As minhas primeiras primeiras postagens no meu blog era a princípio mais informativa. Muitas vezes não refletia a minha pratica de ensino com as teorias aprendidas no decorrer do curso. Caros colegas! Vocês podem verificar o que estou dizendo no link do lado > http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2015/12/memoria.html
As postagens no blog deixa visível o exercício da escrita que levou-me a uma preparação para o T.C.C (Trabalho de Conclusão de Curso). Aproveito para acrescentar o quanto estas postagens auxiliou-me na escrita, considero um treino muito relevante. Particularmente quando quando contemplo sobre essa trajetória percebo o quanto ainda preciso melhorar os meus textos.
No pano de fundo do que ela lê e aprende existe uma lógica por trás. Assim, hoje amadureci com meu Potifólio de Aprendizagem com relação aos aspectos acima relacionados. Sócrates teve uma grade sacada quando percebeu : _" Tudo que sei é que nada sei". Ou melhor, qundo mais se aprende mais se percebe que não sabe ou que existe infinidades de coisas a serem descobertas e aprendidas.
Venho buscando desde o início superar-me nesse aspecto. Considerando os erros da minha escrita , hoje, posso dizer que a cada semestre melhorei um pouco. Em muitos momentos aprendi com meus próprios erros. Aprendi a ter um olhar cuidadoso sobre esses erros.
A proposta é considerar a produção valorizando o esforço e dedicação. Em muitos momentos no inicio do semestre foi-me dito que precisava melhorar em muitos aspectos referente a minha escrita. Porém, senti que a minha tentativa era valorizada. Refleti muito no quanto isso ajudou a melhorar a minha pratica pedagógica em sala de aula com meus alunos com relação a leitura e escrita da minha turma. No processo da aquisição da escrita, na leitura, na cconstruçã dos conceitos matemáticos e outras aprendizagens.
A caminhada ainda é longa, creio que ha muito ainda a percorrer
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
Ludicidade

Disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem Acessado em: 28/12/2018.
Com o passar dos tempos o PEAD mostrou-me o quanto o lúdico é importante no processo ensino/aprendizagem da criança. As crianças realmente levam a sério o brincar.
Muitas vezes quando queria que eles levassem a sério o conteúdo aplicado adaptei a determinada brincadeira e na maioria das vezes dava certo elas respeitavam direitinho as regra.
Certo dia percebi que a turma estava muito dispersa entre si. Pensei em como poderia promover a integração entre eles, as brigas eram constantes. A escola promovia palestras sobre boas maneiras e afetividade. Passávamos filmes e eles continuavam se queixando uns dos outros. Até que tive a ideia de fazer brincadeiras de passar bilhetinhos exaltando os pontos positivos dos colegas e tentassem descobrir de qual pessoa o bilhete falava. Lembro-me de ter ensinado outra brincadeira que fazia muito durante a minha adolescência em MT (Mato Grosso).
Nessa brincadeira tínhamos a oportunidade de apertar a mão da pessoa escolhida da roda com os olhos vedados por um lenço. O aluno da roda que escolhesse pera - deveria acenar com a mão para a pessoa escolhida;uva - dar um oi; maçã - o aluno deveria dar um abraço na pessoa escolhida por ele da roda. Por ultimo quem escolhesse salada mista deveria dar um beijo no rosto do aluno escolhido por ele ou ela. A regra era, depois de escolhida a pessoa ou aluno (a) da roda não poderia trocar por outra pessoa. Quando a professora dissesse é esse? O aluno responde dizendo, não até chegar na pessoa que sem olhar o aluno(a) responde (sim) é esse. Se escolhesse deveria fazer o correspondente a fruta ou salada mista escolhida. Ex: se escolhesse salada mista deveria dar um beijo no rosto da pessoa escolhida e assim por diante. Se tivessem alguma desavença com algum colega, nesse momento deveria esquecer as divergências.
Com essa brincadeira percebi que nos corredores um falava salada mista para o outro.
Assim a turma ficou mais alegre, amigável. Pararam com o receio de tocar um no outro. Antes se tocassem um no outro era motivo de discórdia e xingamentos, gerando um clima de mal estar entre todos.
Conforme o relato dessas experiências desde muito cedo como já foi postado nos primeiros eixos a criança já brinca e gosta de brincar. Que tal vivenciar experiências como essa? Seus alunos vão adorar.
