terça-feira, 28 de maio de 2019

TIC e a EAD

 Inclusão digital

Businessman using notebook with technology, internet and networking concept : Foto de stock



Pensando na oportunidade que tive de cursar uma licenciatura a distância aumenta as possibilidades de inclusão digital, o que por sua vez amplia a percepção de mundo bem como trás empoderamento e autoconfiança.
Reconheço e sei dos benefícios do acesso a um curso superior a distância em especial as aprendizagens das TIC, posso dizer com conhecimento de causa, pois vivenciei isso em minha vida acadêmica desde o início no PEAD.
Confesso que com certeza a EAD foi minha chance de inclusão no universo acadêmico, fiquei mais ativa virtualmente depois que do PEAD, vi-me bem mais ativa e curiosa. Lembrando que não foi sempre assim, no início do curso, sentia-me confusa e tinha ansiedade, queria fazer tudo menos tocar no computador. Mas, precisava pois, minha faculdade era EAD, Eu não sabia nem postar minhas tarefas. Ficava pensando será que é da forma que estou fazendo? Tudo era novo precisava de ajuda, lembro-me que a tutora Raquel muito eficiente caiu do céu e me deu um grande empurrão. Quando via colegas digitando com muita rapidez, enquanto eu, catando milho como diz no interior, me sentia um pouco impotente e até mesmo envergonhada e receosa de perguntar e errar. O legal!  É que fui ganhando habilidade, desenvolvendo técnica que nem eu mesmo sabia que conseguiria desenvolver, por exemplo, postar documento, vídeos, fazer pesquisa de diversas forma. Aprendi a usar a plataforma do Pbworks, aprendi a dominar o espaço da internet trocar mensagens de forma nova para mim. Na minha cidade em MT só tem uma universidade pública e é muito concorrida. Sinto-me muito grata pelo salto que as universidades estão rompendo seus muros para a inclusão digital e comunicação mediada com o computador. Não só com seus belos laboratórios de informática, mais mediando e possibilitando para que de fato a inclusão digital seja uma realidade no campo acadêmico.

Inclusão em escola exclusiva Como devem ficar as escolas das instituições especializadas?

"A LDBEN cita as modalidades Educação Profissional e Educação Especial em capítulos destacados da Educação Básica e Superior, não podendo estas modalidades expedirem certificações equivalentes ao Ensino Fundamental, Médio ou Superior. Portanto, está correto o entendimento de que a Educação Especial perpassa os diversos níveis de escolarização, mas ela não constitui um sistema paralelo de ensino, com seus níveis e etapas próprias. A Educação Especial é um instrumento, um complemento que deve estar sempre presente na Educação Básica e Superior para os alunos com deficiência que dela necessitarem. Uma instituição especializada ou escola especial são assim reconhecidas justamente pelo tipo de atendimento que oferecem, ou seja, atendimento educacional especializado. Sendo assim, suas escolas não podem substituir, mas complementar as escolas comuns em todos os seus níveis de ensino. Conforme a LDBEN, em seu artigo 60, as instituições especializadas são aquelas com atuação exclusiva em educação especial, para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder Público" (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão Brasília, setembro de 2004, 14)
 A interdisciplina que tive no PEAD de Educação de Pessoas com necessidades educacionais especiais e o estágio curricular obrigatório em uma unidade escolar especializado proporcionou-me ter uma visão mais criticas com relação a essas escolas.


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 Como devem ficar as escolas das instituições especializadas? Inclusão em escola exclusiva ou inclusiva.

A LDBEN deixa claro que as escolasdas instituições ditas especiais ou especializadas devem servir de apoio técnico e financeiro para o poder publico. Muitas vezes a categoria do magistério invisibilizam esse tipo de problema, vemos ainda muitas instituições especializadas sendo denominadas de escolas. Isso mesmo fazendo contribuições e até mesmo servindo de escola para muito aluno deficientes. Com professores que estão sem expectativa, não acredita no seu poder poder de mudança. A culpabilização é de quem? Normalmente é colocada na família que não conhece a LDEBEN. Se a categoria soubesse que também são responsáveis pela não participação dos pais e por não potencializar o aluno. Muita coisa mudaria em direção a qualidade ideal nessa modalidade de ensino.

