quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Quem é o verdadeiro deficiente?

A maioria das crianças não conseguem fazer lastro com a sala de aula. Contudo, fica fora dela. A escola que me encontro no momento não tem recurso suficiente para apoiar e criar laço com alunos portadores de deficiência.  Dessa forma ainda não pode se dizer que é uma escola preparada para incluir alunos com deficiência. Este não é um caso isolado da escola. A autora Isabel diz que em geral a sociedade é que é deficiente em atender pessoas portadoras de deficiência, carregadas de estigmas do preconceitos e discriminação.
Por fim, refleti ainda no quanto devemos contribuir para que as injustiças, comportamentos estigmatizados e posturas sem ética estejam a margem do conhecimento e experiências acumulados no seu cotidiano escolar. Onde estes alunos estão inseridos. 
A imagem abaixo mostra o aluno de inclusão criando laço com seu ambiente escolar e o objeto a ser estudado.


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Jean Piaget sua teoria sobre o desenvolvimento da inteligencia

            Caros Colegas! Ouvimos muito se falar da teoria do desenvolvimento da inteligência do autor Piaget. Quando apliquei e fiz a observação do Método Clinico. Observei que minha aluna Down escolhia sempre o que estava mais próxima a ela. E sempre esquecia o que estava fazendo, precisava que eu repetisse várias vezes para ela, ainda assim se confundia ao organizar seu entendimento (próprio da Síndrome). Gostei muito desse método, pois, é uma forma de ouvir e entender o sujeito (aluno) em seu processo de construção do conhecimento. No método Clinico o importante é aproveitar a curiosidade do professor, lançando perguntas para a criança. Ouvir o aluno também é muito importante nesse processo de construção e desconstrução do conhecimento. Uma vez que ao falar o aluno constrói conhecimento e interagem uns com os outros. Como o próprio autor diz a estrutura social e afetiva instala possibilidades cognitivas.
Segundo a autora Maria Luiza este método possibilita que: “os educadores consigam escutar o sujeito escondido neles próprios e não se amedrontem com suas manifestações...”. (p. 47)
A princípio quando o Método Clinico de Piaget me foi apresentada confesso que fiquei um pouco confusa. Mas, a partir das leituras recomendada pelas professoras da interdisciplina da Psicologia da Educação e aplicando os exemplos do Método Clinico foi ficando mais claro. Neste momento já consigo entender e aplicar este método com meus alunos. 

Referência:
Costa, Maria Luiza Andreozzi da. Piaget. E a intervenção Psicopedagógica. São Paulo- Sp. 1997. Editora: Olho dágua. 1º Edição.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Relato de pais presentes na vida de sua filha, com síndrome de Down.

   Caros colegas! Gostaria que soubessem que diferentemente dos pais no filme: Como estrela na terra/toda criança é especial. Os pais da aluna Luiza (down) são muito presentes na vida escolar dela, dessa forma relatarei o parecer deles com relação a vida escolar da sua filha e os desafios que ela enfrenta. Apresentando a sua filha a seus professores aos que ainda não a conhecem.
   Piais: Luiza! Uma menina de 12 anos, com sonhos e alegrias como toda pré-adolescente, de sua idade onde irão conhecer sua meiguice, malicias, manhas e meios de se guardar dos preconceito e ignorância das pessoas em relação à sua maneira única de se relacionar e interagir com muito amor com as pessoas! Seu aprendizado e potencial, dar-se grande parte à profissionais que exercerão com sabedoria, a sua missão até hoje. Mas, também a ela que como uma guerreira, nunca desistiu de aprender.
Sua capacidade é evidenciada por, mestres, profissionais e nós como pais de que com paciência e com métodos certos, acreditamos na sua vitória em relação ao seu aprendizado na "Escola" será alcançado.
   Uma criança linda apaixonante como irão ver, mas, com algumas limitações cognitivas e motoras que exigem a dedicação de vocês
Uma criança que surpreende todo o dia que nos ensina a sermos mais felizes e conhecermos o amor puro, aquele que não quer nada de volta, sem medida.
Luiza, uma pérola esperando a sua ajuda para ser lapidada.

Luiza: não faz uso de mediação.

Dificuldades em abrir potes e fracos.
Usa óculos. Dificuldade motora leve.
 Necessita de orientação em atividades esportivas, físicas e fisiológicas.

Pai: André

Mãe: Samara

Seus pais concordaram em contribuir com esta postagem contemplando a interdisciplina do Seminário Integrador.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Estímulo à leitura para futuros leitores


Caros colegas! Com base no conhecimento que temos da importância dos pais disponibilizarem a se comprometerem e a dedicar um pouco do seu tempo para escolherem para comprarem livros com histórias e contos diferentes para seus filhos. Uma vez que a nossa proposta como professores alfabetizadores são a de estimular o hábito da leitura e proporcionar um momento de convívio e interação entre pais e filhos, fortalecendo este vínculo.

