quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Uma nova tecnologia



A internet como veículo de transmissão de informações, TCs (Tecnologia da Informação e comunicação) e sobre a tentativa inevitáveis de governos de cerceá-las. Pessoas honestas podem usar a tecnologia, e a polícia também pode, então há um equilíbrio.
Segundo Pierre Lévy em entrevista há Zero Hora diz: A nova alfabetização não é só aprender as letras do alfabeto, ou a ler e escrever, mas também estar apto a selecionar as fontes de informação, a ser capaz de analisar dados, a ser capaz de interagir em grandes comunidades online. Afirma ainda que são coisas relativamente difíceis, e que deveriam ser aprendidas ainda na escola. A tecnologia tornou possível uma utopia necessária: a difusão do conhecimento produzido pela humanidade como um grande patrimônio comum. Considerado um otimista das mudanças provocadas pela tecnologia, ele considera as ferramentas digitais como hiperdocumentos em expansão permanente. Ele continua a dizer que a internet é um espaço público não há privacidade na rede social, então quando você posta em uma rede social, tem que partir sempre da suposição de que todo mundo está vendo. Mesmo o e-mail. Se você usa Gmail, deve saber que o Google usa seus dados para análise e estatísticas aplicadas para mandar publicidade. Tendo em vista, que as redes sociais são custeadas pelas publicidades, ou melhor, pelas propagandas.
O IBEGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015 afirmou: sobretudo que metade dos brasileiros estão conectados a internet. A proporção de pessoas que usa a rede cresce conforme aumentam o rendimento e a escolaridade.
Para Finalizar, pode-se afirmar que está pesquisa surgiu com a intenção de responder algumas indagações minhas quanto a internet, algumas delas respondida neste texto, como por exemplo: quem paga as redes sociais? Descobri que na rede social é uma utopia pensar que existe privacidade, e que a interação em grandes comunidades online são relativamente difíceis e que deve ser aprendida na escola. A entrevista com Pierre Lévy foi bem proveitosa nesse sentido para mim, me acrescentou muito, é uma forma também de ajudar meus alunos que em muitos momentos tem a mesma dúvida que eu. Espero ter agregado algum conhecimento a vocês colegas do curso, na intenção de multiplicar e aplicar estes saberes a nossas experiências.

Bibliografia

Carlos.moreira@zerohora.com.br  sábado e domingo do dia 25 a 26 de junho de 2016.

Aceitar as difenças



Colegas! Estava pensando um pouco sobre etnocentrismo de hoje etnos tem origem grega que quer dizer nação, povos ou pessoas e centrismo que indica centro.

No entanto, resolvi introduzir estas palavras para ajudar nesta reflexão que envolve o: Etnocentrismo e relativismo cultural

