sexta-feira, 6 de julho de 2018

Teoria da Equilibração, com Fernando Becker




Caros colegas! Foi fantástico o encontro do nosso curso de Pedagogia modalidade EAD, na FACED.
O Reitor da UFRGS se fez presente tivemos a palestra lúdica, duas bancas. Finalizou o evento com chave de ouro com a presença do autor Fernando Becker. Ele elucida a teoria de Piaget, explica como as pessoas aprendem no mundo que as cercam, como a criança recém-nascida avança para um estado de conhecimento que terá quando se tornar adulto.
Gostaria de colocar neste blog o resumo que fiz da palestra deste autor (Fernando Becker) o qual esclareceu em pouco tempo muito bem as duvidas que tinha a respeito da teoria de Jean Piaget, sobre Acomodação, Assimilação e Equilibração.
Equilibração: Piaget diz que as pessoas tem necessidade de aprender para se manter em equilíbrio. Ou seja, as pessoas se sentem melhor quando entendem o mundo que as cercam. Sempre que deparamos com algo que não entendemos nos incomoda e nos desequilibramos. Para  voltar ao estado de equilíbrio a principio ignoraramos, uma atitude inteligente. Ou seja, seria entender aquela novidade que nos foi mostrada. A curiosidade nos leva a entender o mundo.
Assimilação: Quando nos deparamos com algo que parece fácil por ser muito familiar. Esse processo de reconhecer algo novo com base no conhecimento que já possui. Aqui o sujeito age sobre o objeto.
Acomodação: Aqui a criança precisa modifica seu conhecimento prévio para dar conta das novas informações pelas as quais estão se preparando. Esse processo é importante para que a criança consiga assimilar o novo.  Em pouco tempo de modificação dos conhecimentos prévios é o que é chamado de Acomodação. São os processos que nos permitem conhecer o mundo. Assim, graças a esses processos que reformulamos o conhecimento que temos do mundo. É quando o sujeito age sobre o objeto quando precisa, gerando a adaptação. Ou seja, a Assimilação e Acomodação são dois subprocesso que vai levar ao processo da Equilibração Majorante. Esse processo faz com que a criança reformule o seu conhecimento sobre o mundo.
O encontro foi maravilhoso e muito proveitoso. Abraços a todos.


Referencia: Disponível: +&fr=mcafee&imgurl=http%3A%2F%2Fs2.glbimg.com%2F59Qe  Acessado em 05/07/2018

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Estágio de desenvolvimento de Piaget







Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=V-Uv0mFuD88 Acessado em 05/07/2018.

Ao refletir os referenciais teóricos indicados na interdisciplina de Linguagem e Educação. A teoria de Jean Piaget, percebi as grandes contribuições deste autor.
Referente aos 4 estágios a começar pelo 1º estágio Sensório Motor(0 a 2 anos) a sensação e a motricidade são  mediadores da relação do sujeito com o mundo. Descobre o mundo através da sua sensação. A inteligencia da criança é mais prático onde a criança precisa tocar e pegar. Inteligência Individual, ausência de socialização. 
2º estágio pré-operatório (2 aos 7 anos) . No presente estágio o sujeito descreve os objetos e onde surge o pensamento. A principal característica desse estágio é o egocentrismo. Ainda não consegue usar de empatia em certas situações. O surgimento da linguagem enquanto uma passagem.  Enquanto uma possibilidade do sujeito sair do mundo prático da inteligência. Mas, o pré-operatório sem  a condição do pensamento reverter e conservar. Neste estágio a pratica  se inseri no mundo das representações e no mundo da linguagem faz com que surja o pensamento. Vive no mundo da magia, do animismo. Usa muito os objetos como simbolismo. Estabelece sua comunicação com o mundo.
3º Estágio Operatório Concreto (7 aos 12 anos): A criança já consegue ter noção de tempo e espaço, faz operaçõesJá consegue fazer relações entre as coisas como entre o que é certo ou errado. É onde, o sujeito ganha a condição de reversibilidade e conservação, fazendo com que aquela inteligência diante dos objetos consiga realizar operações concretas. O conteúdo é fundamental para que a operação surja. Egocentrismo, contradição na fala, sem autonomia. Personalidade, trocas diálogo.
Por fim o ultimo estágio operatório formal ou lógico formal (12 aos 20 anos): Onde, o sujeito consegue apenas com a sua estrutura lógica, seu pensamento chegar aos resultados em que eles sentem que é necessário naquele momento. Aqui o sujeito consegue fazer as suas operações sem os conteúdos concretos. As crianças já conseguem fazer outras abstrações. Nesta fase acontece a consolidação da personalidade e individual. A escola e o professor indica caminho que levará a criança a desenvolver a sua autonomia, com a submissão, cooperação a universalidade voluntária.
Por fim para Piaget cada um destes estágios a criança tem suas necessidades de se interagir com as pessoas, objetos, e o mundo onde vive. Ou, seja, mostra que a aprendizagem se dá de dentro para fora. Ou seja, a aprendizagem acontece antes da inteligênica. https://www.blogger.com/blogger.g?blogID