Por fim, refletindo o que escrevi antes sobre ludicidade e concepção que tenho hoje desse conceito, não mudou muito, mais acrescentou muito. O brincar é um espaço de apropriação e constituição pelas crianças de conhecimentos e habilidades. Esses conhecimentos vão se tecendo nas narrativas do dia-a-dia. Construindo as bases para a aprendizagem e situações que aproxima da realidade cotidiana do aluno. Pensando novas formas de desenvolver o tripé que envolve o brincar, cultura e conhecimento com as experiências da infância e por que não da adolescência também? Escolhi a postagem do link abaixo para continuar comprovando o que escrevi acima. Disponível em>
https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2016/06/brincadeira-e-coisa-seria.htmal Acessado em: 28/12/2018.
Novas propostas no processo ensino aprendizagem
Na interdisciplina de Projeto Pedagógico em Ação professora Aline quando trabalhamos projeto na escola. Ela nos apresentou o texto do autor Zabala. Apaixonei-me pelo jeito que ele explica e define a diferença da pratica de ensino da concepção tradicional com a concepção construtivista. O autor Fernando Becker descreve também as diferenças entre o ensino tradicional e o construtivista cita vários modelos pedagógicos epistemológicos.
Voltando a leitura do Blog percebi que ambos os autores tem o objetivo de nos ajudar a melhorar nossa pratica. Saber o modelo pedagógico epistemológico que seguimos ajuda em nossa evolução. Nessa concepção, o conhecimento e o uso da e alguns marcos teóricos levarão a uma verdadeira reflexão sobre a pratica para saber realmente que tipo de professora e o que de fato quero ser ou mudar dentro de mim. Percebo ao refletir sobre esses referenciais teóricos desses autores sobre o processo ensino aprendizagem. isso permite incutir dentro de mim o desejo de fazer diferente do que vinha fazendo, ou melhor, fazendo com que as intervenções pedagógicas sejam menos rotineiras possíveis. Com proposta mais suscetíveis de ajudar amais os alunos e a mim mesma. Sendo assim, essas diferentes propostas analisadas tem diferentes potencialidades quanto a organização do ensino, que no decorrer do curso fez-me refletir e pensar minha prática e o que de fato eu gostaria de mudar nela.
Proporcionou-me alguns parâmetros que permitiram melhorar minha prática deixei algumas praticas rotineiras um pouco tradicional/ diretiva e aproximei-me mais de modelos construtivista, relacional e democrática recomendadas pelos autores acima como uma pedagogia mais eficiente para os nossos dias.
Como resultado roto de alunos mais felizes e participativos.
Disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem Acessado em: 28/01/2019.
Referencias:
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre. Artes Médicas Sul 1998
https://novaescola.org.br/conteudo/3428/construtivismo-na-pratica Acessado em: 28/01/2019.
Voltando a leitura do Blog percebi que ambos os autores tem o objetivo de nos ajudar a melhorar nossa pratica. Saber o modelo pedagógico epistemológico que seguimos ajuda em nossa evolução. Nessa concepção, o conhecimento e o uso da e alguns marcos teóricos levarão a uma verdadeira reflexão sobre a pratica para saber realmente que tipo de professora e o que de fato quero ser ou mudar dentro de mim. Percebo ao refletir sobre esses referenciais teóricos desses autores sobre o processo ensino aprendizagem. isso permite incutir dentro de mim o desejo de fazer diferente do que vinha fazendo, ou melhor, fazendo com que as intervenções pedagógicas sejam menos rotineiras possíveis. Com proposta mais suscetíveis de ajudar amais os alunos e a mim mesma. Sendo assim, essas diferentes propostas analisadas tem diferentes potencialidades quanto a organização do ensino, que no decorrer do curso fez-me refletir e pensar minha prática e o que de fato eu gostaria de mudar nela.
Proporcionou-me alguns parâmetros que permitiram melhorar minha prática deixei algumas praticas rotineiras um pouco tradicional/ diretiva e aproximei-me mais de modelos construtivista, relacional e democrática recomendadas pelos autores acima como uma pedagogia mais eficiente para os nossos dias.
Como resultado roto de alunos mais felizes e participativos.
Disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem Acessado em: 28/01/2019.
