segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Refletindo minhas postagens

Resultado de imagem para imagem alunos aprendendo no computadorImagem disponível em: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images? Acessado em: 28/12/2018.




      As minhas primeiras postagens no blog era mais informativa. Muitas vezes não refletia a minha prática de ensino/aprendizagem com as teorias aprendidas no decorrer do curso.
       As postagens no Blog deixa visível o exercício da escrita que me levou a uma percepção para o famoso TCC. Aproveito este momento para acrescentar o quanto estas postagens auxiliou-me na escrita, considero um treino muito relevante. Particularmente reflito sobre essa trajetória e percebo o quanto ainda preciso melhorar na minha escrita. Hoje posso dizer que a cada semestre avancei um pouco. Em muitos momentos aprendi com meus próprios erros. Aprendi a ter um olhar mais cuidadoso sobre esses erros. A proposta é considerar a produção valorizando o esforço. Em muitos momentos no início do semestre foi-me dito que precisava melhorar em muitos aspectos referentes a minha escrita. Porém senti que a minha tentativa era valorizada e o quanto isso me ajudou a refletir a minha pratica como relação a escrita dos meus alunos.  Sobretudo, no processo da aquisição da escrita, na construção dos conceitos matemáticos e em outras aprendizagens. Pois no pano de fundo do ela lê e aprende. Existe uma lógica por tás. Assim hoje amadureci nesses aspectos. Porém isso exigiu de mim uma postura reflexiva e investigativa, além de ter encontrar um meio de mudar a minha escrita, entendi depois que somente praticando que eu poderia melhorar com relação a aminha escrita.
     Os trabalhos em grupo possibilitou-me aprender com as colegas que em muitos momentos sabiam escrever melhor do que eu. Dessa forma aprendemos muito umas com as outras. Sobre a postagem do trabalho em grupo e o quanto esse trabalho em grupo no PEAD acrescentou - me em relação a experiência e aprendizado. Disponível em: > http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/06/deficit-de-atencao-e-compreencao.html.

Aprendizagem


Resultado de imagem para imagem alunos aprendendo juntosDisponível em: https://www.google.com/search?q=imagem+alunos+aprendendo+juntos Acessadoo em: 28/12/2018;




     Caras colegas! Começo minhas reflexões pensando no presente (Eixo VIII). Para mim está sendo desafiador por conta do estágio. Comecei o curso refletindo sobre a aprendizagem e o quanto o Pead trouxe significado a minha prática pedagógica.
Conforme Zabala (p. 51) (...) “é preciso introduzir, em cada momento as ações que surge constantemente”. Dessa forma Pead cumpre seu objetivo da proposta de melhorar a nossa prática no ensino aprendizagem.
     Essa reflexão sobre a aprendizagem, a princípio no início do curso tornou-se muito significativo para mim. Hoje o ensino/aprendizagem possibilitou-me a discernir o que pode ser objeto de uma unidade didática, com conteúdo prioritário do que exige um trabalho mais continuando que nos leva a conduzir proposta fundamentada, que auxilia eficazmente os alunos e a mim mesma em meu trabalho pedagógico. Disponível em:>  http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/07/estagio-de-desenvolvimento-de-piaget.html.
     Ficou claro que o processo de constituição da organização do ensino, possibilitou-me em minha prática considerar o que é mais relevante naquele momento para determinado fim. Assim, pude em meu cotidiano escolar utilizar estes critérios que aprendi no período de curso para analisar minha prática, para assim reorienta-la.
     Assim, ocorreu um bom resultado em meu estágio onde o aluno foi o protagonista no palco ensino/aprendizagem, ocorreu uma troca entre professor e aluno. As aulas foram mais prazerosas. Percebi alunos permanecendo mais nas aulas e realizando atividades que antes mesmo negociando não permanecia nas aulas para participar das atividades. Onde eu como professora pude dar um suporte e incentivo, os alunos portadores de necessidade especiais me ensinaram muito aprendi muito com eles.
     Encerro a presente postagem afirmando que a aprendizagem para mim nesta etapa do curso no Pead. É: escrever sobre algo que hoje para mim é muito prazeroso. Visto que a educação é indispensável.  Como dizem alguns alunos adultos _"nos liberta de precisarmos ver pelos olhos de outros". A aprendizagem é a arte de aprender, uma vez que não há ensinamento algum que não esteja recheado de aprendizagem. No ensino/aprendizagem trocamos conhecimentos com nossos alunos  é reorganizar, é reeditar, é reescrever, é re-significar, é renovar, é construir junto e ao mesmo tempo desconstruir. Acima de tudo é doar ao outro um pouco de mim, e receber do outro um pouco dele. Em fim é plantar, uma vez que só colhemos aquilo que plantamos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Avaliação