“O relativismo cultural é uma corrente de pensamento ou doutrina que tem como objetivo entender as diferenças culturais e estudar o porquê das diferenças entre culturas distintas. Enquanto o etnocentrismo tem uma vertente de confronto, o relativismo aborda as diferenças de uma forma apaziguadora.
É importante destacar que o relativismo cultural é uma ideologia que defende que os valores, princípios morais, o certo e o errado, o bem e o mal, são convenções sociais intrínsecas a cada cultura. Um ato considerado errado em uma cultura não significa que o seja também quando praticado por povos de diferente cultura”. Em outras palavras o etnocentrismo é extremamente preconceituoso julga culturas, povos, pessoas diferentes de si a partir do seu conceito de certo ou errado, sem se importar com seus costumes e crenças.
Meu questionamento é o seguinte: como vamos combater preconceito e a descriminação com nossos alunos, em um momento em que é tão comum vivenciarmos situação de preconceito, numa sociedade pós-moderna liquida em que o egocentrismo é tão comum em nossa cultura, principalmente quando falar de práticas inclusivas virou um desafio. Se fosse enumerar essas situações não caberiam nesta página. Desde essas concepções gostaria de colocar minhas idéias a partir dos estudos das interdisciplinas de Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem: Literatura e práticas pedagógicas, onde foi trabalhada a questão das diferenças.
Extremistas, fanáticos e radicais. Um sectarismo que não admite a opinião contrária, uma pasteurização social que assola e enfraquece nossa cultura. Em que o estigma do pré-conceito e descriminação está presente, mais visível e escancarado para todo mundo ver.
Em contrapartida, sobre tudo entra em cena a empatia e compaixão, irei explicar um pouco sobre essas duas palavras. Ambas tem raízes em palavras latinas e gregas. Primeiramente a empatia significa ver com os olhos de outra pessoa, identificando-se com ela e compreendendo o que ela está sofrendo e a segunda a  compaixão significa “ sofrer com”. Essas palavras nos ajudam a refletir e a aceitar as diferenças se colocando no lugar do outro, usar de empatia é o mesmo que amar o próximo seja o próximo qual for diferente física, espiritual, no agir, de cor, idade, economicamente, doença e tudo o mais. Devemos amá-los como a nós mesmos, como o nosso mestre Jesus Cristo havia nos ensinado a mais de dois mil anos atrás, a situação continua a mesma só mudam as palavras.
Para finalizar esta reflexão tirei este pensamento da Bíblia que me ajuda muito a pensar no outro, ou seja, ajudar o outro sem interesse nenhum: “Um samaritano, (...) vendo (O homem ferido), moveu-se de íntima compaixão; e, aproximando-se (...) cuidou dele. (...) Vai, e faze da mesma maneira. (Lucas 10: 33-34,37).
As interdisciplinas trabalhadas nos semestres anteriores e neste que está encerrando como: História, Literatura e outras, nos possibilitam os instrumentos necessários para lidar com o aluno que chega a nossas mãos na sala de aula nos capacitando a ter uma sensibilidade e compreensão do universo cultural do ser humano e como é constituído a aprendizagem e desenvolvimento. É considerado uma riqueza com a qual nos transmite suporte para iniciar um trabalho efetivo de ensino da leitura e da escrita em nosso país.
Em síntese só se reconhecendo a diversidade cultural, em um país plurietnico-cultural como o nosso Brasil,  como uma oportunidade, como um valor, podemos falar de avanços para práticas de inclusão. Ao ensinar sobre o relativismo cultural ou atributos Cristãos de tolerância e compaixão, perceberá que é só pelo exemplo que se ensina. Demonstrar é mais eficiente do que explicar, e o resultado é compensador ver crescer a auto-estima, o amor próprio no outro, a alegria e o brilho de viver não tem preço. Fica a dica no momento, abraços a todos (as).

Bibliografia


Conhecimento pedagógico e o orgulho de ser Brasileira.



