sábado, 4 de junho de 2016

Porque eu sou gremista e você é colorado? E aula de campo.




   Olá colegas! O tema deste texto acima relacionado, foi escolhido pelo grupo na última aula da disciplina: Seminário Integrador III (1º de junho de 2016) no presente curso de Pedagogia na modalidade a Distância, com a professora e coordenadora Rosane Aragão, optamos pelo tema: "Porque eu sou gremista e você é colorado"? Percebi que o grupo ficou  feliz com a escolha do mesmo, contudo, é um tema que mexe muito com a emoção todos e até mesmo 
a mim, que não sou torcedora colorado. Por não ser natural do Rio Grande do Sul, sou do estado de Mato Grosso vim para cá a cinco anos atrás. Vamos ver se até o final do presente trabalho de pesquisa, se por ventura me tornarei torcedora        de um dos times de futebol daqui do Rio Grande do Sul. Tenho muita curiosidade sobre o assunto, o tema promete muito! O cronograma de trabalho é muito interessante.
   No momento vou falar somente da aula de campo que está inserida no nosso cronograma, pesquisei o conceito da aula de campo e juntei com o conhecimento que  já possuo sobre o assunto e cheguei a seguinte conclusão:
   Campo é  sinônimo de extensão. Estar a campo ou em campo implica envolver-se, captar o que há no espaço, na sua manifestação. Esse espaço proporciona uma rica vivência e um próspero encontro: de estudantes com a manifestação da cultura, do registro da cultura em seu lugar, da busca do  entendimento da manifestação e do lugar. Por isso reuniremos na nossa pesquisa conhecimento sobre os grupos de colorado contextualizando e registrando as observações de campo.  
   Pesquisa de campo é uma prática tradicional usada para coletar fatos, informações, objetos e memórias junto ás diferentes estruturas, para serem estudados. Ir a campo nos possibilita estabelecer relações com o lugar e  pode  incluir entrevistar pessoas dos times colorado. Sem isso, não seria possível compreender e aprender a origem da manifestação e das informações relativas ao fenômeno ou objeto de estudo.    .
   O trabalho de campo consiste em realizar prática de observação, experimentação de metodologia de pesquisa com abordagem cultural e busca de saberes das práticas e manifestações. Com o trabalho de campo pode-se dar o desvendar compreensões enraizadas e protegidas por ideologias. Essas observações incitam muitas indagações e questionamentos. Especialmente quando as ocorrências forem a primeira vista estranha ao que é observado como normal ou comum.
Por fim a vivência em campo retratará alguns dizeres extraídos do relato de campo, que irá enriquecer bem o nosso trabalho de pesquisa explorando esse universo de informações, registrando sua diversidade, esse será o nosso compromisso com essa pesquisa de campo. Diferenciando e enriquecendo um pouco a aula no auditório do Campus da Pedagogia EAD, saindo um pouco da rotina de sala de aula e das nossas residências.
A imagem acima representa e ilustra como é realizada uma aula de campo.
Bibliografia
Moçambique de Osório / catálogo da exposição organizado por Álvaro Luiz Heidrich e museu da UFRGS - Porto Alegre: UFRGS, 2013. 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Trabalho_de_campo

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Memória


Nesta primeira aula presencial, aprendemos a importância da Memória na construção da História.
A sala de aula como um espaço privilegiado. Mediando discussões, motivando descobertas, estimulando trocas e diálogos, nós, professores, podemos contribuir para a construção de uma educação tolerante, fraterna bem como um mundo mais justo e igualitário. Porém percebe-se que é também um espaço de angústias e frustrações, onde o professor muitas vezes, depara-se com desafios difíceis de serem enfrentados e trabalhados. Um deles referem-se um termo muito usado durante a aula expositiva " Tempo", como defini-lo? e sua importância pra nossa memória, o que vivenciamos diariamente desde que nascemos - a importância do esquecer para sobreviver em um mundo cheio de desafios, para se tornar uma pessoa resiliente.
E para o aluno poder tratar a memória, tempo, longevidade de cada época, e conseguir transportar para o seu presente, como um mecanismo de aprendizagem, essas questões elencadas nesta aula.

Sexualidade e desenvolvimento psicossexual

Percebi em minhas reflexões sobre o tema acima relacionado que: a sexualidade tem uma relação erótica com o seu externo, sendo que produz uma satisfação um bem estar. Esta relação com algo que traz satisfação faz com que acentue sua curiosidade.

Na ruptura de Freud, com as ideias da época, em que a pulsão da sexualidade está constante em nós e principalmente nas crianças.

A sexualidade infantil não é uma atividade genital, ela virá a ser, com o desenvolvimento. Freud quando iniciou a formação deste tema, entendia que havia na criança a necessidade de obtenção de prazer e dividiu nas frases oral, anal e fálica.
É um grande desafio tratar a sexualidade da descoberta, onde os adultos se esquecem as fases a qual já vivenciaram, e realizar esse rompimento faz toda a  diferença, e o que é melhor observei no texto que, usar de empatia é muito importante para se evitar que a criança seja reprimida.
Experiência: tenho um aluno de 6 anos, por ter algumas necessidades sua idade mental é semelhante a um aluno de 2 anos, tudo o que pega leva a boca, brinquedo, lápis, borracha ou qualquer outro tipo de objeto, quando cai no chão puxa a perna para levantar com muita dificuldade. Seus primeiros dias de aula não gostava de beijos e nem de abraços escorregava com facilidade, hoje é ele quem toma a iniciativa, quando esqueço de abraçá-lo, ele me lembra dando um bom dia seguido de abraços e beijos.


