quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Conhecimento pedagógico e o orgulho de ser Brasileira.



Oi meus colegas de graduação! É um grande prazer poder novamente dialogar com vocês neste texto. Pretendo trabalhar o conhecimento pedagógico atrelado a perspectiva da pedagogia, tendo como pano de fundo a defasagem escolar com um novo olhar cheio de esperança, talvez isso esteja ligado ao momento histórico que estamos vivendo que são as Olimpíadas do Rio de Janeiro em nosso país, e que começou no início de agosto de 16, hoje 9 de agosto de 2016,  imaginem que a minha escrita hoje vai estar um pouco cheia de emoções e bem patriótica decorrente desse episódio muito marcante em nosso país, sem contar que amanhã será a apresentação  da minha Síntese Reflexiva da graduação.
Voltando ao tema, estou a quatro anos trabalhando na prefeitura do Rio Grande do Sul, situação um pouco complicada no Brasil, onde o processo de escolarização precisa conviver com situações de violência, drogas e exclusão sociais atrelada a situação de desemprego e crise econômica muito acentuada em nosso país em seu contexto atual. Vindo a refletir no desempenho escolar dos alunos. Percebo os professores e gestores, buscando alternativas focando no conhecimento pedagógico com suporte nos conhecimentos científicos, na pesquisa como parte da solução do problema, ou como parte do diálogo para a solução do problema.
Sou consciente da dificuldade de acesso a informação no Brasil e muitas vezes, dos percalços, ou seja, os ossos do ofício, que temos que passar para evoluir neste país, resolvendo problemas urgentes básicos. E caros colegas! Nossa parte está sendo feito na graduação que não é fácil estudar e trabalhar em turnos inversos, levar muitas vezes trabalhos escolares para corrigirmos em casa ou preparar para a aula seguinte, juntamente com pesquisas acadêmicas um corre - corre danado para no final darmos nossa contribuição juntamente com milhares de professores e gestores. Que atrás dos bastidores sem dar alarde vem tentando fazer a diferença na vida dos alunos a fim de encontrarmos uma luz no fim do túnel, desta situação crítica de não aprendizagem que estamos vivendo. Tenho muito orgulho de ser brasileira não só pelas Olimpíadas, mas como dizia Airton Sena “pois brasileiro não desiste nunca”, vivemos em uma situação de busca e já obtivemos muitas respostas, algumas já com bons resultados. Temos muitas prefeituras e instituições como a nossa UFRGS num enfrentamento dessa situação e que vem produzindo conhecimento de ponta sobre o assunto. Percebemos isso em nosso curso de Graduação Licenciatura em Pedagogia Modalidade à Distância, onde as interdisciplinas estavam voltadas, uma vez que foram muito proveitosas, devido a suas criatividades, me deram um suporte muito grande no sentido de enriquecer e deixar as aulas mais prazerosas, com crianças mais felizes.  Infelizmente em um país onde nada é socializado, mesmo dentro do estado às pessoas não ficam sabendo o que está sendo feito, as instituições de ensino e as prefeituras fazem um trabalho muito isolado uma das outras. Nós temos um problema de socialização do conhecimento pedagógico nesse país, mesmo porque nós temos o hábito de olhar, ou melhor, medir o conhecimento pedagógico de outros países em melhores situações que a nossa, gerando um olhar, um sentimento negativo ou de descontentamento. Não quero dizer que não seja bom conhecer o que acontece em outros países, pelo contrário é muito importante, mas não podemos perder a dimensão da educação brasileira, suas conquistas. Nós temos conhecimento bastante, sobre como trabalhar com a criança que está na situação de não aprendizagem em defasagem idade/série. Nesta diversidade que é o nosso Brasil, um país plurietnico-cultural é bem receptivo, ou seja, aberto a diversos povos que aqui chega, um país acolhedor, nesse aspecto há uma gama de possibilidades pedagógicas, que teóricos famosos como Paulo Freire com sua pedagogia libertadora abriram caminhos para essa nova pedagogia inclusiva, mediadora dualista e recíproca na troca de conhecimento, solidária, mais humana e porque não mais feliz.
Em síntese, aprendemos á medida que os desafios colocados obrigam a pensar, a organizar o conhecimento que temos, a buscar mais informação, a refletir para buscar respostas.
O progresso no conhecimento é obtido através da resolução de situações-problema, da superação de desafios. Diante de um conteúdo não completamente assimilável o sujeito é levado a uma modificação de seus esquemas interpretativos, pois aqueles de que dispõe no momento não são suficientes pra resolver algo que se apresenta como desafio (PROFA, 20010).

Bibliografia  

BRASIL, MEC/Secretaria de Educaçao Fundamental. PROFA – Programa de Formação de Professores Alfabetizadores. Brasil, 2001.

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