Referencias:
ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre. Artes Médicas Sul 1998
https://novaescola.org.br/conteudo/3428/construtivismo-na-pratica Acessado em: 28/01/2019.
Inovação pedagógica e o TIC
Imagem disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem+TICCaros colegas! Trabalhamos muito com Pbwork no PEAD. Pbworks pode ser entendida a partir da ideia de reses de aprendizagem como vimos no nosso curso de Pedagogia E.A.D da UFRGS.
Ao trabalhar com o Pbworks, permitiu-me ultrapassar as paredes da sala de aula. avançando cada vez mais.
A incorporação da TIC (Tecnologia da informação e Comunicação) no sétimo semestre favoreceu o uso da internet na sala de aula com meus aluno. Permitindo dar uma nova interpretação a inovação tecnológica em sala de aula. A criação de redes individuais de significados e constituição de uma comunidade de aprendizagem que cria sua própria rede virtual de interação e colaboração, caracterizada por avanços e colaboração.
Quando ensaiava peça teatral com meus alunos com deficiência intelectual, percebi o quanto gostam de se ver na câmera e ao ser filmado. A interdisciplina do TIC proporcionou-me aproveitar as filmagens para fazer com que meus alunos com deficiência intelectual participassem da hora do conto e pudessem por meio dos ensaios filmados reproduzirem o que tinha sido trabalhado durante a hora do conto.
Dessa forma, vemos como uma nova interpretação das ferramentas digitais são importantes podendo acrescentar muitos avanços em minha pratica pedagógica. Link do Blog do 5º Eixo. Disponível em: http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/06/tecnoologia-comunicativa.
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Escola democrática
No 6º Eixo descrevi a escola, bem como o seu P. P. P. (Projeto Político Pedagógico) descrevendo o seu regimento interno. Disponível em > http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/07/ppp-projeto-politico-pedagogico.htmail
Observei durante esse período e no meu cotidiano escolar e hoje vendo no meu estágio vivencio momentos diferentes nas etapas que fazem parte do mesmo e com escolas diferentes.
Hoje estou estagiando em uma Associação filantrópica que tem a prefeitura e outras instituições como parceira.
Observo o quanto a instituição especial em que fiz meu estágio curricular obrigatório preocupa-se em encaminhar alguns de seus alunos portadores de necessidades especiais ao mercado de trabalho. A preocupação da instituição por esses alunos em relação ao mercado de trabalho eu diria que é maior que a escola regular de ensino. A coordenação administrativa vão atrás das empresas fazem uma ponte entre a empresa e os alunos que já estão em idade de ser um trabalhador aprendiz e com idade próxima a despedir-se da escola ou melhor (associação) como gostam de ser chamada.
Dessa forma, ao mesmo tempo em que alguns aluno sai da escola, ele entra no mercado de trabalho, porém são poucos que conseguem pois as exigências são muitas. A escola mesmo de longe continua acompanhando esses alunos em seu trabalho. Muitos alunos ficam como menor aprendiz prestando serviço na mesma associação que lhe preparou para o mercado de trabalho.
A instituição estimula por meio de suas oficinas como a padaria, horta caseira e outras principalmente os adolescentes em fase final do ensino para enfrentarem o mercado de trabalho e o mundo lá fora, como afirma a gestora administrativa da mesma.
Os alunos precisam além de cuidar das notas, precisam preocupar-se com sua postura ética e comportamental em seu cotidiano escolar. O que é de suma importância para a sua recomendação para o mercado de trabalho.
A postura de uma escola democrática vai além de só propiciar condições para que o aluno aprenda e o que é melhor queira aprender. A escola democrática deve não só se preocupar com o que vai ser deste aluno depois que ele sair da escola se será capaz de se manter nesse trabalho. Sobretudo, esta escola democrática deve agir tirar do papel essas preocupações e correr atrás para que realmente isso se concretize, não só para alguns e sim para todos. E isso essa instituição não tem feito muito bem por seus alunos.
O gremio estudantil com certezaq teve algumas vitórias esses ultimos tempos e não foi da noite para o dia que aconteceu o grêmio estudantil contribuiu muito decidindo, opinando e acompanhando a vida pedagógica e financeira da Associação.
