
Reta final
Estou na reta final depois do maravilhoso estágio, o meu relatório foi um pouco trabalhoso por não entender bem a proposta. Bom! No final deu tudo certo.
Agora no TCC, encontrei uma orientadora na área a professora Dra. Gabriela Brabo caiu do céu na hora que mais precisava me tranquilizei mais. Está sendo uma delícia pesquisar, costurar e montar o texto tendo alguém que me dê suporte pedagógico, sinto que posso respirar melhor agora. Isso significa sucesso, essas professoras e professores estudam bastante para nos dar esse suporte pedagógico e assim, fazer uma educação de qualidade que é o que mais sonho. É seguindo esse sonho que vim parar na UFRGS, uma universidade preocupada com a qualidade do ensino. pois, percebo que é um trabalho sério que foi pensado em conjunto para mim como aluna professora.
Pois, esse tempo no PEAD, me fez perceber e refletir o meu papel como professora. Ou seja, agora sei que quando me esforço, oferecendo o melhor de mim no meu trabalho não estou fazendo pelo sujeito ou para a escola, estou fazendo por mim mesma pois, se o aluno não está bem meu trabalho também não atingiu o resultado esperado. Uma vez que a avaliação deve ser sempre em cima do trabalho do professor, sendo assim, se o aluno vai bem o mérito será também do professor. Aprendi a pensar no bem estar do meu aluno como um bem comum, isso implica pensar no direito que o aluno tem independente do local onde esteja, seja público ou privado. Dessa forma não corro o risco de ser parcial com meus alunos.
Tudo no PEAD foi bem planejado e bem apurado para mim aluna - professora, com o corpo docente bem atenciosos e capacitados.
Fazendo um paralelo do meu trajeto no PEAD entre o antes e o depois posso dizer que evolui muito profissionalmente e passei a amar mais ainda o que faço apesar dos percalços tudo está valendo a pena!
Pensando assim resolvi explicar um pouco dos desafios nessa minha trajetória desde o inicio até chegar aqui no PEAD. Em 2015 após longos oito anos longe do ambiente acadêmico devido a problemas relacionados a saúde do meu pai e posteriormente da minha mãe, ingressei-me no curso de Pedagogia na modalidade EAD/UFRGS, acreditando em um novo formato de ensino de qualidade. De início gostei da ideia por ser um Ensino de Modalidade a Distancia (EAD), acreditava que seria simples, não precisaria ficar quatro horas dentro faculdade, pois, já tinha feito uma graduação. O tempo que fiquei longe da academia gerou-me perdas significativas, quase desisti do curso do PEAD várias vezes principalmente pelo desafio da minha escrita, administração do tempo de estudo e conciliá-lo com o trabalho e o uso do computador que a essa altura eu me via bem desconexa com a realidade do PEAD. Parece pouco a minha evolução para muitos, mais para mim o desafio do recomeço é bem visível as adversidades enfrentadas, sinto-me vitoriosa só pelo fato de ter chegado até aqui. Embora não invisibilizo que ainda ha muito que melhorar. O PEAD e o amor a profissão me empodera e faz-me sentir o desejo de chegar mais longe. Encerro esta minha postagem com esta citação de Gohn (2004, p. 230) sobre empoderamento onde ele refere-se tanto
ao processo de mobilização e prática destinado a promover e impulsionar grupos e comunidades - no sentido de seu crescimento, autonomia, melhora gradual e progressiva de suas vidas (material e como seres humanos dotados de uma visão crítica da realidade social), dos excluídos, carentes e de mandatários de bens elementares à sobrevivência, serviços, atenção pessoal etc., em sistemas precários, que não contribuem para organizá-los.
Referencia
OHN, Maria da Glória. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais e Saúde soc. . [online]. 2004, vol.13 n 2 pp. 20 - 31. Maio/ag. 2004.
OHN, Maria da Glória. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais e Saúde soc. . [online]. 2004, vol.13 n 2 pp. 20 - 31. Maio/ag. 2004.
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