Escola "diferente" ou escola "não democrática"

Resultado de imagem para imagem de escola democratic inclusivaA escola democrática deve ser participativa e inclusiva. Observo pelas minhas vivencias nas várias escolas que já passei o quanto as escolas precisam mudar principalmente adaptar-se.
Fazer a educação com  qualidade onde seja acessível e participativa. Deve ser pensado e gestado como importante para essa mudança. O PPP (Projeto Político Pedagógico) deve ser formado por toda a comunidade para os discentes.
Pensar o sujeito como um bem comum a todos da escola implica em pensar no direito do aluno independente de onde esteja através de políticas públicas.
     Deve ser frisado que todo aluno no município tem o mesmo direito. Os pais devem se inteirar de seus direitos, ou melhor, devem conhecer bem a LDB.

O antes e o depois no PEAD

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                                        Reta final

Estou na reta final depois do maravilhoso estágio, o meu relatório foi um pouco trabalhoso por não entender bem a proposta. Bom! No final deu tudo certo.
Agora no TCC, encontrei uma orientadora na área a professora  Dra. Gabriela Brabo caiu do céu na hora que mais precisava me tranquilizei mais. Está sendo uma delícia pesquisar, costurar e montar o texto tendo alguém que me dê suporte pedagógico, sinto que posso respirar melhor agora. Isso significa sucesso, essas professoras e professores estudam bastante para nos dar esse suporte pedagógico e assim, fazer uma educação de qualidade que é o que mais sonho. É seguindo  esse  sonho que vim parar na UFRGS, uma universidade preocupada com a qualidade do ensino. pois,  percebo que é um trabalho sério que foi pensado em conjunto para mim como aluna professora.
Pois, esse tempo no PEAD, me fez perceber e refletir o meu papel como professora. Ou seja, agora sei que quando me esforço, oferecendo o melhor de mim no meu trabalho não estou fazendo pelo sujeito ou para a escola, estou fazendo por mim mesma pois, se o aluno não está bem meu trabalho também não atingiu o resultado esperado. Uma vez que  a avaliação deve ser sempre em cima do trabalho do professor, sendo assim, se o aluno vai bem o mérito será também do professor.  Aprendi a pensar no bem estar do meu aluno como um bem comum, isso implica pensar no direito que o aluno tem independente do local onde esteja, seja público ou privado. Dessa forma não corro o risco de ser parcial com meus alunos.
Tudo no PEAD  foi bem planejado e bem apurado para mim aluna - professora, com o corpo docente bem atenciosos e capacitados.
 Fazendo um paralelo do meu trajeto no  PEAD entre o antes e o depois  posso dizer que evolui muito profissionalmente e passei a amar  mais ainda o que faço apesar dos percalços  tudo está valendo a pena!
Pensando assim resolvi explicar um pouco dos desafios nessa minha trajetória desde o inicio até chegar aqui no PEAD. Em 2015 após longos oito anos longe do ambiente acadêmico devido a problemas relacionados a saúde do meu pai e posteriormente da minha mãe, ingressei-me no curso de Pedagogia na modalidade EAD/UFRGS, acreditando em um novo formato de ensino de qualidade. De início gostei da ideia por ser um Ensino de Modalidade a Distancia (EAD), acreditava que seria simples, não precisaria ficar quatro horas dentro faculdade, pois, já tinha feito uma graduação. O tempo que fiquei longe da academia gerou-me perdas significativas, quase desisti do curso do PEAD várias vezes principalmente pelo desafio da minha escrita, administração do tempo de estudo e conciliá-lo com o trabalho e o uso do computador que a essa altura eu me via bem desconexa com a realidade do PEAD. Parece pouco a minha evolução para muitos, mais para mim o desafio do recomeço é bem visível as adversidades enfrentadas, sinto-me vitoriosa só pelo fato de ter chegado até aqui. Embora não invisibilizo que ainda ha muito que melhorar. O PEAD e o amor a profissão me empodera e faz-me sentir o desejo de chegar mais longe.  Encerro esta minha postagem com esta citação de Gohn (2004, p. 230) sobre empoderamento onde ele refere-se tanto
                              ao processo de mobilização e prática destinado a promover e impulsionar                                              grupos e comunidades - no sentido de seu crescimento, autonomia, melhora                                          gradual e progressiva de suas vidas (material e como seres humanos dotados de                                   uma  visão crítica da realidade social), dos excluídos, carentes e de mandatários de                                bens elementares à sobrevivência, serviços, atenção pessoal etc., em sistemas                                          precários, que não contribuem para organizá-los.                           
                                                                                                                  