Portanto, é pertinente saber a Lei estadual nº 10 576 de novembro de 1995, que levou a comunidade para a escola. Apresentando como resultado grandes avanços. Porém, ainda tem muito para melhorar com relação ao estimulo ao processo de ensino e aprendizagem a começar reabrindo algumas salas importantes como base a um ensino de qualidade como a Biblioteca e a Sala de Recursos
Disponível em:https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem+do+gremio+estudantil+das+escolas Acessado em: 29/12/2018.
Observei durante esse período e no meu cotidiano escolar e hoje vendo no meu estágio vivencio momentos diferentes nas etapas que fazem parte do mesmo e com escolas diferentes.
Hoje estou estagiando em uma Associação filantrópica que tem a prefeitura e outras instituições como parceira.
Observo o quanto a instituição especial em que fiz meu estágio curricular obrigatório preocupa-se em encaminhar alguns de seus alunos portadores de necessidades especiais ao mercado de trabalho. A preocupação da instituição por esses alunos em relação ao mercado de trabalho eu diria que é maior que a escola regular de ensino. A coordenação administrativa vão atrás das empresas fazem uma ponte entre a empresa e os alunos que já estão em idade de ser um trabalhador aprendiz e com idade próxima a despedir-se da escola ou melhor (associação) como gostam de ser chamada.
Dessa forma, ao mesmo tempo em que alguns aluno sai da escola, ele entra no mercado de trabalho, porém são poucos que conseguem pois as exigências são muitas. A escola mesmo de longe continua acompanhando esses alunos em seu trabalho. Muitos alunos ficam como menor aprendiz prestando serviço na mesma associação que lhe preparou para o mercado de trabalho.
A instituição estimula por meio de suas oficinas como a padaria, horta caseira e outras principalmente os adolescentes em fase final do ensino para enfrentarem o mercado de trabalho e o mundo lá fora, como afirma a gestora administrativa da mesma.
Os alunos precisam além de cuidar das notas, precisam preocupar-se com sua postura ética e comportamental em seu cotidiano escolar. O que é de suma importância para a sua recomendação para o mercado de trabalho.
A postura de uma escola democrática vai além de só propiciar condições para que o aluno aprenda e o que é melhor queira aprender. A escola democrática deve não só se preocupar com o que vai ser deste aluno depois que ele sair da escola se será capaz de se manter nesse trabalho. Sobretudo, esta escola democrática deve agir tirar do papel essas preocupações e correr atrás para que realmente isso se concretize, não só para alguns e sim para todos. E isso essa instituição não tem feito muito bem por seus alunos.
O gremio estudantil com certezaq teve algumas vitórias esses ultimos tempos e não foi da noite para o dia que aconteceu o grêmio estudantil contribuiu muito decidindo, opinando e acompanhando a vida pedagógica e financeira da Associação.
Portanto, é pertinente saber a Lei estadual nº 10 576 de novembro de 1995, que levou a comunidade para a escola. Apresentando como resultado grandes avanços. Porém, ainda tem muito para melhorar com relação ao estimulo ao processo de ensino e aprendizagem a começar reabrindo algumas salas importantes como base a um ensino de qualidade como a Biblioteca e a Sala de Recursos
Disponível em:https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem+do+gremio+estudantil+das+escolas Acessado em: 29/12/2018.segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Estimulação Pedagógica
A estimulação pedagógica é um trabalho que visa desenvolver
as potencialidades do aluno de forma global tornando-o preparado para os
desafios escolares. O trabalho foi idealizado com o intuito de preencher
lacunas que os alunos vão deixando no decorrer da vida escolar. Esses alunos
desenvolvem atividades nas áreas de linguagem e raciocínio lógico matemático,
visando o fornecimento dessas competências para a Educação Básica e Fundamental.
Meu estágio em uma Associação que atende alunos portadores
de necessidades especiais. Com o intuito de auxiliar nas habilidades e
potencialidades individuais. Um exemplo foi o aluno Gabriel que precisou em
muitos momentos de auxílio para conseguir realizar algumas atividades
adaptadas. Visto que, o aluno Gabriel em alguns momentos não conseguia ficar na
sala de aula.
A professora Alícia apresentou materiais adaptadas para o
Gabriel o que serviu para lhe prender na aula. Foi um bom início para a
evolução deste aluno.
