quinta-feira, 22 de setembro de 2016

1ª postagem do lV semestre memória da disciplina Seminário Integrador lV

           O primeiro dia de aula sempre é marcante, talvez por ser o inicio de tudo e o que é melhor quem nos recepcionaram foram nada mais nada a menos que os nossos coordenadores a Rosane e o Credine.
           Foi bem compensador, ficou claro que um dos conceitos de “postagem” no Blog foi de que representa um Diário, ou melhor, um Semanário, foi combinamos isso com a turma “E”, desde o 3º semestre. Portanto ficou definido que postaríamos uma vez por semana. neste caso o coordenador Credine não ficou nada satisfeito pois desejava que fosse feito três postagem por semana, adorei a idéia de ter sido combinado uma postagem por semana,  visto que,  estou em fase de adaptação tanto com a produção textual, como com o recurso tecnológico e o que é melhor aprendendo a equilibrar o meu tempo. Entendo que assim dá pra caprichar mais e sem correria. 
          A professora Rosane nos aconselhou a focarmos mais no curso, a ficarmos conectados diariamente ou pelo menos três vezes na semana, usando nosso tempo off–line para pensar, ler e elaborar as suas atividades, sem contar o chá de ânimo que não pode faltar no inicio do curso. Enfatizou a importância de equilibrarmos o nosso tempo. Nas palavras da coordenadora Rosane Aragão ela diz o seguinte e isso não me sai da cabeça: “cuidar para que as coisas aconteçam”. Sabias palavras! Pois é comum no nosso meio a prática de procrastinar com as tarefas, deixando criar uma bola de neve, ou melhor, um rolo de blocos com tarefas por fazer.
Por termos ajudamos na elaboração dos requisitos para que uma postagem se qualifique como uma boa postagem e outra postagem como ruim. O que foi legal! Porém acabamos por dar “um tiro no pé”, mal sabíamos que nossa participação, ou seja, nossa proposta se voltaria contra nós mesmos, ou melhor, aprendemos a qualificar uma boa postagem e uma postagem ruim, não imaginávamos que a partir de então quem iria ler e qualificar as postagens uns dos outros adivinhou ou acertou quem disse ou pensou que fossem nós alunos! Isso mesmo! Experimentamos do nosso próprio veneno, o sentimento naquele momento foi de surpresa!
 Ao nos deparamos com uma responsabilidade que até então desconhecíamos, ou seja, diminuiu as postagens, mas aumentou a responsabilidade de lermos e ao mesmo tempo avaliarmos a postagem do colega acabou ficando elas por elas.
Logo ficou entendido que o trabalho no Portfólio seria uma oficina de escrita, ou seja, um treino da escrita, que deve acontecer uma vez por semana e que iríamos ler e qualificar as postagens da parceira ou parceiro de uma boa postagem e uma postagem ruim.
              Para finalizar gostaria de a título de conhecimento para quem tiver interesse de saber como ficaram combinado os critérios que qualifica uma postagem, de boa ou ruim observem a baixo como ficou:
Boa postagem
Relatos reflexivos
Reflexões mais amplas
Avançar naquele conhecimento e ir além do que aprendemos
Realizar articulações com o curso e a algumas disciplinas
Vencer parâmetros nas práticas de ensino
Ser claro
Ser objetivo
Prática inovadora
Reflexão global
Colocar as dificuldades no curso
Mostrar as trajetórias da aprendizagem e conduta
Embasamento teórico
Sanar dúvidas
Descrever as conquistas
Postar poemas e o seu significado para aquela aprendizagem
Apresentar novidades
Estabelecer relação com a prática
Deve ter conteúdo, começo, meio e fim
Deve ter boa argumentação
Deve referir a alguma das disciplinas
Postagem ruim
São aquelas postagens que não vem de encontro com uma boa postagem.
Pouca objetividade
Pouco fundamentada
Uma descrição sem reflexão
Com frase solta
Com plágio
Pouca objetividade
Pouca clareza
Pouca argumentação
Sem um objetivo
Sem estrutura, ou seja, começo, meio e fim.