     Como trabalhei em meu estágio com alunos com necessidades especiais na Associação Pestalozzi. Irei descrever um pouco sobre como utilizei a avaliação em minhas aulas.
     Devido aos distúrbios de aprendizagens dos alunos tentei compensar esses distúrbios por meio de um programa de estimulação cognitiva motora. Estes aspectos foram mais produtivos com os alunos mais assíduos, onde, apliquei experimentos inovadores nas areas de Matemática e Ciências.
     Nas areas de  Língua Portuguesa, Geografia, História e Artes trabalhamos Contos e atividades propostas relativa a estimulação cognitiva motora. Incluindo danças e músicas par estimular o vínculo, autonomia e empoderamento. 
     Enfrentei alguns desafios com as disciplinas finais principalmente com a hora do conto que foi uma novidade para toda a escola. Visto que, não tinham o hábito de lerem e estimular os alunos  a leitura. Visto que, a Biblioteca se encontrava desativada.
     A partir desse panorama que no período de estágio foi usado vários métodos como jogos para estimulação, ajudando, através de brincadeiras,danças, teatro, filmes, os alunos  a se desenvolverem a seu tempo da melhor maneire possível.
     Finalizo a presente postagem com uma pequena citação do artigo LEI Nº 13. 146/2015 que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

                                  " Avaliar implica numa reflexão crítica sobre a prática, no sentido de captar seus avanços, suas dificuldades e  possibilitar uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar os obstáculos"
     Sendo assim, o programa de estimulação cognitiva dentro das disciplinas trabalhadas foi planejadas e pensadas para fazer com que os alunos superassem seus obstáculos.
Escolhi a postagem do link ao lado a fim de caros colegas fazerem uma comparação a fim de avaliar o que acrescentei a este tema nesta postagem sobre avaliação. Disponível em:  http://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/05/a-avaliacao-sera-sempre-da-crianca-em.html
REFERÊNCIA:
LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.ht  Acesso em 3 de novembro de 2018.
https://br.images.search.yahoo.com/yhs/search?p=imagem+de+aluno+fazendo+avaliação Acesso em 3 de novembro de 2018.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Teoria da Equilibração, com Fernando Becker




Caros colegas! Foi fantástico o encontro do nosso curso de Pedagogia modalidade EAD, na FACED.
O Reitor da UFRGS se fez presente tivemos a palestra lúdica, duas bancas. Finalizou o evento com chave de ouro com a presença do autor Fernando Becker. Ele elucida a teoria de Piaget, explica como as pessoas aprendem no mundo que as cercam, como a criança recém-nascida avança para um estado de conhecimento que terá quando se tornar adulto.
Gostaria de colocar neste blog o resumo que fiz da palestra deste autor (Fernando Becker) o qual esclareceu em pouco tempo muito bem as duvidas que tinha a respeito da teoria de Jean Piaget, sobre Acomodação, Assimilação e Equilibração.
Equilibração: Piaget diz que as pessoas tem necessidade de aprender para se manter em equilíbrio. Ou seja, as pessoas se sentem melhor quando entendem o mundo que as cercam. Sempre que deparamos com algo que não entendemos nos incomoda e nos desequilibramos. Para  voltar ao estado de equilíbrio a principio ignoraramos, uma atitude inteligente. Ou seja, seria entender aquela novidade que nos foi mostrada. A curiosidade nos leva a entender o mundo.
Assimilação: Quando nos deparamos com algo que parece fácil por ser muito familiar. Esse processo de reconhecer algo novo com base no conhecimento que já possui. Aqui o sujeito age sobre o objeto.
Acomodação: Aqui a criança precisa modifica seu conhecimento prévio para dar conta das novas informações pelas as quais estão se preparando. Esse processo é importante para que a criança consiga assimilar o novo.  Em pouco tempo de modificação dos conhecimentos prévios é o que é chamado de Acomodação. São os processos que nos permitem conhecer o mundo. Assim, graças a esses processos que reformulamos o conhecimento que temos do mundo. É quando o sujeito age sobre o objeto quando precisa, gerando a adaptação. Ou seja, a Assimilação e Acomodação são dois subprocesso que vai levar ao processo da Equilibração Majorante. Esse processo faz com que a criança reformule o seu conhecimento sobre o mundo.
O encontro foi maravilhoso e muito proveitoso. Abraços a todos.