No link abaixo do eixo V mostra que "não basta ter um meio provocativo se a pessoa não participa dele".
http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/05/o-cerebro-modifica-durante-vida.html
http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/05/o-cerebro-modifica-durante-vida.html
Teoria que sustenta a pratica
Ao perceber que a aluna Maria sabia mais que o João. João
chegou para mim e disse: _ A Maria sabe mais do que eu. Ela ensinou-me...; e eu
aprendi. Percebi que os alunos aprendem muito uns com os outros.
Segundo uma linha mais do modelo pedagógico epistemológico
construtivista. A minha trajetória no Pead proporcionou-me ao ver e comparar
minhas primeiras postagens com as postagens atuais e os avanços que obtive.
Percebo neste momento em minhas postagens sobre a maquinaria
escolar que a proposta pedagógica construtivista é bem diferente do modelo tecnicista e do
ensino tradicional. Amadureci a ideia como professora de que preciso construir
conhecimento de diferente maneira e que preciso ter claro os meus objetivos,
selecionando observar em sua produção (alunos) o que eles já sabem e assim, construir
estratégias que possibilitem-me entender que interagindo e aprendendo se ensina
um ao outro. Isso possibilitou leva meus alunos
ao ensino e aprendizagem.
Refletindo minhas postagens
As minhas primeiras postagens no blog era mais informativa.
Muitas vezes não refletia a minha prática de ensino/aprendizagem com as teorias
aprendidas no decorrer do curso.
As postagens no Blog deixa visível o exercício
da escrita que me levou a uma percepção para o famoso TCC. Aproveito este
momento para acrescentar o quanto estas postagens auxiliou-me na escrita,
considero um treino muito relevante. Particularmente reflito sobre essa
trajetória e percebo o quanto ainda preciso melhorar na minha escrita. Hoje
posso dizer que a cada semestre avancei um pouco. Em muitos momentos aprendi
com meus próprios erros. Aprendi a ter um olhar mais cuidadoso sobre esses
erros. A proposta é considerar a produção valorizando o esforço. Em muitos
momentos no início do semestre foi-me dito que precisava melhorar em muitos
aspectos referentes a minha escrita. Porém senti que a minha tentativa era
valorizada e o quanto isso me ajudou a refletir a minha pratica como relação a
escrita dos meus alunos. Sobretudo, no
processo da aquisição da escrita, na construção dos conceitos matemáticos e em
outras aprendizagens. Pois no pano de fundo do ela lê e aprende. Existe uma
lógica por tás. Assim hoje amadureci nesses aspectos. Porém isso exigiu de mim
uma postura reflexiva e investigativa, além de ter encontrar um
meio de mudar a minha escrita, entendi depois que somente praticando que eu
poderia melhorar com relação a aminha escrita.
Os trabalhos em grupo possibilitou-me aprender com as
colegas que em muitos momentos sabiam escrever melhor do que eu. Dessa forma
aprendemos muito umas com as outras. Sobre a postagem do trabalho em grupo e o quanto esse trabalho em grupo no PEAD acrescentou - me em relação a experiência e aprendizado. Disponível em: > http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/06/deficit-de-atencao-e-compreencao.html.
Aprendizagem
Disponível em: https://www.google.com/search?q=imagem+alunos+aprendendo+juntos Acessadoo em: 28/12/2018;
Caras colegas! Começo minhas reflexões pensando no presente
(Eixo VIII). Para mim está sendo desafiador por conta do estágio. Comecei o
curso refletindo sobre a aprendizagem e o quanto o Pead trouxe significado a
minha prática pedagógica.
Conforme Zabala (p. 51) (...) “é preciso introduzir, em cada
momento as ações que surge constantemente”. Dessa forma Pead cumpre seu
objetivo da proposta de melhorar a nossa prática no ensino aprendizagem.
Essa reflexão sobre a aprendizagem, a princípio no início do
curso tornou-se muito significativo para mim. Hoje o ensino/aprendizagem
possibilitou-me a discernir o que pode ser objeto de uma unidade didática, com
conteúdo prioritário do que exige um trabalho mais continuando que nos leva a
conduzir proposta fundamentada, que auxilia eficazmente os alunos e a mim mesma
em meu trabalho pedagógico. Disponível em:> http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/07/estagio-de-desenvolvimento-de-piaget.html.
Ficou claro que o processo de constituição da organização do
ensino, possibilitou-me em minha prática considerar o que é mais relevante
naquele momento para determinado fim. Assim, pude em meu cotidiano escolar
utilizar estes critérios que aprendi no período de curso para analisar minha
prática, para assim reorienta-la.