Dessa forma aprimorando meus conhecimentos nesta disciplina assim concluo minhas lembranças desta aula.

Memória primeira aula


Nesta primeira aula da disciplina de História, aprendemos a importância da memória na construção da História.
A sala de aula como um espaço privilegiado, mediando discussões, motivando descobertas, estimulando trocas e diálogos, nós, professores, podemos contribuir, para a construção de uma educação mais tolerante, fraterna bem como um mundo mais justo e igualitário.
Mas é também um espaço de angústias e frustrações, o professor muitas vezes, depara-se com desafios difíceis de serem enfrentados trabalhados e transpostos. Um deles refere-se ao “tempo”. Como defini-lo? E sua importância pra nossa memória, o que queremos lembrar, o que queremos esquecer, a importância do esquecer para sobreviver e vencer traumas ou vivencias desagradáveis.
E para o aluno como tratar a memória, o tempo, longevidade de cada época passada transpondo para o presente.
Fiz uma atividade com a turma do segundo ano, seguindo a linha do tempo o qual nos foi passado em aula pela professora Zita foi muito proveitoso me inspirei também em um roteiro de um artigo da revista " Nova Escola, com o título de: Os tempos que a infância e toda criança tem". Começamos uma viagem no tempo citando os episódios mais importante que recordassem desde o seu nascimento até os dias atuais, seguindo a observando e pesquisando seus registros de nascimento e a importância de seus nomes, local de nascimento, trabalhando o nome da família ex:  pai, mãe, etc... Sempre na data combinada estes tinha de compartilhar os assuntos pesquisados, percebiam a semelhança do dia de seu aniversário que era idêntica com a data do seu aniversário, nome e tudo o mais, trouxeram foto do batismo, a primeira escola que estudaram, muitos estudaram sempre na mesma escola, a primeira queda de bicicleta, dente de leite que caiu, brincadeiras que lhe vinham mente e outras lembranças mais recentes.
Em síntese, Eles se encantavam com cada descobertas de suas pesquisas, cada momento histórico de sua existência estão (a infância), o que aconteceu antes de chegarem até aqui e o está por vir e assim encerramos esta atividade.  

A bagunça dos pequenos nem sempre é indisciplina


Buscando inspiração, e o aprimoramento do meu conhecimento sobre o tema acima, me reporte a fim de enriquecei meu comentário da aula expositiva a revista:" Nova Escola". Na tese Indisciplina e Desenvolvimento Moral na Educação Infantil, ela mostra que muitas das atitudes consideradas plos docentes como bagunça são, nna verdade, importantes para desenvolver a sociabilidade da meninada. Por exemplo, a famosa conversa com paralela. "Na Educação Infantil, ela deve de ser encarada como algo que ajuda no desenvolvimento moral dos pequenos e tem a ver com a vivência",  explica Mariana.
De acordo com ela, a dificuldade em aceitar ou seguir regras e respeitar o outro, inclusive figuras de autoridade, também se relaciona a esse processo. Por isso, por mais que as normas estabelecidas pelos docentes sejam claras, se forem coercitivas e autoritárias, não farão sentido para a criançada. Regras como não empurrar e não bater no colega podem ser bem entendidas se assimiladas pelas crianças de modo reflexivos. É mais adequado conversar e questionara-las:pode bater no colega ou não pode? "Dessa forma, os pequenos entendem as regras e os combinados por meio de conclusões que eles mesmos elaboram".

Ludicidade

De acordo com a aula da disciplina de Infância, foi feito muitas propostas pedagógicas como instrumento para o ensino na educação Infantil, o lúdico transmite a sensação de liberdade de expressão,onde o brincar permite usar a imaginação, os desejos e a alegria, que permite a aprender brincando.

Segundo "Manual da mamãe pré-escola". O livro da aluna de pós-graduação o IERGS/Uniasselvi foi pensado par crianças, mas, acima de tudo, para que os pais fortaleçam o vinculo existente entre ele. Ela afirma que "o lúdico é uma manifestação cultural que se caracteriza por divertir e entreter quem quem participa, sem importar a idade". 

Em síntese buscando me aprimorar cada vez  mais, fica claro o quanto é importante o brincar dos alunos em sala de aula e sua capacidade de influenciar em áreas do desenvolvimento motor, na inteligência e sociabilidade. A ludicidade ajuda o aluno a lidar com o mundo, brincando e formando sua personalidade através da experiência de sentimentos como o amor e o medo. 

Ludicidade ll

De acordo com a aula da disciplina de Infância, foi feito muitas propostas pedagógicas como instrumento para o ensino na educação infantil, o lúdico transmite a sensação de  noção de espaço, lateralidade, equilíbrio, criatividade, motricidade ampla e fina, liberdade, autonomia de expressão, onde o brincar permite usar a imaginação, os desejos e a alegria, a autoconfiança, que permite aprender brincando.
Segundo “Manual da mamãe pré-escola”. O livro da aluna de pós-graduação do IERGS/Uniasselvi foi pensado para crianças, mas, acima de tudo, para que os pais fortaleçam o vínculo existente entre ele. Ela afirma que “o lúdico é uma manifestação cultural que se caracteriza por divertir e entreter quem participa, sem importar a idade”.


Sintetizando, fica claro o quanto é importante o brincar para os alunos em sala de aula e sua capacidade de influenciar em áreas do desenvolvimento motor, na inteligência e sociabilidade, a ludicidade ajuda os alunos pequenos a lidar com o mundo brincando e formando sua personalidade através da experiência de sentimentos como o amor e o medo, dessa forma finalizo minhas reflexões sobre o assunto abordado neste texto.