Oi meus colegas de graduação! É um grande prazer poder novamente dialogar com vocês neste texto. Pretendo trabalhar o conhecimento pedagógico atrelado a perspectiva da pedagogia, tendo como pano de fundo a defasagem escolar com um novo olhar cheio de esperança, talvez isso esteja ligado ao momento histórico que estamos vivendo que são as Olimpíadas do Rio de Janeiro em nosso país, e que começou no início de agosto de 16, hoje 9 de agosto de 2016,  imaginem que a minha escrita hoje vai estar um pouco cheia de emoções e bem patriótica decorrente desse episódio muito marcante em nosso país, sem contar que amanhã será a apresentação  da minha Síntese Reflexiva da graduação.
Voltando ao tema, estou a quatro anos trabalhando na prefeitura do Rio Grande do Sul, situação um pouco complicada no Brasil, onde o processo de escolarização precisa conviver com situações de violência, drogas e exclusão sociais atrelada a situação de desemprego e crise econômica muito acentuada em nosso país em seu contexto atual. Vindo a refletir no desempenho escolar dos alunos. Percebo os professores e gestores, buscando alternativas focando no conhecimento pedagógico com suporte nos conhecimentos científicos, na pesquisa como parte da solução do problema, ou como parte do diálogo para a solução do problema.
Sou consciente da dificuldade de acesso a informação no Brasil e muitas vezes, dos percalços, ou seja, os ossos do ofício, que temos que passar para evoluir neste país, resolvendo problemas urgentes básicos. E caros colegas! Nossa parte está sendo feito na graduação que não é fácil estudar e trabalhar em turnos inversos, levar muitas vezes trabalhos escolares para corrigirmos em casa ou preparar para a aula seguinte, juntamente com pesquisas acadêmicas um corre - corre danado para no final darmos nossa contribuição juntamente com milhares de professores e gestores. Que atrás dos bastidores sem dar alarde vem tentando fazer a diferença na vida dos alunos a fim de encontrarmos uma luz no fim do túnel, desta situação crítica de não aprendizagem que estamos vivendo. Tenho muito orgulho de ser brasileira não só pelas Olimpíadas, mas como dizia Airton Sena “pois brasileiro não desiste nunca”, vivemos em uma situação de busca e já obtivemos muitas respostas, algumas já com bons resultados. Temos muitas prefeituras e instituições como a nossa UFRGS num enfrentamento dessa situação e que vem produzindo conhecimento de ponta sobre o assunto. Percebemos isso em nosso curso de Graduação Licenciatura em Pedagogia Modalidade à Distância, onde as interdisciplinas estavam voltadas, uma vez que foram muito proveitosas, devido a suas criatividades, me deram um suporte muito grande no sentido de enriquecer e deixar as aulas mais prazerosas, com crianças mais felizes.  Infelizmente em um país onde nada é socializado, mesmo dentro do estado às pessoas não ficam sabendo o que está sendo feito, as instituições de ensino e as prefeituras fazem um trabalho muito isolado uma das outras. Nós temos um problema de socialização do conhecimento pedagógico nesse país, mesmo porque nós temos o hábito de olhar, ou melhor, medir o conhecimento pedagógico de outros países em melhores situações que a nossa, gerando um olhar, um sentimento negativo ou de descontentamento. Não quero dizer que não seja bom conhecer o que acontece em outros países, pelo contrário é muito importante, mas não podemos perder a dimensão da educação brasileira, suas conquistas. Nós temos conhecimento bastante, sobre como trabalhar com a criança que está na situação de não aprendizagem em defasagem idade/série. Nesta diversidade que é o nosso Brasil, um país plurietnico-cultural é bem receptivo, ou seja, aberto a diversos povos que aqui chega, um país acolhedor, nesse aspecto há uma gama de possibilidades pedagógicas, que teóricos famosos como Paulo Freire com sua pedagogia libertadora abriram caminhos para essa nova pedagogia inclusiva, mediadora dualista e recíproca na troca de conhecimento, solidária, mais humana e porque não mais feliz.
Em síntese, aprendemos á medida que os desafios colocados obrigam a pensar, a organizar o conhecimento que temos, a buscar mais informação, a refletir para buscar respostas.
O progresso no conhecimento é obtido através da resolução de situações-problema, da superação de desafios. Diante de um conteúdo não completamente assimilável o sujeito é levado a uma modificação de seus esquemas interpretativos, pois aqueles de que dispõe no momento não são suficientes pra resolver algo que se apresenta como desafio (PROFA, 20010).

Bibliografia  

BRASIL, MEC/Secretaria de Educaçao Fundamental. PROFA – Programa de Formação de Professores Alfabetizadores. Brasil, 2001.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Uma nova tecnologia