Assim, ocorreu um bom resultado em meu estágio onde o aluno
foi o protagonista no palco ensino/aprendizagem, ocorreu uma troca entre
professor e aluno. As aulas foram mais prazerosas. Percebi alunos permanecendo
mais nas aulas e realizando atividades que antes mesmo negociando não
permanecia nas aulas para participar das atividades. Onde eu como professora
pude dar um suporte e incentivo, os alunos portadores de necessidade especiais
me ensinaram muito aprendi muito com eles.
Encerro a presente postagem afirmando que a aprendizagem para mim nesta etapa do curso no Pead. É: escrever sobre algo que hoje para mim é muito prazeroso. Visto que a educação é indispensável. Como dizem alguns alunos adultos _"nos liberta de precisarmos ver pelos olhos de outros". A aprendizagem é a arte de aprender, uma vez que não há ensinamento algum que não esteja recheado de aprendizagem. No ensino/aprendizagem trocamos conhecimentos com nossos alunos é reorganizar, é reeditar, é reescrever, é re-significar, é renovar, é construir junto e ao mesmo tempo desconstruir. Acima de tudo é doar ao outro um pouco de mim, e receber do outro um pouco dele. Em fim é plantar, uma vez que só colhemos aquilo que plantamos.
Encerro a presente postagem afirmando que a aprendizagem para mim nesta etapa do curso no Pead. É: escrever sobre algo que hoje para mim é muito prazeroso. Visto que a educação é indispensável. Como dizem alguns alunos adultos _"nos liberta de precisarmos ver pelos olhos de outros". A aprendizagem é a arte de aprender, uma vez que não há ensinamento algum que não esteja recheado de aprendizagem. No ensino/aprendizagem trocamos conhecimentos com nossos alunos é reorganizar, é reeditar, é reescrever, é re-significar, é renovar, é construir junto e ao mesmo tempo desconstruir. Acima de tudo é doar ao outro um pouco de mim, e receber do outro um pouco dele. Em fim é plantar, uma vez que só colhemos aquilo que plantamos.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Avaliação

Como trabalhei em meu estágio com alunos com necessidades especiais na Associação Pestalozzi. Irei descrever um pouco sobre como utilizei a avaliação em minhas aulas.
Devido aos distúrbios de aprendizagens dos alunos tentei compensar esses distúrbios por meio de um programa de estimulação cognitiva motora. Estes aspectos foram mais produtivos com os alunos mais assíduos, onde, apliquei experimentos inovadores nas areas de Matemática e Ciências.
Nas areas de Língua Portuguesa, Geografia, História e Artes trabalhamos Contos e atividades propostas relativa a estimulação cognitiva motora. Incluindo danças e músicas par estimular o vínculo, autonomia e empoderamento.
Enfrentei alguns desafios com as disciplinas finais principalmente com a hora do conto que foi uma novidade para toda a escola. Visto que, não tinham o hábito de lerem e estimular os alunos a leitura. Visto que, a Biblioteca se encontrava desativada.
A partir desse panorama que no período de estágio foi usado vários métodos como jogos para estimulação, ajudando, através de brincadeiras,danças, teatro, filmes, os alunos a se desenvolverem a seu tempo da melhor maneire possível.
Finalizo a presente postagem com uma pequena citação do artigo LEI Nº 13. 146/2015 que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência.
" Avaliar implica numa reflexão crítica sobre a prática, no sentido de captar seus avanços, suas dificuldades e possibilitar uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar os obstáculos"
Sendo assim, o programa de estimulação cognitiva dentro das disciplinas trabalhadas foi planejadas e pensadas para fazer com que os alunos superassem seus obstáculos.
Escolhi a postagem do link ao lado a fim de caros colegas fazerem uma comparação a fim de avaliar o que acrescentei a este tema nesta postagem sobre avaliação. Disponível em: http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/05/a-avaliacao-sera-sempre-da-crianca-em.html
REFERÊNCIA:
LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.ht Acesso em 3 de novembro de 2018.
https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem+de+aluno+fazendo+avaliação Acesso em 3 de novembro de 2018.
https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem+de+aluno+fazendo+avaliação Acesso em 3 de novembro de 2018.
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