Referencia: Disponível: +&fr=mcafee&imgurl=http%3A%2F%2Fs2.glbimg.com%2F59Qe  Acessado em 05/07/2018

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Estágio de desenvolvimento de Piaget







Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=V-Uv0mFuD88 Acessado em 05/07/2018.

Ao refletir os referenciais teóricos indicados na interdisciplina de Linguagem e Educação. A teoria de Jean Piaget, percebi as grandes contribuições deste autor.
Referente aos 4 estágios a começar pelo 1º estágio Sensório Motor(0 a 2 anos) a sensação e a motricidade são  mediadores da relação do sujeito com o mundo. Descobre o mundo através da sua sensação. A inteligencia da criança é mais prático onde a criança precisa tocar e pegar. Inteligência Individual, ausência de socialização. 
2º estágio pré-operatório (2 aos 7 anos) . No presente estágio o sujeito descreve os objetos e onde surge o pensamento. A principal característica desse estágio é o egocentrismo. Ainda não consegue usar de empatia em certas situações. O surgimento da linguagem enquanto uma passagem.  Enquanto uma possibilidade do sujeito sair do mundo prático da inteligência. Mas, o pré-operatório sem  a condição do pensamento reverter e conservar. Neste estágio a pratica  se inseri no mundo das representações e no mundo da linguagem faz com que surja o pensamento. Vive no mundo da magia, do animismo. Usa muito os objetos como simbolismo. Estabelece sua comunicação com o mundo.
3º Estágio Operatório Concreto (7 aos 12 anos): A criança já consegue ter noção de tempo e espaço, faz operaçõesJá consegue fazer relações entre as coisas como entre o que é certo ou errado. É onde, o sujeito ganha a condição de reversibilidade e conservação, fazendo com que aquela inteligência diante dos objetos consiga realizar operações concretas. O conteúdo é fundamental para que a operação surja. Egocentrismo, contradição na fala, sem autonomia. Personalidade, trocas diálogo.
Por fim o ultimo estágio operatório formal ou lógico formal (12 aos 20 anos): Onde, o sujeito consegue apenas com a sua estrutura lógica, seu pensamento chegar aos resultados em que eles sentem que é necessário naquele momento. Aqui o sujeito consegue fazer as suas operações sem os conteúdos concretos. As crianças já conseguem fazer outras abstrações. Nesta fase acontece a consolidação da personalidade e individual. A escola e o professor indica caminho que levará a criança a desenvolver a sua autonomia, com a submissão, cooperação a universalidade voluntária.
Por fim para Piaget cada um destes estágios a criança tem suas necessidades de se interagir com as pessoas, objetos, e o mundo onde vive. Ou, seja, mostra que a aprendizagem se dá de dentro para fora. Ou seja, a aprendizagem acontece antes da inteligênica. https://www.blogger.com/blogger.g?blogID


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Referência:
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=V-Uv0mFuD88 Acessado em 05/07/2018.
Disponível em:https://www.blogger.com/blogger.g?blogID Acessado em 05/07/2018