Referencia
OHN, Maria da Glória. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais e Saúde soc. . [online]. 2004, vol.13 n 2 pp. 20 - 31. Maio/ag. 2004.


terça-feira, 19 de março de 2019

Ultimo Eixo


A imagem pode conter: 2 pessoas, incluindo Antonia Cardozo, pessoas sorrindo, área interna e close-upA imagem pode conter: 3 pessoas, incluindo Antonia Cardozo e Andreia Manoel, pessoas sorrindo, pessoas em pé e área interna

     O eixo IX, chegou finalmente!
     O tão esperado TCC está ai. Amanhã acontecerá a minha primeira aula presencial do nono eixo.
     Como professora reflexiva que sou, gostaria de completar o que foi-me perguntado durante a apresentação do Workshop o que significa o PEAD  para mim durante todos esses eixos anteriores.
     Primeiramente o PEAD significa vontade de seguir em frente, de não sentir medo dos meus sonhos, de não parar por aqui. Na verdade seria superação, hoje me sinto empoderada, mais autonoma, com um forte sentimento de pertencimento com relação ao PEAD.
     Por poder usar os computadores do laboratório de informática em muitos momentos que precisei sinto-me mais segura de mim mesma.
     Agradeço a todos que lutaram para que isso acontecesse em especial a minha querida coordenadora e professora que durante todos os semestres esteve presente na interdisciplina do Seminário Integrador e corrigindo as minhas Sínteses Conclusivas do final de cada semestre, apesar do curso ser a distancia sempre tive acesso a ela encorajando-me do seu jeito, impulsionando-me para frente fazendo com que acreditasse em mim mesma quando eu mesma já estava desistindo de mim mesma.
     Agradeço a professora e secretária Giane que sempre me atendeu com muita presteza fazendo sempre além do que lhe era delegado fazer em suas tarefas corriqueiras como secretaria e por ouvir-me quando precisei.
     A professora Mariangela sempre dedicada insistindo de que precisávamos sempre aprender umas com as outras e a todos os profissionais de sucesso que nos deixam bem felizes por terem estudado para nos dar esse bom suporte pedagógico e nos deixar felizes só pelo fato de estarem ali. Dizem que o segredo do sucesso é deixa as pessoas seguras e felizes pelo fato de estarem presentes em suas vida. Ou seja, fazer a diferença  na vida das pessoas deve ser a maior recompensa do amor e dedicação demonstrada por esses grandes profissionais que tanto admiro.
     Por enquanto fico por aqui, tem muito mais a ser dito e mais pessoas que preciso citar como o coordenador Credine muito respeitado, o admiro por manter sempre uma postura profissional digna de seu posto de trabalho ético e por ser  bem ponderado. A todos os tutores como a Betinha, Glauber, Karla e outros por suas dedicação.


Caras colegas depois falo mais a inspiração parou por aqui. Abraços a todos.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Contemplando a minha aprendizagem