A internet como veículo de transmissão de informações, TCs (Tecnologia da Informação e comunicação) e sobre a tentativa inevitáveis de governos de cerceá-las. Pessoas honestas podem usar a tecnologia, e a polícia também pode, então há um equilíbrio.
Segundo Pierre Lévy em entrevista há Zero Hora diz: A nova alfabetização não é só aprender as letras do alfabeto, ou a ler e escrever, mas também estar apto a selecionar as fontes de informação, a ser capaz de analisar dados, a ser capaz de interagir em grandes comunidades online. Afirma ainda que são coisas relativamente difíceis, e que deveriam ser aprendidas ainda na escola. A tecnologia tornou possível uma utopia necessária: a difusão do conhecimento produzido pela humanidade como um grande patrimônio comum. Considerado um otimista das mudanças provocadas pela tecnologia, ele considera as ferramentas digitais como hiperdocumentos em expansão permanente. Ele continua a dizer que a internet é um espaço público não há privacidade na rede social, então quando você posta em uma rede social, tem que partir sempre da suposição de que todo mundo está vendo. Mesmo o e-mail. Se você usa Gmail, deve saber que o Google usa seus dados para análise e estatísticas aplicadas para mandar publicidade. Tendo em vista, que as redes sociais são custeadas pelas publicidades, ou melhor, pelas propagandas.
O IBEGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015 afirmou: sobretudo que metade dos brasileiros estão conectados a internet. A proporção de pessoas que usa a rede cresce conforme aumentam o rendimento e a escolaridade.
Para Finalizar, pode-se afirmar que está pesquisa surgiu com a intenção de responder algumas indagações minhas quanto a internet, algumas delas respondida neste texto, como por exemplo: quem paga as redes sociais? Descobri que na rede social é uma utopia pensar que existe privacidade, e que a interação em grandes comunidades online são relativamente difíceis e que deve ser aprendida na escola. A entrevista com Pierre Lévy foi bem proveitosa nesse sentido para mim, me acrescentou muito, é uma forma também de ajudar meus alunos que em muitos momentos tem a mesma dúvida que eu. Espero ter agregado algum conhecimento a vocês colegas do curso, na intenção de multiplicar e aplicar estes saberes a nossas 


Bibliografia

Carlos.moreira@zerohora.com.br  sábado e domingo do dia 25 a 26 de junho de 2016.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Dança um estado de corpo



Show de dança folclórica — Fotografia de Stock #25609585

Realizamos uma atividade na interdisciplina do Seminário Integrador III, no qual analisamos tecidos em movimento, que me remeteu a ideia de dança, de corpos em movimento, pesquisei sobre o assunto e selecionei alguns autores e filósofos e seu entendimento sobre o assunto e cheguei a seguinte conclusão.
Deleuze (1988) fala que a dança se constitui um território animal fazendo uma analogia com um estado de atenção para a constituição de um território existencial. Um território que favorece o que não sabemos, leva-nos a beira do habito, à beira do cercadinho imaginário e concreto ao que pertencemos.
Clarice Lispector (1980) diz que o corpo era parte da terra. Contendo suas evoluções e revoluções.
Guattari (1996) junto com Deleuze afirma que pensamento é algo que raramente nos acontece. Em outras palavras quando algo perturba e força a pensar, força a expressão de um problema e a busca de respostas, a constituição de novas referências.  O pensar está ligado a um corpo físico, quando pensa rápido em qual será seu próximo movimento, envolvendo a dança.
Juntando as idéias de: Lispector, Guattari e Deleuze: pensar não responde a uma vontade de transcendência ou universalização, mas a uma ação e menor que nós mesmos e nossas vontades.   Uma vez que as perguntas nos força pensar e a fazer um projeto de pesquisa, que leva a produção do saber, que resulta num regime de poder.
Encerro este texto fazendo uma reflexão dessa analogia de corpo (dança) com o território que Marina Tampini professora bailarina, diz que: improvisar na dança não é perder-se em um buraco ou redemoinho sem referentes, nem tampouco fazer o primeiro  que nos ocorre. O marco em questão é dado pelas sensações e imagens que produzem os corpos em contato e a partir das forças físicas que geram e os sustentam. A função do marco é a de criar um território de indagações comuns, que estabelece com claridade o que fica fora e o que entra.
Em síntese penso que a atividade dos tecidos em movimento era uma introdução da pesquisa que iríamos realizar no decorrer do terceiro semestre, o qual resultou na produção do saber e na aquisição de conhecimento.

Bibliografia

DELEUZE, G Francis Bacon. Lógica de la sensación. Madri: Arena, 2003.
DELEUZE. G; GUATTRI, F. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
LISPECTOR, C. Água Viva. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.



O conhecimento novo se constrói a partir do antigo?