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Referência:
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=V-Uv0mFuD88 Acessado em 05/07/2018.
Disponível em:https://www.blogger.com/blogger.g?blogID Acessado em 05/07/2018



segunda-feira, 25 de junho de 2018

Linguagem e Educação/ a teoria de Wallon


Ao refletir os referenciais teóricos indicados na interdisciplina de Linguagem e Educação. A teoria de Wallon não pode ficar de fora deste blog.  Segundo ele, a criança é emocional e aos poucos vai se tornando sócio cognitivo. Suas afirmações são de uma linha de pensamento interacionista, onde sua base teórica é definida a partir das relações da criança com os outros indivíduos e seu meio. Dessa forma farei uma pequena revisão de alguns trabalhos importantes de Wallon com relação ao domínio da aquisição da linguagem, as trocas inter-relacionais entre a criança e os indivíduos que a cercam irão definir o adulto que ela se tornará.
O autor define o desenvolvimento em cinco etapas: impulsivo-emocional (zero a um ano) Diálogo tônico/nesta fase a criança está ligada ao egocentrismo na figura da mãe, ou seja, tudo está centrado na mãe; sensório–motor e projetivo (um a três anos) a criança começa a andar/ inicia a exploração espacial. exploração da realidade ; personalismo (3 a 6 anos) a criança está diante da rejeição, sedução, imitação; categorial (6 a 11 anos) tem uma característica da objetividade; e  por fim a puberdade e adolescência (a partir do 12 anos) autoafirmação aqui o indivíduo sabe quem ele é. O autor psicólogo e médico interacionista. Faz resumidamente um estudo sobre a interação entre as crianças. Disponível em: .http://www.ufjf.br/revistagatilho/files/2009/12/maria_vilani_soares.pdf
Por fim, pode-se dizer que para Wallon: embora ele considere o papel fundamental da linguagem na transformação das ações práticas em ações representadas, o eixo principal de sua teoria é a psicomotricidade, que o autor associa, quase que “simbioticamente”, à psicogênese do sujeito.

Referência:
Disponível em https://enfaseeducacional.com.br/blog/henri-wallon/ acessado em 20/06/2018.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Relato do Aluno da Eja;