Porém! Quase sempre a desculpa é a mesma a falta de dinheiro e quando compravam não tinha muito a ver com histórias voltada para crianças. Como solução para esse impasse a Ana, Bibliotecária, da escola de tanto insistirmos resolveu apostar nos pequenos. Surgindo assim o clubinho da leitura infantil, foi explicado aos pais que o clube veio para auxilia-los no sentido da escolha dos livros que não precisavam ser novos poderiam virem de doações. Além da ajuda dos pais, os alunos maiores de outras turmas da escola auxiliavam. Nas gincanas, por exemplo, arrecadavam por meio de doações muitos livros para o “clubinho de leituras infantis”. As obras eram selecionadas por nós professores. A preocupação desta equipe antes de tudo seria a de fazer um planejamento para propor que as obras sejam adequadas à criança e que não se repita as temáticas. Evitando também temáticas muito comerciais, repudiando qualquer tipo de preconceito e discriminação. As perspectivas foram boas, pois a receptividade por parte das professoras e pais que iria ler para os alunos do jardim I de (4 – 4ª 11 m)e jardim II de (5 – 5ª 11 m), tem sido bem positiva e com ótimos resultados. As crianças não tem medo de abrirem os livros, abrem e começam até a imitarem os adultos lendo. 

Curso de Psicanálise

Caros colegas! Como estou começando a trabalhar diretamente como monitora de inclusão. O Curso de Psicanálise de extensão do curso de Educação da Ufrgs. Me proporcionou  fazer uma análise em minhas praticas com minha aluna Down e outro aluno autista. Especialmente com o ultimo,  que exigiu muito de mim, visto que era uma nova situação diferente de tudo que já vivi.
Os texto e as aulas me fez ver que autismo perpassa um processo de ensino a longo prazo, me fez compreender o quanto o laço afetivo é tão importante no processo ensino aprendizagem. A definição de autismo ainda é obscuro na área médica.
Aos poucos meu aluno foi se interagindo e se integrando com a sala de aula, conseguimos em parceria com alguns servidores do pátio como a Tia Rosália e o Tio Flávio outros a incentiva-los a sentir importante e estar a vontade para se dirigir a sala de aula com seus coleguinhas.
Após aprender sobre a importância do laço e alguns esforços para entendê-lo. Uma vez que só emitia som, mesmo assim me comunicava com este aluno, na esperança de que de alguma forma me compreendesse. Mesmo sem entender relatava todos os dias à rotina das aulas, aproveitava para apresentar as repartições da escola e interagir com outros funcionários e alguns alunos escolhidos a dedo para que não o assustasse. A título de conhecimento isso tudo acontecia quando estava tranquilo e tinha tomado os remédios direitinho em casa. Aos poucos fomos nos direcionando para a sala de aula, onde ele mesmo escolheu a classe que queria se sentar, escolheu sentar bem no fundo da sala, uma vez que, adora observar os coleguinhas.

                As aulas de Psicanálise e os diálogos com as colegas do curso, tirando nossas dúvidas com a professora, expressando nossas angústias e inquietações, eu como iniciante na área de inclusão aproveitei essa oportunidade para tirar minhas dúvidas e anotava tudo o que a professora falava sobre autismo. Gostei muito que a professora trouxe textos maravilhosos sobre autismo e outros relacionados a inclusão. Possibilitando trocas de conhecimento e aprendizagem, coloquei em minhas praticas diária de ensino. Uma vez que a princípio essa era a proposta da professora, Dra. Simone para o curso da Psicanálise para este semestre. Sobretudo, veio ao encontro com as disciplinas estudadas neste semestre. Anseio para que nos próximos semestres se repitam cursos enriquecedores como esse.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Conhecendo um pouco você, meu Blog querido!

