sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Paz nas escolas



Caros colegas! Em vários momentos me vi fazendo algumas indagações, quanto a regressão e comportamento de alguns alunos. Penso que no meu tempo de escola. A escola estava de portas abertas para que Deus entrasse, orávamos e fazíamos nossas preces e nela sempre pedíamos por paz. Hoje se vêem muita violência nas escolas, os alunos cada vez mais rebeldes, com pouca noção de boa conduta. Porém, com muito conhecimento de seus direitos e pouco conhecimento sobre de Deus, onde Ele não pode mais entrar. Penso que com relação a religião os princípios e os mandamentos de Deus estão se perdendo, ou melhor, se invertendo.  hoje em dia tendo pouco ou nenhum valor. Tudo em nome do sincretismo religioso. Os grandes autores de renome e os filósofos como Foucault e seu livro do cristianismo em sua crítica a religião são os grandes responsáveis por esse cenário escolar. Foucault mede as religiões a partir de alguns abusos realizados pela igreja Católica. Dessa forma as outras religiões foram medidas a partir desta. Sendo assim, não concordo com ele pois percebo que o mesmo banaliza e generaliza as religiões pelo que observei no seu livro “Foucoult e o cristianismo”. Esses registros contribuíram para a defasagem e violência que observamos nas escolas.
Em nossas preces pedíamos para que o “Pai” Celeste protegesse nossas escolas, bem como todas que faziam parte dela. Não posso dizer se era a nossa Fé, mais, a escola era mais protegida do que hoje em dia, que mesmo com toda a segurança que existe, a violência ainda é visível. Precisamos rever nossos conceitos sobre a fé e contar, com a ajuda do alto para que quem sabe a violência passe a ser amenizada.
 
Nesta imagem vemos alguns alunos evangélicos, desfilando com a bandeira do Brasil.

Referência:
Cezar Candioto, Pedroo de Souza (organizadores) Foucault e o cristianismo – Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012 – (Coleções Estudos Foucultianos, 10).
 

Conhecimento gerava exclusão



Quando estava refletindo sobre o texto e o filme de Rubem Alves, me fez refletir sobre Nitzsche explicando muito bem, sua expressão de que a inteligência, era a “ferramenta e brinquedo do corpo”. Contudo se resume o programa educacional do corpo: aprender ferramentas, aprender brinquedos, são todas aquelas coisas que não tem nenhuma utilidade. .
Hoje sabemos que não é bem assim, o lúdico é muito útil para o aprendizado das crianças que ao final gerará conhecimento como as ferramentas, dão prazer e alegria a alma. "No momento em que escrevo estou ouvindo o coral da nona Sinfonia". Não é ferramenta? Esta foi a melhor explicação que tive sobre ferramenta e brinquedos da teoria de Nitzsche.
Para completar essa ideia me reporto ao livro Vontade de Saber de Michel Foucault (p.10). Acrescenta que trabalhando Aristóteles:
“se todas as sensações causam prazer em na medida de sua atividade de conhecimento, por que os animais, que têm sensações, não desejam conhecer”? Por fim, Foucault na sua investigação afirma que para Aristóteles conhecimento em suas palavras: “o que poderíamos (chamar) de seu ato de exclusão”.
Sobretudo, as escolas gaiolas além de retrógrada em relação ao conhecimento, ela  gerava a exclusão dos alunos pela falta do saber, ou seja, conhecimento como afirma Aristóteles. Contudo, utilizei o texto de Foucault sobre o saber para confirmar o que Rubem Alves fala sobre conhecimento e a escola gaiola, que naquele momento servia para aprisionar os alunos, e se apresentava bem exclusiva.
Para finalizar a professora Silvana da interdisciplinade: ESCOLA, PROJETO PEDAGÓGICO E CURRÍCULO. Levou - me a refletir sobre o papel do currículo. Cheguei a seguinte conclusão currículo e avaliação significa inovação, toda transição assusta um pouco. Percebo que o currículo precisa ser desconstruído para então se construir. Ferramenta e brinquedos da teoria de Nitzsche. Transforma-se no em criança, uma vez que o espírito de criança, é totalmente lúdico, aventureiro, cria valores, não tem medo como nós adultos do novo, dessa maneira, fazendo novas descobertas e sem receio de ficar encantado com a nova descoberta do aprendizado na sua realidade e progresso pessoal, desbravando o novo. Nit descreve bem que a superação é a grande sacada,  dessa postura inovadora na educação. Embora discordando um pouco do medo do novo, pois ainda hoje tento superar meus medos da infância (risos).


