quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Uma nova tecnologia



A internet como veículo de transmissão de informações, TCs (Tecnologia da Informação e comunicação) e sobre a tentativa inevitáveis de governos de cerceá-las. Pessoas honestas podem usar a tecnologia, e a polícia também pode, então há um equilíbrio.
Segundo Pierre Lévy em entrevista há Zero Hora diz: A nova alfabetização não é só aprender as letras do alfabeto, ou a ler e escrever, mas também estar apto a selecionar as fontes de informação, a ser capaz de analisar dados, a ser capaz de interagir em grandes comunidades online. Afirma ainda que são coisas relativamente difíceis, e que deveriam ser aprendidas ainda na escola. A tecnologia tornou possível uma utopia necessária: a difusão do conhecimento produzido pela humanidade como um grande patrimônio comum. Considerado um otimista das mudanças provocadas pela tecnologia, ele considera as ferramentas digitais como hiperdocumentos em expansão permanente. Ele continua a dizer que a internet é um espaço público não há privacidade na rede social, então quando você posta em uma rede social, tem que partir sempre da suposição de que todo mundo está vendo. Mesmo o e-mail. Se você usa Gmail, deve saber que o Google usa seus dados para análise e estatísticas aplicadas para mandar publicidade. Tendo em vista, que as redes sociais são custeadas pelas publicidades, ou melhor, pelas propagandas.
O IBEGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2015 afirmou: sobretudo que metade dos brasileiros estão conectados a internet. A proporção de pessoas que usa a rede cresce conforme aumentam o rendimento e a escolaridade.
Para Finalizar, pode-se afirmar que está pesquisa surgiu com a intenção de responder algumas indagações minhas quanto a internet, algumas delas respondida neste texto, como por exemplo: quem paga as redes sociais? Descobri que na rede social é uma utopia pensar que existe privacidade, e que a interação em grandes comunidades online são relativamente difíceis e que deve ser aprendida na escola. A entrevista com Pierre Lévy foi bem proveitosa nesse sentido para mim, me acrescentou muito, é uma forma também de ajudar meus alunos que em muitos momentos tem a mesma dúvida que eu. Espero ter agregado algum conhecimento a vocês colegas do curso, na intenção de multiplicar e aplicar estes saberes a nossas 


Bibliografia

Carlos.moreira@zerohora.com.br  sábado e domingo do dia 25 a 26 de junho de 2016.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Dança um estado de corpo



Show de dança folclórica — Fotografia de Stock #25609585

Realizamos uma atividade na interdisciplina do Seminário Integrador III, no qual analisamos tecidos em movimento, que me remeteu a ideia de dança, de corpos em movimento, pesquisei sobre o assunto e selecionei alguns autores e filósofos e seu entendimento sobre o assunto e cheguei a seguinte conclusão.
Deleuze (1988) fala que a dança se constitui um território animal fazendo uma analogia com um estado de atenção para a constituição de um território existencial. Um território que favorece o que não sabemos, leva-nos a beira do habito, à beira do cercadinho imaginário e concreto ao que pertencemos.
Clarice Lispector (1980) diz que o corpo era parte da terra. Contendo suas evoluções e revoluções.
Guattari (1996) junto com Deleuze afirma que pensamento é algo que raramente nos acontece. Em outras palavras quando algo perturba e força a pensar, força a expressão de um problema e a busca de respostas, a constituição de novas referências.  O pensar está ligado a um corpo físico, quando pensa rápido em qual será seu próximo movimento, envolvendo a dança.
Juntando as idéias de: Lispector, Guattari e Deleuze: pensar não responde a uma vontade de transcendência ou universalização, mas a uma ação e menor que nós mesmos e nossas vontades.   Uma vez que as perguntas nos força pensar e a fazer um projeto de pesquisa, que leva a produção do saber, que resulta num regime de poder.
Encerro este texto fazendo uma reflexão dessa analogia de corpo (dança) com o território que Marina Tampini professora bailarina, diz que: improvisar na dança não é perder-se em um buraco ou redemoinho sem referentes, nem tampouco fazer o primeiro  que nos ocorre. O marco em questão é dado pelas sensações e imagens que produzem os corpos em contato e a partir das forças físicas que geram e os sustentam. A função do marco é a de criar um território de indagações comuns, que estabelece com claridade o que fica fora e o que entra.
Em síntese penso que a atividade dos tecidos em movimento era uma introdução da pesquisa que iríamos realizar no decorrer do terceiro semestre, o qual resultou na produção do saber e na aquisição de conhecimento.