Caros colegas! Atualmente tenho me interessado muito por desenhos e recortes de E.V.A. A partir de então tenho feito muitas buscas na internet do buscador Google. Obtive muito sucesso entrando nos blogs sobre alfabetização com o termo “blog sobre alfabetização”, para minha surpresa encontrei muitos criados por professor/a alfabetizador/a, todos brasileiros.
Resolvi pesquisar sobre o blog, encontrei inúmeras pesquisas, mas, a que mais me chamou atenção foi esta da revista: “Presença Pedagógica, tendo como tema: Blogs sobre alfabetização: Um currículo produzido por professoras”. (pgs. 59-65). Das professoras: Gabriela Silveira Meireles e Marlucy Alves Paraíso. Esta revista com essa pesquisa me proporcionou tirar muitas duvidas e me forneceu muitas informações sobre blogs que até então não conhecia. Apliquei muitas informações sobre alfabetização na minha prática diária de educação.
Espero caros colegas que sirva de apoio pedagógico para vocês esta humilde pesquisa sobre blogs.
Nesta pesquisa é colocada que um dos fatores que podem explicar grande número de blogs educativos sobre alfabetização é a cobrança atual relativa ao tema. Como se sabe foram criadas políticas que antecipam para os seis anos de idade a entrada da criança no ensino fundamental, que passou de oito para nove anos.
Continua relatando que as professoras alfabetizadoras tem se utilizado dos blogs para criar espaços ou “vias alternativas” na divulgação de suas práticas pedagógicas e dos trabalhos por elas realizados em sala de aula. Além disso, algumas professoras alfabetizadoras que os criam e usam em suas práticas acreditam que os livros didáticos do 1º ano do ensino fundamental são insuficientes para alfabetizar as crianças. Consideram, assim, que estes podem utilizar na prática docente e no processo de alfabetização.
O argumento aqui desenvolvido é o de que nesses blogs são divulgados determinados saberes, práticas, orientações e modos de subjetivação que ao serem acionados, divulgados, disponibilizados, copiados (já que links são copiados pelas “blogueiras” e multiplicados em diferentes espaços) e até mesmo utilizados em suas práticas pedagógicas, têm como efeito a produção de um tipo de currículo para a alfabetização, criado, mantido e proposto por professoras alfabetizadoras.
As autoras ressaltam que esses saberes selecionados pelas “blogueiras” representam uma “escolha” do que se deseja ensinar, do que ajuda a alfabetizar e do que consideram  adequado para as crianças nessa etapa do ensino.
Finalizam fazendo uma reflexão sobre a virtude da facilidade DAE divulgação, da possibilidade de conectar professoras dos mais diferentes lugares e pela interatividade, que atrai e seduz, os blogs parecem favorecer a comunicação entre professoras alfabetizadoras que estão ávidas pela troca de experiências, de opiniões, de sugestões e de idéias, diante dos desafios vividos no cotidiano da escola. Isso tudo faz com que os blogs criados pela professoras alfabetizadoras, com seu currículo para a alfabetização. Exatamente por isso eles merecem nossa atenção.

Banco de Imagem - computador, casa. Fotosearch - Busca de Imagens, Fotografias Mural, Fotos Clipart
 A imagem acima mostra um professor pesquisando outros blogues de alfabetização e se sentindo agraciado com as novas descobertas.

Referências


PARAÍSO, Marlucy Alves. Política da subjetividade docente no currículo da mídia educativa brasileira. Revista Educação e Sociedade, Campinas, vol. 27. N. 94, p. 91-115, jan./abr. 3.2006.
PARAÍSO, Marlucy Alves. Cultura e mídia educativa brasileira: poder, saber e subjetivação. Argos, 2007.
REVISTA, Presença Pedagógica. Diálogo entre universidade e educação básica para formação do professor. ISSN. 1413 – 1862 set/out. 2016 v. 20 / n. 119. EDITORA DIMENSÃO.
Blogs pesquisados
Oficinaalgabetizaçao.blogspot.com.br/
Diariodaprofaglauce.blogspot.com.br

Aartedeensinar.wordpress.com
https://www.fotosearch.com.br/CSP990/k10432054/ Acessado dia 05/12/2017.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Resultado de imagem para imagem de sujeito cognitivo, emocional, biológico, espiritual,






Antropologia: Estudo do homem
A humanização passa pela Educação. Que Educação?
Que ser binário queremos formar?
Educar: nstruir, guiar, transmitir saber, conduzir para a cultura, ou seja, educar para  o exterior o que está no interior, fazer crescer além de si mesmo. É esse o conceito que temos que ter, conhecer bem nosso aluno e saber o que realmente queremos para ele. Entender bem o conceito de educação e refletir sobre onde estamos e queremos chegar é um ótmo inicio.
.Objetivo de conhecimento;
.Prática de ensino;
.Foco da demanda social;
.Multiplas metodologias;
.Desenvolvimento de recursos;
“Mas a que de fato o gesto educativo se destina”?Pessoa real concreta, em um movimento histórico, para o seu desenvolvimento.
“Os seres humanos: são atores não muito conhecidos no meio educacional”. Segundo: Afonso Lopes Kintas, filósofo da pedagogia humanizada e persolista.
Educação não só como base mas como balizamento e estímulo pessoal e social.
Pedagogia humanizada, sugere e nos instiga a indagagar “o que o ser humano é”. “O que ele não é”. “O que ele pode vir a ser e auxilia-lo em vistas do seu desenvolvimento integral.

Pensando na minha prática como monitora embora não seja diretamente a minha responsabilidade de ensinar. Vivo fazendo essas perguntas e indagações me sinto muito responsavel por essa pessoa esse sujeito com deficiência educacional especial. Lendo esse texto percebi que essa deve ser a preocupação de todo professor  ou professora comprometidos com a boa qualidade no ensino.