sexta-feira, 25 de maio de 2018

Dialogicidade em Pedagogia do oprimido, (EJA).


Dialogicidade em Pedagogia do oprimido, Freire (1993) elabora uma fundamentação teóricofilosófica sobre as condições do diálogo verdadeiro e seu papel central para uma educação libertadora.  De acordo com o que estudamos no texto resgata que “não existe uma cultura melhor que a outra”. Nessa perspectiva Freire afirma que o dialogo faz o “outro” refletir e se conscientizar, a se libertar das amarras que o prende e oprime. Isso exige uma amabilidade, ou seja, respeitar o “outro” no seu contexto, na sua vocação, na sua vida. Buscando, almejando a tão sonhada paz, em outras palavras estimula o professor estudar e aprender com o aluno.
A imagem abaixo expressa bem a ideia que Paulo Freire nos passa da pedagogia do oprimido.
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Com relação ao diálogo em sala de aula, certo dia a colega do grupo relatou que um aluno chamou  de “burra” a coleguinha que estava com dificuldades. A colega professora regente da turma naquele momento, reuniu a turma e discutiram a situação sobre a opinião de cada aluno se era legal chamar a colega de “burra”. E a maiorias disseram que era bullyng o que Joãozinho estava fazendo com a colega. Ela perguntou se o “bullyng” poderia ser o tema gerador do mês e todos concordaram que sim, poderia ser o tema gerador. Dessa forma foi trabalhado o tema gerador, a partir da reflexão que os alunos fizeram naquele momento. Freire afirma que o tema gerador faz brotar conhecimento significativo. No sentido de questionar o currículo por que é assim, por que não pode ser diferente?
Na reflexão do grupo chegamos à conclusão que para Paulo Freire educar não é doutrinar e sim politizar. A educação cidadã é um desafio, porém não devemos desistir de lutar contra escola sem partido, com proposta conservadora, que fala em neutralidade. Más, que na realidade sua proposta é bem contrária à educação cidadã de qualidade.
Por fim Paulo Freire nos ensina a ensinar, a repensar o nosso papel enquanto educador. Faz-nos pensar no aluno, enquanto sujeito. Faz-nos refletir, nos colocar no lugar do aluno com o intuito de nos tornarmos mais humanos e a pensar onde queremos chegar com a nossa proposta pedagógica.  Ou seja, pensar onde queremos que este aluno consiga chegar. Primando sempre a sua autonomia e cidadania. 
Pensar nesse aluno dessa imagem que coloquei aqui no finalzinho do texto para refletirmos sobre a pedagogia do oprimido de Paulo Freire.
Referência:
https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=pedagogia+do+oprimido+de+paulo+freire&f Acessado em 25/05/2018.

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