segunda-feira, 25 de junho de 2018

Linguagem e Educação/ a teoria de Wallon


Ao refletir os referenciais teóricos indicados na interdisciplina de Linguagem e Educação. A teoria de Wallon não pode ficar de fora deste blog.  Segundo ele, a criança é emocional e aos poucos vai se tornando sócio cognitivo. Suas afirmações são de uma linha de pensamento interacionista, onde sua base teórica é definida a partir das relações da criança com os outros indivíduos e seu meio. Dessa forma farei uma pequena revisão de alguns trabalhos importantes de Wallon com relação ao domínio da aquisição da linguagem, as trocas inter-relacionais entre a criança e os indivíduos que a cercam irão definir o adulto que ela se tornará.
O autor define o desenvolvimento em cinco etapas: impulsivo-emocional (zero a um ano) Diálogo tônico/nesta fase a criança está ligada ao egocentrismo na figura da mãe, ou seja, tudo está centrado na mãe; sensório–motor e projetivo (um a três anos) a criança começa a andar/ inicia a exploração espacial. exploração da realidade ; personalismo (3 a 6 anos) a criança está diante da rejeição, sedução, imitação; categorial (6 a 11 anos) tem uma característica da objetividade; e  por fim a puberdade e adolescência (a partir do 12 anos) autoafirmação aqui o indivíduo sabe quem ele é. O autor psicólogo e médico interacionista. Faz resumidamente um estudo sobre a interação entre as crianças. Disponível em: .http://www.ufjf.br/revistagatilho/files/2009/12/maria_vilani_soares.pdf
Por fim, pode-se dizer que para Wallon: embora ele considere o papel fundamental da linguagem na transformação das ações práticas em ações representadas, o eixo principal de sua teoria é a psicomotricidade, que o autor associa, quase que “simbioticamente”, à psicogênese do sujeito.

Referência:
Disponível em https://enfaseeducacional.com.br/blog/henri-wallon/ acessado em 20/06/2018.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Relato do Aluno da Eja;


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Caros colegas gostei muito do relato do aluno Josias sobre os desafios da EJA quando fizemos nossas entrevistas em grupo. Enfoquei alguns textos de Paulo Freire.
Aluno: Josias de Quadros Andrade.
Idade: 36 anos
Gênero: Masculino
Etnia / Raça – Negro
Anos de estudo: 4 anos
Foi importante voltar a estudar. Sente-se mais seguro e confiante num futuro melhor. Está aprendendo a valorizar o estudo. Aprende na escola conteúdos chatos ”mas, sabe que são importantes”.
A professora ensinava aluno por aluno, era querida.
Josias gostava de estar na sala de aula, sentia-se protegido. Hara, 1992 diz que:
 “muitas vezes é preciso criar variações em nossas práticas dentro da mesma aula, para atender um aluno que apresenta mais dificuldades que os outros em sua aprendizagem, ou que aprende de maneira diferente, que está em outro momento do processo de alfabetização ou um aluno deficiente”. Sei que não é fácil fazer essas variações, mas é preciso para que todos avancem e possam aprender. (Hara, p. 16).    
Dessa forma, Encerramos com a nossa pesquisa de campo relacionando a EJA com as pesquisas do grande e respeitado mestre Paulo Freire. Sabemos que os alunos da Eja enfrentar grandes desafios. Estes alunos precisam sentirem apoiados. Devemos ajudá-los a pensar, a usar o senso crítico, a empoderar-se de seus direitos. A formação continuada irá proporcionar isso a todos que fazem parte do cotidiano escolar do aluno. Saberemos nos colocar melhor no lugar do aluno, buscaremos planejar e dar o  melhor a nossos aluno. É gratificante ver alunos como o Josias reconhecendo o esforço da professora em desejar dar o melhor para seus aluno. Sabemos que os desafios da Eja é grande e que o processo de melhoria para a modalidade Eja é lento mais chegaremos lá, Paulo Freire tem nos apontado o caminho rumo a melhoria nessa modalidade de ensino.  
  Em Pedagogia da autonomia (1997), ao retomar a importância da postura dialógica e da prática da dialogicidade de uma educação humanizadora.  (Freire 1997, p. 153). Dessa forma, freire buscava além de se colocar no lugar do aluno, buscava uma escola lúdica, com diálogo, mais humana e engajada. O processo é lento, porém não devemos desanimar.

Referências:
Freire, Paulo. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire.

Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
Freire, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
Zirkoki, Jaime J. Paulo Freire & .-.Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
Hara, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992.
https://acasadevidro.com/2015/08/06/a-pedagogia-do-oprimido-de-paulo-freire-excertos / Acessado em 14/06/2018.