As minhas primeiras primeiras postagens no meu blog era a princípio mais informativa. Muitas vezes não refletia a minha pratica de ensino com as teorias aprendidas no decorrer do curso. Caros colegas! Vocês podem verificar o que estou dizendo no link do lado > http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2015/12/memoria.html
     As postagens no blog deixa visível o exercício da escrita que levou-me a uma preparação para o T.C.C (Trabalho de Conclusão de Curso). Aproveito para acrescentar o quanto estas postagens auxiliou-me na escrita, considero um treino muito relevante. Particularmente quando quando contemplo sobre essa trajetória percebo o quanto ainda preciso melhorar os meus textos.
     No pano de fundo do que ela lê e aprende existe uma lógica por trás. Assim, hoje amadureci com meu Potifólio de Aprendizagem com relação aos aspectos acima relacionados. Sócrates teve uma grade sacada quando percebeu : _" Tudo que sei é que nada sei". Ou melhor, qundo mais se aprende mais se percebe que não sabe ou que existe infinidades de coisas a serem descobertas e aprendidas.
Venho buscando desde o início superar-me nesse aspecto. Considerando os erros da minha escrita , hoje, posso dizer que a cada semestre melhorei um pouco. Em muitos momentos aprendi com meus próprios erros. Aprendi a ter um olhar cuidadoso sobre esses erros.
     A proposta é considerar a produção valorizando o esforço e dedicação. Em muitos momentos no inicio do semestre foi-me dito que precisava melhorar em muitos aspectos referente a minha escrita. Porém, senti que a minha tentativa era valorizada. Refleti muito no quanto isso ajudou a melhorar a minha pratica pedagógica em sala de aula com meus alunos com relação a leitura e escrita da minha turma. No processo da aquisição da escrita, na leitura, na cconstruçã dos conceitos matemáticos e outras aprendizagens.
      A caminhada ainda é longa, creio que ha muito ainda a percorrer

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Ludicidade




Disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem Acessado em: 28/12/2018.


Com o passar dos tempos o PEAD mostrou-me o quanto o lúdico é importante no processo ensino/aprendizagem da criança. As crianças realmente levam a sério o brincar.
     Muitas vezes quando queria  que eles levassem a sério o conteúdo aplicado adaptei a determinada brincadeira e na maioria das vezes dava certo elas respeitavam direitinho as regra.
Certo dia percebi que a turma estava muito dispersa entre si. Pensei em como poderia promover a integração entre eles, as brigas eram constantes. A escola promovia palestras sobre boas maneiras e afetividade. Passávamos filmes e eles continuavam se queixando uns dos outros. Até que tive a ideia de fazer brincadeiras de passar bilhetinhos exaltando os pontos positivos dos colegas e tentassem descobrir de qual pessoa o bilhete falava. Lembro-me de ter ensinado outra brincadeira que fazia muito durante a minha adolescência em MT (Mato Grosso).
     Nessa brincadeira tínhamos a oportunidade de apertar a mão da pessoa escolhida da roda com os olhos vedados por um lenço. O aluno da roda que escolhesse pera - deveria acenar com a mão para a pessoa escolhida;uva -  dar um oi; maçã - o aluno deveria dar um abraço na pessoa escolhida por ele da roda. Por ultimo quem escolhesse salada mista deveria dar um beijo no rosto do aluno escolhido por ele ou ela. A regra era, depois de escolhida a pessoa ou aluno (a) da roda não poderia trocar por outra pessoa. Quando a professora dissesse é esse? O aluno responde dizendo, não até chegar na pessoa que sem olhar o aluno(a) responde (sim) é esse. Se escolhesse  deveria fazer o correspondente a fruta ou salada mista escolhida. Ex: se escolhesse salada mista deveria dar um beijo no rosto da pessoa escolhida e assim por diante. Se tivessem alguma desavença com algum colega, nesse momento deveria esquecer as divergências.
     Com essa brincadeira percebi que nos corredores um falava salada mista para o outro.
     Assim a turma ficou mais alegre, amigável. Pararam com o receio de tocar um no outro. Antes se tocassem um no outro era motivo de discórdia e xingamentos, gerando um clima de mal estar entre todos.
Conforme o relato dessas experiências desde muito cedo como já foi postado nos primeiros eixos a criança já brinca e gosta de brincar. Que tal vivenciar experiências  como essa? Seus alunos vão adorar.
Por fim, refletindo o que escrevi antes sobre ludicidade e concepção que tenho hoje desse conceito, não mudou muito, mais acrescentou muito. O brincar é um espaço de apropriação e constituição pelas crianças de conhecimentos e habilidades. Esses conhecimentos vão se tecendo nas narrativas do dia-a-dia. Construindo as bases para a aprendizagem e situações que aproxima da realidade cotidiana do aluno. Pensando novas formas de desenvolver o tripé que envolve o brincar, cultura e conhecimento com as experiências da infância e por que não da adolescência também? Escolhi a postagem do link abaixo para continuar comprovando o que escrevi acima.  Disponível em>
https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2016/06/brincadeira-e-coisa-seria.htmal Acessado em: 28/12/2018.