Bibliografia

DELEUZE, G Francis Bacon. Lógica de la sensación. Madri: Arena, 2003.
DELEUZE. G; GUATTRI, F. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
LISPECTOR, C. Água Viva. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.



O conhecimento novo se constrói a partir do antigo?






Algumas vezes o conhecimento novo vem negar um antigo, mas nem por isso deixou de se construir a partir dele.
Entrando um pouco na música para explicar um pouco essa questão de mudança a partir no velho, percebemos que antes a preocupação do professor com relação a música era só no sentido de conter os alunos que cantam desordenadamente e gritando com solavanco na voz esse é um exemplo de como a escola exerce o seu poder com a intenção de preservar a tradição de manter a ordem e a disciplina, deixando de lado o seu verdadeiro papel no sentido de, proporcionar aquisição de conhecimento a seus alunos.
As reformas educativas contemporâneas em nossa sociedade, marcam uma mudança importante com modelos anteriores de ensino e indicam necessidade de uma transformação das práticas docentes. Este texto nos leva a refletir os obstáculos e desafios aos quais as pesquisas na área de educação, propõem uma articulação entre a pesquisa e a prática. 
Procurar melhorar nem sempre é fácil, buscar sempre boas práticas desenvolvidas na educação é parte constitutiva do processo formativo e da valorização profissional, proporciona um bem estar no espaço escolar, dessa forma teremos alunos mais felizes e mais seguros de si.
Para que isso ocorra acredito que estamos no caminho certo aprimorando nosso conhecimento buscando sempre a excelência no ensino, é de extrema importância disseminar práticas didático-pedagógicas que tenham tido um bom resultado para que outros docentes possam ter acesso, analisar, refletir, adotar novas práticas a partir destas. E esse incentivo, a busca de novas metodologias, de novas abordagens, da inovação a instituição tem nos proporcionado, percebemos isso no nosso dia a dia em nossas práticas diárias em sala de aula.  Essa discussão, valorização e divulgação resultarão em uma escola cidadã e inovadora, onde todos saem ganhando.

Bibliografia

MAFFIOLETTI, Leda de A, “Práticas musicais na Educação Infantil” in CRAIDY; Carmem e KAERCHER, Gládis (org). Educação Infantil: Prá que te quero? Porto Alegre. UFRGS/ GOV. do Estado RS, 1998 pp. 111-122.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Parâmetros curriculares nacionais  (PCN): Introdução. Brasília, 1997. Disponível em: WWW.mec.gov.br acesso em 11 de novembro de 2003.

Aproveitamento da aula

Exame O bom Aproveitamento da aula

 Mulher usando laptop para tomar notas de estudo

 Estudar sem estímulo Estudar sem estímulo sem estímulo ou motivação é como estar com fome e sonhar que está comendo e acorda com o estômago vazio. É o mesmo que estar enganando o seu cérebro, dizendo que quer aprender, contudo, na verdade não é isso o que realmente sente.

Creio que o segredo do sucesso no estudo está na vontade, no desejo de fazer do estudo um momento proveitoso.
É preciso buscar a motivação para que o aprendizado aconteça mesmo nas atividades tediosas. Ter um projeto de estudo ou um roteiro de estudo, no nosso caso gerenciando o tempo através da tabela de organização do tempo ajuda muito nesse processo. Nas palavras de Freire é afirmado (1997, p. 37).
(...) Transformar a experiência educativa em puro treinamento técnico é amesquinhar o que há de fundamentalmente humano, no exercício educativo: o seu caráter formador. Se se respeita a natureza do ser humano, o ensino dos conteúdos não pode dar-se alheio a formação moral do educando. Educar é substantivamente formar.
Para finalizar vivemos de escolhas especialmente na nossa formação, muitas vezes nos privando de certas diversões, passatempos, abolindo muitas vezes a nossa necessidade de escolha em prol de um aprendizado produtivo. Seguindo um roteiro de estudo bem definido nos capacita para tal, sendo esta uma forma de perpetuar saberes oferecer condições de possibilidades para a construção do tão sonhado conhecimento, o saber não tem preço. As más escolhas ou a negligência em fazer boas escolhas embaçam nossa visão da realidade. Somente construindo e reconstruindo com autonomia, não só com o objetivo de passar no exame e esquecer depois e sim como ferramentas de conhecimento e resolução de  problemas.

Bibliografia

ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed. 1998 p. 26-30.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

O que é uma pesquisa?

