quinta-feira, 27 de junho de 2019

Piaget e os estádios

Link da postagem que será comentada
disponível em: https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/07/estagio-de-desenvolvimento-de-piaget.html Acessado em 29/05/2019.

Depois de alguns estudos e durante as aulas do PEAD não posso deixar de fazer uma ratificação ao tema deste link quando se refere aos Estágios do Desenvolvimento de Piaget.  Descobri, segundo a professora Tânia Marques do PEAD que por um erro de tradução "estágio" ficou então estádios, fica correto então dizer:  Os estados do Desenvolvimento de Piaget.
Colegas vocês podem confirmar o que digo com os estádios do Desenvolvimento de Piaget aqui neste
link:
 Disponível em; https://segredosdapsicologia.webnode.com.pt/introdução%20à%20psicologia/crescimento-desenvolvimento-e-envelhecimento/desenvolvimento Acessado em 29/05/2019.

Resultado de imagem para image de várias mãozinhassImagem link: Disponível em:  https://www.google.com/search?tbm=isch&sa=1&ei=evoUXabwEZTA5OUP5qeRqAk&q=image+de+várias+mãozinhas Acessado em: 30/01/2019.

Vygotsky no conceito da teoria de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) a princípio, depois, Zona de Desenvolvimento Imediato (ZDI) que atualmente sofreu alteração por conta da sua ultima tradução feita por Zoia Preste ficando então como Zona de Desenvolvimento Iminente (ZDI), Começou com a intervenção do professor no processo pedagógico, depois pelas interações entre crianças da mesma idade ou idades diferentes foi ganhando espaço.
Essas alterações são importante, pois, contribui para a evolução no ensino. Nos ajuda a entender melhor o processo ensino e aprendizagem. Vigotski, por exemplo, por não ser brasileiro tem pouco mais de 20 anos que vem sendo estudado no Brasil. O mesmo acontece com Piaget, seus textos estão sujeitos a alterações por eventuais erros de tradução.

Entender a realidade do aluno é primordial no processo ensino aprendizagem


Caros colegas! Acrescentarei alguns repasses importantes nesses períodos que percorremos atá aqui analisando o link abaixo.
Disponível em:https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/05/entender-realidade-do-aluno-e.html Acesso em 27/06/2019.
Gostaria de fazer algumas colocações neste texto que por sinal analisada de um texto curto de Fernando Becker (1999), o Desenvolvimento Cognitivo do Adolescente que fala de um período da vida humana, e das mudanças que envolve o nosso corpo na puberdade.
Ele fala que "o adolescente não aprende ouvindo respostas pronta para perguntas que ele não formulou, de uma época que não é sua; para problemas que não são seus." É interessante essa metodologia e dá trabalho, isso envolve todas as faixa etárias de aluno eu diria. Desde minha adolescência me via perguntando por que estudar sobre algo tão distante e que nem conhecia, se não sei nem mesmo do lugar em que vivo, essas indagações sei que não são somente minhas vi muitos alunos perguntarem sobre isso para mim. Certa aluna disse recentemnte muito desanimada por quê Sora precisamos saber de coisas tão antigas? Respondi precisamos aprender sobre as antigas para entender o período em que vivemos e para assim poder transformá-lo, porém percebo que isso não é suficiente. É importante inseri e trazer  estes problemas a respeito deste universo que o autor chama de: físico e social  em que estes alunos vivem e lançar hipóteses que possam implementar mudanças, ajudando este mudo a ser melhor de se viver, ele continua; (...) onde viver tem sentido e num tempo em que amar é a forma e o contúdo dese viver". Gostei muito deste texto porque ele fala que a escola que insistir num ensino de resultados está na contramoão da diâmica própria do desenvolvimento, inseparavelemente afetivo e cognitivo.


Referencia;

BECKER, Fernanado, Tania B. Iwaszko Marques, O Desenvolvimento Cognitivo na Adolescência. Pátio Ano 2 nº 8 FEV/ABR 1999.

A avaliação será sempre da criança em relação a si mesma

Link da postagem comentada disponível em: https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2018/05/a-avaliacao-sera-sempre-da-crianca-em.html. acesso em 19/06/2019.

A postagem do link acima está referindo a interdisciplina Seminário Integrador do curso do Pedagogia na Modalidade a Distância (PEAD) da Faculdade de Educação da UFRGS no moodle da plataforma da UFRGS.
Aqui nesta postagem acredito que deveria falar mais sobre avaliação, pois o tema refere-se a avaliação e os conceitos apresentados.
Além de que a avaliação será sempre da criança em relação a si mesma e não comparativamente com a outra criança. A avaliação também é em cima do trabalho do professor como um indicador que diz onde o professor precisa melhorar ou se conseguiu atingir sua meta. Por isso coloquei os modelos pedagógicos epistemológico de Becker, exatamente para o professor se situar e saber em qual dos modelo pedagógico está se encaixa.

