Meu maior desafio seria o de manter uma postura pedagógica menos tradicional e arcaica. A graduação tem me ajudado muito neste sentido. Principalmente de lidar com a ferramenta tecnológica, que auxilia muito nesse novo processo de ensino. Visto que o modelo epistemológico pedagógico relacional e a teoria construtivista nos leva a buscar novos mecanismos que propicie que a criança cresça, adquira autonomia e desenvolva a sua criatividade.
De fato no semestre
passado pude vivenciar isso nas minhas praticas em sala de aula com meus alunos.
Principalmente quando usei as ferramentas midiáticas com eles seus rostinhos
brilhavam, ouve realmente trocas não só de perguntas e respostas, mas trocas de
conhecimento, pude entrar no mundinho deles e conhecê-los um pouco mais, seus
gostos pela mídia. Os que não gostavam de jornal, tinha as revistas, TV e net e
outros recursos que me auxiliou e propiciou a aprendizagem ativa de trocas recíprocas
de conhecimentos.
É importante
refletirmos Paulo Freire, onde, ele destaca o que pensa sobre alfabetização,
dizendo que: “aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas,
palavras ou frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e
escrever e sobre o profundo significado da linguagem”..
Referência:
FREIRE, Paulo.
Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São
Paulo: Paz e Terra.
1996.
Antonia, que ótima postagem! Esse exercício de refletir sobre a prática é fundamental para ressignificá-la.
ResponderExcluirA formação é determinante para te possibilitar novos olhares e desenvolvimento teórico e prático. Bela caminhada!
Att, Katielle de Oliveira.
Tutora de Seminário Integrador.