Estudei na interdisciplina Seminário Integrador III, sobre o que é uma pesquisa e a importância de trabalhar a pesquisa em sala de aula com meus alunos.
Ao final dos estudos entendi que a pesquisa em síntese é uma busca, uma indagação, uma resposta.
Se a pesquisa é uma resposta, é essencial que sempre comece com uma pergunta. Se você tem uma pergunta e sabe a resposta, não há pesquisa a ser feita. Ao contrário, toda pergunta sem resposta ou com uma resposta insuficiente representa o ponto de apoio para toda a pesquisa.
Como uma porcentagem dos meus alunos estavam na fase do "por quê?" Passei a aproveitar melhor esses "por quê?" Até mesmo meus sobrinhos indagam muito por uma resposta, tudo tem que ter um "por quê?" As crianças perguntam porque querem uma resposta e essa resposta deve ser satisfatória. Hoje isso acaba me contagiando, trabalhamos muito com curiosidades e perguntas, a cada "por quê das coisas?" Hoje me soa diferente nos ouvidos e fico pensando  essas indagações daria uma boa pesquisa! Apesar de saber que trabalhar com pesquisa requer muito esforço e quebra de paradigmas tradicionais, bem como costumes antigos que não estão isentos da indagação crítica, por fugirem dos moldes pedagógicos da nossa sociedade líquida pós - moderna, que carrega consigo a plasticidade desse mundo e da historicidade de quem o faz.
Para mim o que ficou gravado dos conteúdos estudados na interdisciplina do Seminário Integrador III neste terceiro semestre, foi portanto que a pesquisa é uma técnica de buscar perguntas e construir as respectivas respostas.
Percebi pela pesquisa em grupo que estamos realizando nesse semestre que quanto mais fácil a resposta, mais simples a pesquisa; quanto mais amplas e mais difíceis as respostas, tanto mais se justifica a razão de ser de uma pesquisa. Por isso é importante transformar a nossa pesquisa na tarefa de uma, duas ou muitas perguntas. Dessa forma obterei o meu tema, que é essencial para dar início a pesquisa do grupo.
O nosso tema parecia pronto até que o transformamos em perguntas. Quando a pesquisa se transforma em perguntas, o ato de pesquisar torna-se tarefa divertida, ainda que muitas vezes difícil. Ao refletir sobre a pesquisa, percebo que é nada mais que um jogo de muitas perguntas, onde construiremos suas respostas. É preciso seguir um roteiro para ser bem sucedido na pesquisa, são eles: Deve começar sempre com um plano de pesquisa ou de ação, ou seja, um roteiro dos caminhos que acredita deve percorrer para chegar as respostas. Relacione as perguntas essenciais e anote onde acredita que possa ir buscar as respostas e enquadrar o tema de pesquisa em dois itens: tempo e espaço. Esta linha de ação nos ajuda a montar  plano de pesquisa
O tema da pesquisa é atual ou se refere ao passado? Se ao passado, há quanto tempo? Quanto ao espaço, pergunte-se onde fica o local do tema, qual a sua extensão.
Enquanto a pesquisa em sua posição espacial e temporal, verifique se é possível responder a estes questionamentos:
_ O quê?
_ Quem?
_ Onde?
_ Como?
_ Quando?
_ Por quê?
A pesquisa precisa de referencial teórico, ou fontes. Isto é, meios de informações essenciais ao êxito da pesquisa. É importante que tenha uma indicação de uma bibliografia sobre o assunto, mesmo que seja um livro, é provável que a bibliografia apresentada pelo mesmo traga-lhes outras fontes. Os livros são importantes, jornais, revistas enciclopédias, almanaques, telefone e internet são valiosíssimos. Tem também as fontes vivas ou fontes oral, enriquecida através de entrevistas.
Um pesquisador é comparado a um repórter xereta que não dá folga e a luta pelas respostas que precisa.
Registre o que for colhendo, um bom pesquisador nunca deixa de ter a seu lado, para todos os momentos, algum bloco para anotações. Ao ler um texto, ouvir uma entrevista, descobrir uma resposta, ter uma ideia, não perca tempo, anote tudo. Colecione o material necessário para suas respostas, ordenando ou classificando-o.
Anote, coloque tudo no papel, a redação é a parte final da pesquisa. Refaça as perguntas essenciais  e redija sua pesquisa como quem vai respondendo às diferentes questões que anotou. Cuide-se para nunca sair do assunto.
Aprendemos a concluir a redação da pesquisa, relendo sempre não como um autor, mas como um leitor crítico exigente. Refaça uma, duas ou tantas vezes quantas  forem necessárias, o trabalho feito.
Cuide dos detalhes, sua pesquisa não precisa ser apenas correta, mas também apresentável. Faça uma apresentação do conteúdo da pesquisa, algo como uma pequena introdução revelando o que o texto da pesquisa se propõe descobrir, nunca descuide de uma boa apresentação. Faça depois o corpo do seu texto, contendo as questões e suas respostas, ou caso prefira uma estrutura narrativa linear, com quem conta a história, capítulo por capítulo. Ao final, é importante algumas linhas com um resumo do texto, como uma pequena ficha final. Por fim a .bibliografia utilizada.
Espero que este trabalho de pesquisa sirva de suporte para a realização de uma pesquisa eficiente, tanto para a nossa pesquisa no curso do PEAD, como em nossas práticas de ensino com nossos alunos em sala de aula. Em síntese a pesquisa é uma busca,  é uma indagação, é uma resposta. Aprender a fazer pesquisa seguindo este roteiro apresentado chegaremos a uma  pesquisa eficiente e somente sendo bons pesquisadores poderemos ensinar novos pesquisadores oferecendo um ensino do futuro  para uma nova escola como dizia Paulo Freire.