Aqui encerro minhas reflexões da 1ª aula do Seminário Integrador lV, aproveito esta oportunidade para fazer uma ressalva aos colegas quando forem avaliar as postagens do colega. Em primeiro lugar, uma das dificuldades que observo e vivencio na prática é quando estamos fora da sala de aula por um motivo ou outro isso dificulta no momento de relatar experiência em sala de aula. Por estarmos lidando com pessoas e sabemos que lidar com pessoas não é fácil principalmente quando as pessoas estiverem um pouco sensível. O que quero alertar é o seguinte que antes de falarmos dos pontos negativos devemos enaltecer a parte que consideramos boa ou eficiente, pois mesmo que for uma postagem muito ruim sempre tem um ponto positivo para comentarmos, dessa forma quando falarmos dos pontos negativos da postagem não irá doer tanto na pessoa que esta sendo avaliada, visto que a pessoa vai perceber que não ficamos focados somente no ponto negativo e conseguimos enxergar pontos positivos e assim a pessoa ofenderá menos e se sentirá mais motivada a melhorar frente aos desafios da produção textual.
Dessa forma seguindo com eficácia as diretrizes de como realizar uma boa postagem conseguiremos ter um eficiente portfólio, do contrário, ou seja, uma postagem não eficiente é simples é só não se dedicar. Espero que este texto sirva de suporte para possíveis consulta no aprimoramento do portfólio.



Bibliografia

Empirismo

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É possível discutir as reflexões do autor Alberto Munari o qual no projeto junto a UNESCO contribuiu muito para o avanço da educação no nosso país.
Escolhi o empirismo de Piaget para passar aos colegas, contudo percebo que é muito relevante e nos ajudará muito no campo da pesquisa com nossos alunos. Entender o conceito de empirismo que Jean Piaget trata em seu texto, Alberto Munari faz essa reflexão abaixo e esclarece e defende muito bem a ideia de empirismo.
            “Podemos, atribuir o desenvolvimento intelectual á pressão do meio exterior, cujas características (concebidas como completamente constituídas independentemente da atividade do sujeito) se imprimiram pouco a pouco na mente da criança. Princípio do lamackismo quando aplicado às estruturas hereditárias, esta aplicação leva a que não sejam os das associações adquiridas mecanicamente como princípio da inteligência. É fácil conceber outras ligações entre o meio e a inteligência que não sejam os da associação atomística, quando, com o empirismo, se negligencia a atividade intelectual em favor da pressão dos objetos. As teorias que consideram o meio como um todo ou um conjunto de totalidades são obrigadas a admitir que é a inteligência ou a percepção que lhes dão este caráter (mesmo se este corresponde a dados independentes de nós, o que implica então uma harmonia preestabelecida entre as estruturas do objeto e as do sujeito): não vemos como é que na hipótese empirista, o meio sendo concebido como constituindo um todo em si, se imponha ao espírito por fragmento sucessivos isso é, novamente por associação. O primado do meio leva a hipótese associacionista”. (p.36 - 37)
A presente citação acima faz menção à teoria empírica e com um pressuposto de que já o conhecemos. Sendo assim em minha reflexão do que seja essa teoria empírica, fica claro que dá ênfase ao papel da experiência e da percepção sensorial na formação de ideias, Piaget faz alusão de que o meio sendo concebido um todo em si. Quando se refere à associação que o inspirou por meio do empirismo e do positivismo para defender essa teoria. Dessa forma um conhecimento só é válido a partir de sua comprovação científica, convertendo-se assim na base de todo conhecimento. A partir da compreensão desse conceito fica mais claro que a citação de Alberto Munari quer que compreendamos essa teoria empírica para a construção da pesquisa junto com nossos alunos que às vezes nos trazes questões místicas sem nenhuma comprovação científica. 


Bibliografia
Munari, Alberto. Jean Piaget; tradução e organização. Daniele Saheb – Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Edição – geral, Editora Massangana, 2010

