Percebi em minhas reflexões sobre o tema acima relacionado que: a sexualidade tem uma relação erótica com o seu externo, sendo que produz uma satisfação um bem estar. Esta relação com algo que traz satisfação faz com que acentue sua curiosidade.
Na ruptura de Freud, com as ideias da época, em que a pulsão da sexualidade está constante em nós e principalmente nas crianças.
A sexualidade infantil não é uma atividade genital, ela virá a ser, com o desenvolvimento. Freud quando iniciou a formação deste tema, entendia que havia na criança a necessidade de obtenção de prazer e dividiu nas frases oral, anal e fálica.
É um grande desafio tratar a sexualidade da descoberta, onde os adultos se esquecem as fases a qual já vivenciaram, e realizar esse rompimento faz toda a diferença, e o que é melhor observei no texto que, usar de empatia é muito importante para se evitar que a criança seja reprimida.
Experiência: tenho um aluno de 6 anos, por ter algumas necessidades sua idade mental é semelhante a um aluno de 2 anos, tudo o que pega leva a boca, brinquedo, lápis, borracha ou qualquer outro tipo de objeto, quando cai no chão puxa a perna para levantar com muita dificuldade. Seus primeiros dias de aula não gostava de beijos e nem de abraços escorregava com facilidade, hoje é ele quem toma a iniciativa, quando esqueço de abraçá-lo, ele me lembra dando um bom dia seguido de abraços e beijos.
Dessa forma aprimorando meus conhecimentos nesta disciplina assim concluo minhas lembranças desta aula.
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ResponderExcluirOlá Antonia,
ResponderExcluirÉ muito bom quando conseguimos relacionar nossas aprendizagens com nossa prática. Qual foi o texto que possibilitou essa reflexão? De acordo com Freud, qual a fase da obtenção do prazer seu aluno está? A aula foi importante para sua atuação com este aluno?
Att
Rocheli
Sim Rocheli é muito bom quando conseguimos.Segundo Freud, a fase da obtenção do prazer do meu aluno está na fase oral.
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