Lembro de certa vez em sala de aula que eu  fazia promessas aos alunos de ir a pracinha se todos ajudassem a recolher os brinquedos no final da aula e sem perceber acabava não cumprindo com o combinado. Dessa forma, chegou um momento que aquelas promessas não tinha mais significado para estes alunos que não se sentiam mais estimulados com as minhas promessas e não cumpria mais com sua parte do combinado. Quando ia falar da pracinha eles diziam Sora a Senhora fala que vai nos levar e não nos leva na pracinha, só promete, promete e não nos leva. Nós também não queremos mais juntar os brinquedos, reivindicando seus direitos. Percebi o quanto deveria cumprir as promessas que fazia a meus alunos.


Referência:
SPODEK, Bernard e SARACHO, Olivia N. Ensinando  crianças de 3 a 8 anos. Porto Alegre; 1998.





O Show da Matemática

Link da postagem comentada: https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2016/12/tomar-gosto-pela-matematica.html

Caros colega! Continuo tomando gosto pela Matemática, trabalhamos geometria no semestre passado e foi bem divertido. Transformamos o Bicho Papão em algo prazeroso e muito divertido trazendo sempre para o mais próxomo possível da realidade do aluno e com algo que eles lidam diariamente.
Ajudou muito esse método de trablhar a geometria no meu estágio obrigatório.
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imagem diponível em: https://www.google.com/search?q=imagens+de+formas+geométricas+planas Acessado em 27/06/2019.

Na interdisciplina  Matemática nos Anos iniciais do Ensino Fundamental I, uma das atividades que foi muito marcante para mim, foi transformar,cortar o palitinho de churrasco para os pequenos realizarem a construção das figuras. Bem como, com os alunos mais velhos, a medição dos palitos e dos garrotes fizeram parte da atividade que foram trabalhados. Trocamos  os garrotes por balinhas de goma. As crianças adoraram, foi muito prazeroso vê-los comparando as figuras e apreciando o produto final.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Instituição especializadas e escolas especiais podem oferecer /ensino Fundamental?

     Caros colega olhem aqui esta informação muito importante da LDBEN. Esta lei, deixa bem claro o papel das instituições especializadas ou escolas especiais quanto a oferecer ensino fundamental e certificação dos mesmos. É bom os pais se inteirarem sobre  a LDBEN, pois é muito importante para não ficarem equivocados com relação onde realmente devem matricular seus filhos sem contar que podem se apoiar nessa lei para não se iludirem com a falsa promessa de uma instituição de ensino quando na verdade não passa de uma instituição de atendimento especializado. Ou seja, essas escolas  especiais não podem substituir e sim complementar as escolas comum em todos os seu níveis como afirma abaixo.

    " A LDBEN trata no seu título V “Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino”. De acordo com o artigo 21, a Educação Escolar é composta pela Educação Básica e pelo Ensino Superior. A Educação Básica, por sua vez, é composta das seguintes etapas escolares: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.
     Portanto, está correto o entendimento de que a Educação Especial perpassa os diversos níveis de
escolarização, mas ela não constitui um sistema paralelo de ensino, com seus níveis e etapas
próprias. A Educação Especial é um instrumento, um complemento que deve estar sempre presente
na Educação Básica e Superior para os alunos com deficiência que dela necessitarem.
     Uma instituição especializada ou escola especial são assim reconhecidas justamente pelo tipo de
atendimento que oferecem, ou seja, atendimento educacional especializado. Sendo assim, suas escolas não podem substituir, mas complementar as escolas comuns em todos os seus níveis de ensino.
     Conforme a LDBEN, em seu artigo 60, as instituições especializadas são aquelas com atuação
exclusiva em educação especial, “para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder Público”". (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, 2004 p. 14).
      Esta providência deve ser adotada com urgência no que diz respeito a alunos com deficiência, em idade de acesso obrigatório ao Ensino Fundamental. Os pais/responsáveis que deixam seus filhos dessa idade sem a escolaridade obrigatória, podem estar sujeitos às penas do artigo 246 do Código Penal, que trata do crime de abandono intelectual. É possível até que os dirigentes de instituições que
incentivam e não tomam providências em relação a essa situação, possam incorrer nas mesmas penas
(art. 29, CP). O mesmo pode ocorrer se a instituição simplesmente acolhe uma criança com deficiência recusada por uma escola comum (esta recusa também é crime, art. 8º, Lei 7.853/89), e silenciar a respeito, não denunciando a situação. Os Conselhos Tutelares e autoridades locais devem ficar atentos para cumprir seu dever de garantir a todas as crianças e adolescentes o seu direito de acesso à escola comum na faixa obrigatória. (Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, 2004 p. 15).
Achei importante postar aqui estas informações espero que possa auxilia-los com relação a questão das instituções.
O link que estou complementando está disponível em: https://blogdeumaprofessoranors.blogspot.com/2017/09/diversidade-ou-diferenca.html Acesso em 07/07/2019.
Continuo reafirmando que: Conviver com pessoas diferentes enriquece nosso cotidiano com perspectivas variadas. Muitas vezes os pais por desconhecerem as leis que ampara seus filhos especiais na escola acabam muitas vezes sendo enganados deixando seus filhos fora das classes comum.


Referencia

O Acesso de Alunos com Deficiência às Escolas e Classes Comuns da Rede Regular / Ministério Público Federal: Fundação Procurador Pedro Jorge de Melo e Silva (organizadores) / 2ª ed. rev. e atualiz. – Brasília: Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, 2004.