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Princípios Alfabéticos


   Caros colegas desejo com o presente texto recordarmos algumas diretrizes bem sucintas que integraram o trabalho das autoras Ferreiro e Teberosky a qual me chamou muito a atenção e gosto de refletir e estudar sobre este tema. As imagens aqui presente acima mostra as crianças pequena estudando, compartilhando informações e o conhecimento que possuem. Abaixo a imagem da criança com o  computador estudando, nos remete a ideia do conhecimento que a criança tem com o objeto que usa para estudar.
Fica claro para as autoras que no inicio da escrita, a criança supõe que a escrita é outra forma de desenhar as coisas, não compreende que a escrita representa a fala, os sons da palavra e não as características do objeto a que o nome se refere. Produz alguns signos que já não são desenhos mas também não são letras convencionais. São grafias parecidas com letras (pseudopalavras). Logo ela notará que existem dois tipos de signos gráficos, além dos desenhos: letras e números.
Algumas metodologias utilizadas pelos professores vão abordando a escrita passo a passo, mas não permitem a reflexão. De nada adianta a sala de aula apresentar-se repleta de escrita, se não for entendida a lógica da escrita. Para aprender a ler e a escrever é preciso pensar sobre a escrita, pensar sobre o que a escrita representa e como ela representa graficamente a linguagem.
Ferreiro e Teberosky, nos anos de 1974 a 1976 identificaram estágios sucessivos de concretizações que as crianças vão construindo à medida que interagem com a escrita e coma as pessoas que dela se utilizam, são eles.   
1.      Pré-silábico – a criança não possui noção de que a escrita representa os sons da fala.
2.      Silábico – é um salto qualitativo caracterizado pela crença de que cada letra representa uma sílaba – a menor unidade de emissão sonora.
3.      Silábico – alfabético – a criança reanalisa as sílabas em unidades menores, que são os fonemas, mas não inicia logo a atribuir a cada fonema um sinal gráfico.
4.      Alfabético – a criança compreendeu que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores menores que a sílaba e realiza sistematicamente uma análise sonora dos fonemas das palavras que vai escrever.
Sintetizando a criança vive num ambiente letrado cheio de (revistas, livros, jornais, propagandas, rótulos, etc.), e observa pessoas atribuindo diferentes funções a escrita quando dela se aplica. Realizando tentativa de leitura e escrita (por necessidades ou por curiosidades), e a criança chega a escola com uma bagagem sobre o assunto ou objeto. Portanto para as autoras que vem se aprofundando cada vez no assunto: a interação da  criança com o objeto começa desde cedo, antes mesmo de ingressar no sistema de ensino. Saber disso colegas com certeza facilitará nossa mediação no ensino/aprendizagem, pois aproveitaremos mais as informações que o aluno possui.


Bibliografia
FERREIRO, E. ; TEBEROSKY, A. Psicogêneses da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
Fonte: SCHOTTEN, Neuzi. Indaial, 2003. Trabalho Acadêmico de Processos de Alfabetização. Curso Normal Superior. Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi.)

Formação de professores

Para complementar e esclarecer melhor a representação do conhecimento do professor, ou melhor, de cada um de nós caros colegas, escolhi a citação abaixo. E também coloquei a imagem abaixo representando um evento de formação continuada de professores.
Num processo de formação de professores, a própria experiência escolar tem um papel preponderante nas representações pessoais sobre a educação, a escola, os professores, os alunos, os conteúdos da aprendizagem, as estratégias de ensino etc. Rememorar estas experiências, compará-las com sua prática profissional atual, ou com as situações de aprendizagem que está planejado, podem ser intervenções importantes neste processo, porque favorecem a conscientização sobe a concepção de ensino presente em uma e na outra proposta pedagógica. Revistando sua história com aprendiz, o professor pode desenvolver empatia com o processo do aluno e transformar suas idéias iniciais sobre como conduzir o processo de ensino. (ZABALA, 1998, p.187).       A imagem abaixo esta nos representando no Ensino a Distancia de Pedagogia.

Esta semana toda refleti  sobre o que o conhecimento do professor representa. Depois de algumas leituras como essa acima, cheguei à conclusão de que representa um conjunto de saberes que o habilita para o exercício do magistério. Esse conjunto de saberes é o que buscamos e temos encontrado na academia deve ficar claro colegas, que não deve ficar só nisso devemos continuar a busca depois da graduação. Há uma necessidade de uma formação continuada para que os professores possam aprimorar seu conhecimento, bem como atualizar-se, tirando suas duvidas, refletindo sobre as situações de aprendizagem em suas salas de aula. Como sabemos o processo de reflexão exige muito de nós, temos que ter uma predisposição a um questionamento crítico da intervenção educativa e uma análise da prática na perspectiva de seus pressupostos, problematizando valores e as concepções de cada um de nós.

Bibliografia
ZABALA, A. A prátiaca educativa; como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.