Referência:
ALVES, Rubem. Gaiolas ou asas? In: ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. Campinas: Papirus, 2002, p. 29-32.
Foucault Michel, aulas sobre a vontade de saber (1970 – 1971) sguido de O Saber de Édipo – tradução Rosemary Costhek Abílio – São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2014. (Obras de Michel Foucault).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Tomar gosto pela Matemática

Caros colegas! As aulas de Matemática deram um toque especial este semestre,  aprendemos a trabalhar com projetos, aplicar métodos, experimentos, o lúdico. Uma vez que, tinha o intuito de deixar as aulas de Matemática mais prazerosas.
Gostei muito de trabalhar com projetos incluindo maquetes, mosaico, jogos e outro. A partir da classificação, seriação, comparação e outros... Novos conceitos de seqüência numérica e formação do seu conceito.
Em fim, as aulas de Matemática foram muito dinâmicas e bem elaboradas. Só tem a  acrescentar a nossos alunos. Deu um toque todo especial a essa disciplina que serviu para mudar o seu cenário de “Bicho Papão”.  Nas palavras de Rubem Alves “Não basta estudar tem que sentir prazer ao estudar”. E continua, esse novo método irá gerar inteligência que provocará uma transformação. É exatamente o que senti com as aulas de Matemática, uma transformação que mexe com nossos sentidos.
 Resultado de imagem para imagem de alunos que curtem a matemática

REFERÊNCIA:
 ALVES, Rubem. Gaiolas ou asas? In: ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. Campinas: Papirus, 2002, p. 29-32.

COSTELLA, R. Z. Como a ambiência reflete na construção de maquetes. In: REGO, Nelson; AIGNER, Carlos; PIRES, Cláudia; Lindau Heloísa (Org.). Um pouco do mundo cabe nas mãos: geografizando em educação o local e o global. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2003. p.131-150.

O conjunto de saberes


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Para complementar e esclarecer melhor. representação do conhecimento do professor, ou melhor, de cada um de nós caros colegas, escolhi a citação a foto ao lado abaixo.
"Num processo de formação de professores, a própria experiência escolar tem um papel preponderante nas representações pessoais sobre a educação, a escola, os professores, os alunos, os conteúdos da aprendizagem, as estratégias de ensino etc. Rememorar estas experiências compará-las com sua prática profissional atual, ou com as situações de aprendizagem que está planejado, podem ser intervenções importantes neste processo, porque favorecem a conscientização sobe a concepção de ensino presente em uma e na outra proposta pedagógica. Revistando sua história com aprendiz, o professor pode desenvolver empatia com o processo do aluno e transformar suas idéias iniciais sobre como conduzir o processo de ensino". (ZABALA, 1998, p.187).
Esta semana toda refleti muito sobre o que o conhecimento do professor representa. Depois de algumas leituras do texto A prática educativa cheguei à conclusão de que: "representa um conjunto de saberes que o habilita para o exercício do magistério". Esse conjunto de saberes é o que buscamos e temos encontrado na academia devem ficar claro colegas, que não deve ficar só nisso devemos continuar a busca depois da graduação. Há uma necessidade de uma formação continuada para que os professores possam aprimorar seu conhecimento, bem como atualizar-se, tirando suas duvidas, refletindo sobre as situações de aprendizagem em suas salas de aula. Buscar soluções para problemas da docência, bem como reflexões salariais e melhores condições de trabalho. Uma vez que percebemos a falta de tempo para colocarmos em pauta esses assuntos. Isso gera desunião entre a classe e desmotivação para reivindicar seus direitos, pois os professores não conciliam um tempo para a troca de  idéias, o que gera certa insegurança frente a nossos governantes.


 Referência:
ZABALA, A. A prátiaca educativa; como ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
https://www.google.com.br/search?q=imagem+de+professores&espv=2&biw=1280&bih=869&tbm=isch&imgil=NSNKHrlP6gYtdM%253A%253B9.

Avião ou pássaros?

Caros colegas! Começarei o meu texto fazendo uma citação que quando estava no sítio próximo a cidade Arroio dos Ratos – Rs. Caminhando por sobre o campo ao observar a natureza do local, comecei a observar o pouso dos pássaros. E minha amiga me indagou o seguinte: até a época do Chacrinha que apresentava o Show do Chacrinha na TV Globo, ele sempre dizia em seu programa “ Nada se cria tudo se copia”. A frase foi dita por Chacrinha há mais de 30 anos, mas continua em alta. Essa frase é derivada da máxima de Lavoisier que dizia que na natureza "nada se cria, tudo se transforma".