Algumas vezes o conhecimento novo vem negar um antigo, mas nem por isso deixou de se construir a partir dele.
Entrando um pouco na música para explicar um pouco essa questão de mudança a partir no velho, percebemos que antes a preocupação do professor com relação a música era só no sentido de conter os alunos que cantam desordenadamente e gritando com solavanco na voz esse é um exemplo de como a escola exerce o seu poder com a intenção de preservar a tradição de manter a ordem e a disciplina, deixando de lado o seu verdadeiro papel no sentido de, proporcionar aquisição de conhecimento a seus alunos.
As reformas educativas contemporâneas em nossa sociedade, marcam uma mudança importante com modelos anteriores de ensino e indicam necessidade de uma transformação das práticas docentes. Este texto nos leva a refletir os obstáculos e desafios aos quais as pesquisas na área de educação, propõem uma articulação entre a pesquisa e a prática. 
Procurar melhorar nem sempre é fácil, buscar sempre boas práticas desenvolvidas na educação é parte constitutiva do processo formativo e da valorização profissional, proporciona um bem estar no espaço escolar, dessa forma teremos alunos mais felizes e mais seguros de si.
Para que isso ocorra acredito que estamos no caminho certo aprimorando nosso conhecimento buscando sempre a excelência no ensino, é de extrema importância disseminar práticas didático-pedagógicas que tenham tido um bom resultado para que outros docentes possam ter acesso, analisar, refletir, adotar novas práticas a partir destas. E esse incentivo, a busca de novas metodologias, de novas abordagens, da inovação a instituição tem nos proporcionado, percebemos isso no nosso dia a dia em nossas práticas diárias em sala de aula.  Essa discussão, valorização e divulgação resultarão em uma escola cidadã e inovadora, onde todos saem ganhando.

Bibliografia

MAFFIOLETTI, Leda de A, “Práticas musicais na Educação Infantil” in CRAIDY; Carmem e KAERCHER, Gládis (org). Educação Infantil: Prá que te quero? Porto Alegre. UFRGS/ GOV. do Estado RS, 1998 pp. 111-122.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Parâmetros curriculares nacionais  (PCN): Introdução. Brasília, 1997. Disponível em: WWW.mec.gov.br acesso em 11 de novembro de 2003.

Aproveitamento da aula

Exame O bom Aproveitamento da aula

 Mulher usando laptop para tomar notas de estudo

 Estudar sem estímulo Estudar sem estímulo sem estímulo ou motivação é como estar com fome e sonhar que está comendo e acorda com o estômago vazio. É o mesmo que estar enganando o seu cérebro, dizendo que quer aprender, contudo, na verdade não é isso o que realmente sente.

Creio que o segredo do sucesso no estudo está na vontade, no desejo de fazer do estudo um momento proveitoso.
É preciso buscar a motivação para que o aprendizado aconteça mesmo nas atividades tediosas. Ter um projeto de estudo ou um roteiro de estudo, no nosso caso gerenciando o tempo através da tabela de organização do tempo ajuda muito nesse processo. Nas palavras de Freire é afirmado (1997, p. 37).
(...) Transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano, no exercício educativo: o seu caráter formador. Se se respeita a natureza do ser humano, o ensino dos conteúdos não pode dar-se alheio a formação moral do educando. Educar é substantivamente formar.
Para finalizar vivemos de escolhas especialmente na nossa formação, muitas vezes nos privando de certas diversões, passatempos, abolindo muitas vezes a nossa necessidade de escolha em prol de um aprendizado produtivo. Seguindo um roteiro de estudo bem definido nos capacita para tal, sendo esta uma forma de perpetuar saberes oferecer condições de possibilidades para a construção do tão sonhado conhecimento, o saber não tem preço. As más escolhas ou a negligência em fazer boas escolhas embaçam nossa visão da realidade. Somente construindo e reconstruindo com autonomia, não só com o objetivo de passar no exame e esquecer depois e sim como ferramentas de conhecimento e resolução de  problemas.

Bibliografia

ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed. 1998 p. 26-30.