freire.jpg (497×688)
Caros colegas gostei muito do relato do aluno Josias sobre os desafios da EJA quando fizemos nossas entrevistas em grupo. Enfoquei alguns textos de Paulo Freire.
Aluno: Josias de Quadros Andrade.
Idade: 36 anos
Gênero: Masculino
Etnia / Raça – Negro
Anos de estudo: 4 anos
Foi importante voltar a estudar. Sente-se mais seguro e confiante num futuro melhor. Está aprendendo a valorizar o estudo. Aprende na escola conteúdos chatos ”mas, sabe que são importantes”.
A professora ensinava aluno por aluno, era querida.
Josias gostava de estar na sala de aula, sentia-se protegido. Hara, 1992 diz que:
 “muitas vezes é preciso criar variações em nossas práticas dentro da mesma aula, para atender um aluno que apresenta mais dificuldades que os outros em sua aprendizagem, ou que aprende de maneira diferente, que está em outro momento do processo de alfabetização ou um aluno deficiente”. Sei que não é fácil fazer essas variações, mas é preciso para que todos avancem e possam aprender. (Hara, p. 16).    
Dessa forma, Encerramos com a nossa pesquisa de campo relacionando a EJA com as pesquisas do grande e respeitado mestre Paulo Freire. Sabemos que os alunos da Eja enfrentar grandes desafios. Estes alunos precisam sentirem apoiados. Devemos ajudá-los a pensar, a usar o senso crítico, a empoderar-se de seus direitos. A formação continuada irá proporcionar isso a todos que fazem parte do cotidiano escolar do aluno. Saberemos nos colocar melhor no lugar do aluno, buscaremos planejar e dar o  melhor a nossos aluno. É gratificante ver alunos como o Josias reconhecendo o esforço da professora em desejar dar o melhor para seus aluno. Sabemos que os desafios da Eja é grande e que o processo de melhoria para a modalidade Eja é lento mais chegaremos lá, Paulo Freire tem nos apontado o caminho rumo a melhoria nessa modalidade de ensino.  
  Em Pedagogia da autonomia (1997), ao retomar a importância da postura dialógica e da prática da dialogicidade de uma educação humanizadora.  (Freire 1997, p. 153). Dessa forma, freire buscava além de se colocar no lugar do aluno, buscava uma escola lúdica, com diálogo, mais humana e engajada. O processo é lento, porém não devemos desanimar.

Referências:
Freire, Paulo. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire.

Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
Freire, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
Zirkoki, Jaime J. Paulo Freire & .-.Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
Hara, Regina. Alfabetização de adultos: ainda um desafio. 3. ed. São Paulo: CEDI, 1992.
https://acasadevidro.com/2015/08/06/a-pedagogia-do-oprimido-de-paulo-freire-excertos / Acessado em 14/06/2018.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Estagio & plano de aula


     Caros colegas! Amei as dicas da colega Blogueira Mara abaixo sobre como elaborar um eficiente plano de aula. Penso que como o semestre está chegando ao fim. O próximo será estágio, precisamos já ir  pensando em nossos planos de aulas. A dica é que estes materiais são para dar-nos um norte para ser adaptado a nossa realidade e não como um manual de receitas prontas e acabadas. Esses procedimentos vão auxilia-los a refletir sobre a sua prática, o que é essencial para o aprimoramento profissional. Citarei exemplo de plano de aula muito bem elaborado que encontrei na "revista  de que educa Nova Escola" (p. 47). A qual adaptei a realidade dos meus alunos do jardim na época foi muito interessante ver as novas descobertas que faziam e os inúmeros questionamentos ao observarem os alimentos se decompondo. A carinha de nojo, ao perceberem o mal cheiro dos alimentos. Bem como, os fungos e as bactérias ao seu redor com o passar do tempo ia se intensificando mais.
Rodrigues¹, (p. 1) me levou a refletir sobre a importância de elaborar um bom plano de aula.

planos é coisa provavelmente conhecida do homem desde que ele se descobriu com capacidade de pensar antes de agir" (Ferreira, 1985, p.27) ou ainda, "uma ação planejada é uma ação não improvisada; uma ação improvisada é uma ação não planeja¬da" (p.15) - teve um efeito avassalador em mim. 
     As imagens abaixo escolhi no google, coloquei o roteiro de um plano de aula e como amo Cora Coralina não poderia deixa-la de fora.

Por:Mara Mansani
https://novaescola.org.br/conteudo/6746/blog-alfabetizacao-como-fazer-planodeaulas.

Um bom estágio e ótimos planos para o novo semestre que está chegando. Daqui a pouco colocarei meu plano de aula que estou trabalhando nele. 
Abraços a todos



Referências:

Rodrigues, Maria Bernadette CastroPlanejamento: em busca de caminhos. In: Xavier, Maria Luisa; Dallazen, Maria Isabel (Orgs.).
Disponível em https://novaescola.org.br/conteudo/6/blog-alfabetizacao-como-fazer-planodeaula Acessado em 28/05/2018.
 Disponível/em= https://br.images.search.yahoo.com/search/imagesp=imagem+plano+de+aula Acessado em 28/05/2018.
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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Freire, "conscientizar para mudar e transformar a realidade".