Minha amiga disse o avião, por exemplo, foi copiado do vôo do pássaro lembrei-me do texto de Rubem Alves quando o mesmo fala do vôo do pássaro. Aqui na fazenda é cheio de pássaro Rubem Alves deve ter passado por lugares com muitos pássaros e dali tirou a idéia de pássaros engaiolados. Essa idéia de Rubem Alves, por exemplo, foi inspirada nos pássaros diferentemente de ser copiada dos pássaros. Isso faz uma grande diferença, ou seja nada foi copia.

bird and cages. pattern design

REFERÊNCIA:
ALVES, Rubem. Gaiolas ou asas? In: ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. Campinas: Papirus, 2002, p. 29-32.
https://www.shutterstock.com/pt/pic-75020512/stock-vector-bird-and-cages-pattern-design.html?src=rb9mBIPS9DPODrDT6VvnAw-1-40

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Depressão: Como um Vaso Quebrado Élder Jeffrey R. Holland



Estava um tanto deprimida quando me deparei com este lindo discurso do Elder Holland, a qual me proporcionou um alívio e acalmou meu coração. Gostaria de compartilha-lo com vocês caros colegas na esperança de que em momentos de depressão saibam que não estão sóis e onde encontrar alívio para sua alma.
O profundo abismo”,3 e o superaram, entre os quais estão Abraham Lincoln, Winston Churchill e o Élder George Albert Smith, este sendo um dos homens mais gentis e cristãos de nossa dispensação, que combateu uma depressão.
Acreditem em milagres. Tenho visto tantos milagres acontecerem quando tudo indica que não há mais esperança. Sempre há esperança. Se esses milagres não acontecerem logo ou plenamente ou aparentemente nunca, lembrem-se do próprio exemplo angustiante do Salvador: se a taça não passar, beba-a e seja forte, confiando que dias melhores virão.5
A fim de prevenir a doença, sempre que possível, estejam atentos aos indicadores de estresse em sua própria vida e na de outros que vocês possam ajudar. Assim como fazem com seu carro, estejam alertas à elevação de temperatura, ao excesso de velocidade e ao baixo nível de combustível no tanque. Quando enfrentarem uma “depressão por exaustão”, façam os ajustes necessários. A fadiga é nosso inimigo comum — portanto, diminuam o ritmo, revigorem-se e reabasteçam. Os médicos nos garantem que, se não reservarmos um tempo para nos sentirmos bem, sem dúvida depois teremos que despender tempo passando mal.
Se as coisas continuarem a ser debilitantes, procurem o conselho de pessoas de confiança, com formação profissional comprovada, competência e bons valores. Sejam honestos com elas sobre sua história e suas dificuldades. Em espírito de oração e de modo responsável, ponderem o conselho delas e as soluções que receitarem. Se vocês tiverem apendicite, Deus espera que procurem uma bênção do sacerdócio e também o melhor atendimento médico disponível. O mesmo se dá com os distúrbios emocionais. Nosso Pai Celestial espera que usemos todos os maravilhosos dons que Ele concedeu nesta maravilhosa dispensação.
Se vocês forem a pessoa aflita ou o cuidador dela, procurem não se sobrecarregar com o tamanho da tarefa. Não tenham a pretensão de consertar todas as coisas, mas consertem o que puder. Se suas vitórias forem pequenas, fiquem gratos por elas e sejam pacientes. Dezenas de vezes nas escrituras, o Senhor ordena alguém a aquietar-se e a esperar.6 A perseverança paciente em algumas coisas faz parte de nossa educação mortal.
Para aqueles que cuidam de outros, em seu dedicado empenho de ajudar alguém a recobrar a saúde, não destruam a sua própria. Sejam sábios em todas as coisas. Não corram mais rápido do que as suas forças permitam.7 Além do que vocês forem ou não capazes de prover, ofereçam suas orações e seu “amor não fingido”.8 “A caridade é sofredora e é benigna (…) [ela] tudo sofre, (…) tudo espera, tudo suporta. (…) A caridade nunca falha.”
Por fim nas palavras do Elder Holland encerro o presente texto, que tanto me ajudou a superar o momento de aflição em que vivi devido a depressão, que como o autor mesmo diz “como um vaso quebrado”é assim que me senti em muitos momentos de crise depressiva, profissionais preparados, os remédios, amigos e familiares (estes mesmo de longe me auxiliaram muito). Não importa qual seja sua provação, meus irmãos e irmãs, — mental, emocional, física ou outra qualquer — não tentem dar cabo ao precioso dom que receberam: a vida! Confiem em Deus. Agarrem-se a Seu amor. Saibam que um dia a alvorada surgirá brilhante e as sombras da mortalidade se dissiparão. Embora possamos nos sentir como um “vaso quebrado”, segundo o salmista,10 devemos nos lembrar de que esse vaso está nas mãos do divino oleiro. Mentes despedaçadas podem ser curadas assim como ossos e corações partidos. Enquanto Deus está operando tais reparos, o restante de nós pode ajudar, sendo misericordiosos, bondosos, sem julgamentos.