na busca pela compreensão dos sentidos e dos significados da escola para todos no século XXI, “primeiramente contextualizo a sociedade Moderna e a Pós-Moderna, para então apresentar a escola como construção da Modernidade, mas hoje trabalhando com os mesmos conceitos porém dentro da Sociedade Pós-Moderna”. (p. 2)
O vídeo quanto Vale ou é Por Quilo e o filme Vênus Negra. Retratam a exploração da mão de obra extremamente barata.
Faz uma mostra dos projetos assistencialistas e quem lucra com tudo. Onde os colaboradores desses projetos que fazem contribuições, nunca sabem do destino final dessa contribuição. O texto faz menção à cultura da civilização privilegiada, mostra também os indivíduos excluídos conformados com as imposições do estado e com as migalhas vindas dos dominadores que os exploram.   Usando o slogan “em nome de diminuir as desigualdades sociais” para poderem lucrar com essas causas sociais. Faz nos refletir para onde realmente vão essas contribuições e investimento sociais.  Bem como, transparência na administração destes recursos. E se  a reinclusão social é  uma realidade em nosso período pós moderno.
O filme Quanto vale ou é por Kilo: Faz várias reflexões fazendo um contexto histórico do período colonial.  Articulando esse período com o período atual, chamado de período pós-moderno.

Fridmann, (1999) descreve ainda, como surge à designação da modernidade abrangente e menos apologética cheios de mudanças que cria façanhas e inseguranças assustadoras. Acaba perdendo valores de caráter autentico e autônomo. Deixando lugar para o aumento do individualismo e da funcionalidade das relações sociais. Retrata bem a postura que dizem respeito ás caracterização da sociedade, da imagem e da sociedade do conhecimento, abrangendo a escola como construção da modernidade. O poder cultural é amplo e não está centralizado só na escola no período pós-moderno. Resultando no que observamos na mudança cultural na escola desde o período moderno até os dias de hoje ditos pós-moderno. Que exige novas posturas dos professores, além de uma postura mais crítica, mudando para um cenário do cotidiano escolar de vivência e construção cultural.



“em nome de diminuir as desigualdades sociais”
Referência

FRIDMANN, Luís Carlos. Pós-Modernidade: sociedade da imagem e sociedade do conhecimento. Hist. Cienc. Saud-Manguinhos. [online]. Jul/jul. 1999, vol 6, nº. 2 [citdo 24 julho 2006], p. 353-375. Disponível na Wold Wide Web: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttex&pid=90104- 59701999000300007&Ing=pt&nrm=iso ISSN0104-5970 Acesso em: 31/05/2019.