Mestre da dialética, Gramsci encarou a alfabetização como um conceito e como uma prática social que devem estar historicamente vinculados, por um lado, a configurações de conhecimento e de poder e, por outro, à luta política e cultural pela linguagem e pela experiência.


Nós enquanto grupo aprendemos muito com os textos estudados, aprendemos de fato o que realmente é ser “professor”. Aprendemos que não é difícil ser um professor engajado e comprometido com o ensino cidadão de qualidade, más que é possível. O pensamento do educador brasileiro Paulo Freire segundo Paulo Roberto Padilha se caracteriza por considerar o caráter emancipatório da educação.
·         Busca conscientizar os alunos para fazer deles pessoas criticas transformadoras de suas realidades. Ele mostra que isso é possível  que a educação é um ato cultural e político.
·         Ele é um humanista Cristão, sua teoria do conhecimento influencia e dialoga com pessoas do mundo inteiro.
Ele parte do pressuposto das ações humanas, ensina que ler o mundo é mapear e refletir a realidade do aluno. A parir disso, conhecer o desejo do aluno e resgatar o seu sonho. Deixa claro que a globalização é a maior culpada pela decadência do ensino, pois tem matado o sonho e a utopia com a perspectiva de mudar e transformar a realidade.
A minha vivencia em sala de aula me remeteu muitas vezes quando via meus alunos desmotivados, a pensar. Portanto, como conseguirei estimular meus alunos? Agora a partir desta pesquisa da EJA percebo como diz Giroux o quanto devo estimular meus alunos a falar a linguagem tradicional do humanismo educacional e lutar pela ideia de que uma educação geral é a base da alfabetização crítica.  

Por fim, ficou claro em nossas articulações como grupo que Paulo Freire se notabilizou como um educador foi muito bem estudado e admirado no mundo todo. Ele alerta de que não devemos formar uma educação que oprime. É o educador da modernidade, porém, com pé na contemporaneidade no futuro e educador da complexidade que vivenciou na pratica e ensinou a partir da sua experiência de vida e de pratica educativa. Aprendemos com o seu conceito fundante de conscientização para mudar, buscar ser um professor engajado, comprometido e mais humano, buscando a cidania em nosso ensino emancipador.


Referência:
Alferes, Márcia Aparecida. Alfabetização e letramento: tecendo relações com o pensamento de Paulo Freire.
. Giroux , Henry A. Alfabetização e a pedagogia do empowerment político.
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=zPaWDZSVjd4 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch? v=zeFogTRJiOs&feature=youtu.be Acessado em 24/05/2018.
Disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=pedagogia+do+oprimido+de+paulo+freire 
Acessado dia 22/05/2018.

Dialogicidade em Pedagogia do oprimido, (EJA).