Bibliografia 

Antunes Celso - A grande jogada Manual Construtivista de como estudar/ Petrópolis, Rj. Editora Vozes, 5ª edição.

 abceducatio - a revista da educação/ano 03 número 14 p.22  wwwabceducatio.com.br







Conceitos fundamentais na teoria de Piaget que auxilia no ensino fundamental.

Ao longo do curso despertou em mim um desejo de entender algumas teoria de Piaget. Principalmente por  as interdisciplinas do curso PEAD articular com esses conceitos, isso me permitiu obter  importantes avanços nas áreas pedagógicas que me auxiliou no ensino fundamental.
Não tem como falar da teoria de Piaget sem falar um pouco dele. J. Piaget em dois trabalhos, publicados respectivamente em 1926 e 1930, investiga o desenvolvimento de aspectos centrais que se referem à construção do pensamento e linguagem pela criança, pois aprimorei meu conhecimento usando suas teorias nas minhas práticas pedagógicas.
Sabe-se que Piaget considerou o desenvolvimento cognitivo como tendo três componentes: conteúdo, função e estrutura. Estudando esses conceitos percebi que os usamos muito  nas nossas práticas de ensino, por isso reforço o meu interesse nesse assunto. O conceito preciso dos dois primeiros componentes pode ser assim apresentado destacando-se antes, no entanto, o conceito de esquema, para o referido autor: 

Esquema: estruturas mentais ou cognitivas pelas quais os indivíduos intelectualmente se adaptam e organizam o meio.

 Conteúdo: é o que a criança conhece. Refere-se aos comportamentos observáveis -sensórios - motor e conceitual- que refletem a atividade intelectual.

Função: refere-se aquelas características da atividade intelectual. 

Há ainda outros três conceitos fundamentais na teoria de Piaget: a assimilação, a acomodação e a equilibração.

 Assimilação: é o processo cognitivo pelo qual uma pessoa integra um novo dado percentual, motor ou conceitual, nos esquemas ou padrões de comportamento já existentes. A assimilação não resulta em mudança dos esquemas, mas ela afeta o crescimento deles e, dessa forma, é uma parte do processo de desenvolvimento do indivíduo.

Acomodação: quando confrontada com um novo estímulo, a criança tenta assimilá-lo a esquemas já existentes. Algumas vezes isto não é possível. Ocasionalmente, um estímulo pode não ser incorporado ou assimilado, por não conter estrutura cognitiva com um esquema no qual ele prontamente se encaixe. disponíveis da criança. As características do estímulo não se aproxima daquelas requeridas por qualquer dos esquemas disponíveis da criança. O que a criança faz então? Essencialmente ela pode fazer duas coisas ou criar um novo esquema no qual possa encaixar o estímulo, ou  modificar um esquema prévio de modo que o estímulo possa ser incluído. Ambas são formas de acomodação e resultam em mudança na configuração de um ou mais esquemas. Portanto a acomodação é a criação de novos esquemas ou acomodação de velhos esquemas. Ambas as ações resultam em uma mudança na estrutura cognitiva (esquemas) ou no seu desenvolvimento.
Ocorrida a acomodação, uma criança pode tentar assimilar o estímulo novamente. Uma vez modificada a estrutura cognitiva, o estímulo é prontamente assimilado. A assimilação é sempre o produto final.
Como construções, os esquemas não são cópias exatas da realidade. Suas formas são determinadas pela assimilação e acomodação da experiência individual nas inter-relações e interações com o meio físico-social.  

