Oi meus
colegas de graduação! É um grande prazer poder novamente dialogar com vocês
neste texto. Pretendo trabalhar o conhecimento pedagógico atrelado a
perspectiva da pedagogia, tendo como pano de fundo a defasagem escolar com um
novo olhar cheio de esperança, talvez isso esteja ligado ao momento histórico
que estamos vivendo que são as Olimpíadas do Rio de Janeiro em nosso país, e
que começou no início de agosto de 16, hoje 9 de agosto de 2016, imaginem que a minha escrita hoje vai estar
um pouco cheia de emoções e bem patriótica decorrente desse episódio muito
marcante em nosso país, sem contar que amanhã será a apresentação da minha Síntese Reflexiva da graduação.
Voltando ao
tema, estou a quatro anos trabalhando na prefeitura do Rio Grande do Sul, situação
um pouco complicada no Brasil, onde o processo de escolarização precisa
conviver com situações de violência, drogas e exclusão sociais atrelada a
situação de desemprego e crise econômica muito acentuada em nosso país em seu
contexto atual. Vindo a refletir no desempenho escolar dos alunos. Percebo os
professores e gestores, buscando alternativas focando no conhecimento
pedagógico com suporte nos conhecimentos científicos, na pesquisa como parte da
solução do problema, ou como parte do diálogo para a solução do problema.
Sou
consciente da dificuldade de acesso a informação no Brasil e muitas vezes, dos
percalços, ou seja, os ossos do ofício, que temos que passar para evoluir neste
país, resolvendo problemas urgentes básicos. E caros colegas! Nossa parte está sendo
feito na graduação que não é fácil estudar e trabalhar em turnos inversos,
levar muitas vezes trabalhos escolares para corrigirmos em casa ou preparar
para a aula seguinte, juntamente com pesquisas acadêmicas um corre - corre
danado para no final darmos nossa contribuição juntamente com milhares de
professores e gestores. Que atrás dos bastidores sem dar alarde vem tentando
fazer a diferença na vida dos alunos a fim de encontrarmos uma luz no fim do
túnel, desta situação crítica de não aprendizagem que estamos vivendo. Tenho
muito orgulho de ser brasileira não só pelas Olimpíadas, mas como dizia Airton
Sena “pois brasileiro não desiste nunca”, vivemos em uma situação de busca e já
obtivemos muitas respostas, algumas já com bons resultados. Temos muitas
prefeituras e instituições como a nossa UFRGS num enfrentamento dessa situação
e que vem produzindo conhecimento de ponta sobre o assunto. Percebemos isso em
nosso curso de Graduação Licenciatura em Pedagogia Modalidade à
Distância, onde as interdisciplinas estavam voltadas, uma vez que
foram muito proveitosas, devido a suas criatividades, me deram um suporte
muito grande no sentido de enriquecer e deixar as aulas mais prazerosas, com
crianças mais felizes. Infelizmente em um país onde nada é
socializado, mesmo dentro do estado às pessoas não ficam sabendo o que está
sendo feito, as instituições de ensino e as prefeituras fazem um trabalho muito
isolado uma das outras. Nós temos um problema de socialização do conhecimento
pedagógico nesse país, mesmo porque nós temos o hábito de olhar, ou melhor,
medir o conhecimento pedagógico de outros países em melhores situações que a
nossa, gerando um olhar, um sentimento negativo ou de descontentamento. Não
quero dizer que não seja bom conhecer o que acontece em outros países, pelo
contrário é muito importante, mas não podemos perder a dimensão da educação
brasileira, suas conquistas. Nós temos conhecimento bastante, sobre como trabalhar
com a criança que está na situação de não aprendizagem em defasagem
idade/série. Nesta diversidade que é o nosso Brasil, um país plurietnico-cultural
é bem receptivo, ou seja, aberto a diversos povos que aqui chega, um país
acolhedor, nesse aspecto há uma gama de possibilidades pedagógicas, que
teóricos famosos como Paulo Freire com sua pedagogia libertadora abriram
caminhos para essa nova pedagogia inclusiva, mediadora dualista e recíproca na
troca de conhecimento, solidária, mais humana e porque não mais feliz.
Em síntese,
aprendemos á medida que os desafios colocados obrigam a pensar, a organizar o
conhecimento que temos, a buscar mais informação, a refletir para buscar
respostas.
O progresso
no conhecimento é obtido através da resolução de situações-problema, da
superação de desafios. Diante de um conteúdo não completamente assimilável o
sujeito é levado a uma modificação de seus esquemas interpretativos, pois
aqueles de que dispõe no momento não são suficientes pra resolver algo que se
apresenta como desafio (PROFA, 20010).
Bibliografia
BRASIL,
MEC/Secretaria de Educaçao Fundamental. PROFA – Programa de Formação de
Professores Alfabetizadores. Brasil, 2001.
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