Equilibração: os processos de assimilação e acomodação são necessários para o crescimento e o desenvolvimento cognitivo. O balanço entre assimilação e acomodação é chamado de equilíbrio. Equilíbrio éium mecanismo auto- regulador, necessário para assegurar uma eficiente interação da criança com o meio ambiente é, ainda, um estado de balanço entre assimilação e acomodação. Desequilíbrio é um estado de não balanço entre assimilação e acomodação. Equilíbração é o processo de passagem do desequilíbrio para o equilíbrio. Para concluir esta apresentação, dos pressupostos conceituais mais gerais da teoria da teoria de Piaget, considera-se ainda que as concepções espontâneas trazidas por uma criança revelam os conteúdos esquemáticos de seu pensamento, construídos a partir de suas vivências e interações com o mundo, e expressos por linguagens. Quando se tem em vista o encaminhamento de um programa educacional que, em particular, foca-se na investigação da construção de conhecimento físico pela criança, deve-se levar em conta as concepções espontâneas trazidas por elas. Será a partir deste conhecimento prévio que a criança poderá alterar esquemas conceituais espontâneos, cultura de senso comum, reelaborando-os em direção a concepções mais complexas. 

 Em fim trabalhei as teoria de Piaget precisamente na interdisciplina de Alfabetização, no semestre passado e me marcou muito, aperfeiçoei meu conhecimento usando suas teoria em minhas práticas pedagógicas e obtive alguns sucessos especialmente nas atividades lúdicas em que apliquei essas teorias e pretendo aprimora- las para o futuro.

 

Bibliografia

 abceducatio - a revista da educação/ano 03 número 14 p.23 wwwabceducatio.com.br

Matui jiron Construtivismo - teoria construtivista sócio - histórica aplicada ao ensino - São Paulo ano 2002  Editora Moderna  1ºediçao.
 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Facilitar a comunicação corretamente com o surdo

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O presente texto busca fazer uma reflexão e esclarecimento a sociedade em geral quanto ao procedimento adequado de uma pessoa portadora de surdez. Foram preparados a fim de facilitar sua comunicação com os ouvintes são eles: Classificação por forma de comunicação Na língua de sinais que é uma língua de modalidade gestual-visual que utiliza, como meio de comunicação,movimentos gestuais e expressões faciais que são percebidos pela visão, já na língua oral que é uma modalidade oral-auditiva, que utiliza sons articulados que são percebidos pelos ouvidos. Outra diferença é o que é denominado de palavras nas línguas orais-auditivas é denominado sinais nas línguas de sinais.

A fim de facilitar a comunicação entre surdos e ouvintes selecionei os itens abaixo:
  •  Fale de frente, claramente e pausadamente com o surdo. Uma boa articulação dos lábios pode facilitar a comunicação.
  • Não olhe para o outro lado ao conversar. É importante o contato visual.
  •  A leitura labial se torna mais difícil se você gesticula muito ou tem qualquer objeto na frente dos lábios.
  • Ambiente claro e boa visibilidade são importantes paro o bom entendimento.
  •  Não é preciso gritar.
  • Fale com tom de voz normal.
  •  O surdo não pode perceber mudança de tons ou de emoções, através da voz.
  •  É preciso ser expressivo para demonstrar seus sentimentos.
  •  Se você não entender o que uma pessoa surda está falando, não tenha vergonha e não perca a paciência. 
  • Peça para repetir e, se for preciso, escrever. O mais importante é que exista a comunicação.
    •  Caso precise falar com uma pessoa surda chame a atenção dela tocando em seu braço.Não adianta chamar de longe.
    •  Como todo o cidadão, o surdo tem direito a informação. A ausência de legendas nos noticiários e em outros de TV impedem o conhecimento dos fatos.
    •  O incentivo á criação de legendas é fundamental para uma participação maior do surdo na sociedade.
    •  Os avisos visuais são sempre úteis para a independência do surdo. Na falta deles. O surdo terá maiores dificuldades.
    •  Interprete da língua brasileira de sinais – Libras proporcionam a inclusão desses alunos.

    Em síntese, visando facilitar esse contato, provando que é possível a integração e comunicação entre surdos e ouvintes seguindo os procedimentos acima relacionados com muito cuidado para que de fato aconteça a comunicação. Dessa forma teremos pessoas surdas mais felizes, proporcionaremos a elas a empatia, auxiliando na sua superação.

     
  • Bibliografia

    Seu PERLIN, Gladis T. T. Identidades Surdas . In: SKLIAR, C. A surdez: um olhar sobre asdiferenças.3.ed.Mediação:PortoAlegre,2005.QUADROS, Ronice M.; KARNOPP, Lodenir. Língua de Sinais Brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.