Dialogicidade em Pedagogia do oprimido, Freire (1993) elabora uma fundamentação teóricofilosófica sobre as condições do diálogo verdadeiro e seu papel central para uma educação libertadora.  De acordo com o que estudamos no texto resgata que “não existe uma cultura melhor que a outra”. Nessa perspectiva Freire afirma que o dialogo faz o “outro” refletir e se conscientizar, a se libertar das amarras que o prende e oprime. Isso exige uma amabilidade, ou seja, respeitar o “outro” no seu contexto, na sua vocação, na sua vida. Buscando, almejando a tão sonhada paz, em outras palavras estimula o professor estudar e aprender com o aluno.
A imagem abaixo expressa bem a ideia que Paulo Freire nos passa da pedagogia do oprimido.
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Com relação ao diálogo em sala de aula, certo dia a colega do grupo relatou que um aluno chamou  de “burra” a coleguinha que estava com dificuldades. A colega professora regente da turma naquele momento, reuniu a turma e discutiram a situação sobre a opinião de cada aluno se era legal chamar a colega de “burra”. E a maiorias disseram que era bullyng o que Joãozinho estava fazendo com a colega. Ela perguntou se o “bullyng” poderia ser o tema gerador do mês e todos concordaram que sim, poderia ser o tema gerador. Dessa forma foi trabalhado o tema gerador, a partir da reflexão que os alunos fizeram naquele momento. Freire afirma que o tema gerador faz brotar conhecimento significativo. No sentido de questionar o currículo por que é assim, por que não pode ser diferente?
Na reflexão do grupo chegamos à conclusão que para Paulo Freire educar não é doutrinar e sim politizar. A educação cidadã é um desafio, porém não devemos desistir de lutar contra escola sem partido, com proposta conservadora, que fala em neutralidade. Más, que na realidade sua proposta é bem contrária à educação cidadã de qualidade.
Por fim Paulo Freire nos ensina a ensinar, a repensar o nosso papel enquanto educador. Faz-nos pensar no aluno, enquanto sujeito. Faz-nos refletir, nos colocar no lugar do aluno com o intuito de nos tornarmos mais humanos e a pensar onde queremos chegar com a nossa proposta pedagógica.  Ou seja, pensar onde queremos que este aluno consiga chegar. Primando sempre a sua autonomia e cidadania. 
Pensar nesse aluno dessa imagem que coloquei aqui no finalzinho do texto para refletirmos sobre a pedagogia do oprimido de Paulo Freire.
Referência:
https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=pedagogia+do+oprimido+de+paulo+freire&f Acessado em 25/05/2018.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

A avaliação será sempre da criança em relação a si mesma



        

Com relação a minhas vivencias que descrevi acima. A partir do estudo deste texto e dos Modelos Pedagógicos Epistemológicos. Percebi, portanto, o quanto estes modelos contribuem para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem de nossos alunos. Pois, é através desses modelos que iremos planejar e melhor construir nossas aulas.
        Pois, para a escolha de um modelo, é preciso analisar o momento em que estamos vivendo e alguns fatores como o ambiente escolar. Onde, vamos atuar, o cotidiano da comunidade onde, a escola está inserida.
Bem como, o perfil da turma que iremos trabalhar. Portanto, no decorrer da caminhada do educador poderá ocorrer mudanças nas escolhas dos Modelos Pedagógicos Epistemológicos. 
      Suas potencialidades, história previa o histórico escolar e o contexto no qual o aluno estava inserido.
        A avaliação será sempre da criança em relação a si mesma e não comparativamente com a outra criança.
Não se pode esquecer de que a idade limite para a conclusão do ensino fundamental regular diurno dos alunos com deficiência será de 24 anos completos.





Referência:
SPODEK, Bernard e SARACHO, Olivia N. Ensinando  crianças de 3 a 8 anos. Porto Alegre; 1998.

Entender a realidade do aluno é primordial no processo ensino aprendizagem

Caros colegas! Entender a realidade do aluno é primordial no processo ensino aprendizagem.

          Em minhas reflexões percebi que para se avaliar os componentes pedagógico, em relação a questões  sociais em que o aluno está inserido. É portanto, uma questão que exige tempo do professor que deseja fazer um levantamento desses dados. Precisará de que o professor vá até a casa dos alunos e veja de perto a sua realidade sócio cultural.
Refletindo sobre o “Retrato sócio cultural do educando”. Isso exige trabalho extra do professor, que terá que sair fora da sua jornada de trabalho para fazer de perto esses levantamentos. O que acredito devido a muitos professores que fazem dupla ou tripla jornada de trabalho, sem contar a formação continuada que lhe é exigido. Percebo que lhe faltará tempo, para se dedicar a essa questão com mais afinco.
            Não que isso deva ser deixado de lado. E sim, deixado para um outro momento.
Fernado Becker em seu modelo pedagógico epistemológico nos alerta para sua importância dizendo em seu modelo epistemológico que os principais sujeitos da escola são o aluno e o professor.
             Portanto, o professor deve conhecer a comunidade em que a escola está inserida.
O professor deve conhecer como o aluno aprende, a partir daí o professor vai pautar toda suas ações dentro do processo ensino aprendizagem. Ou seja, dependendo da forma como o professor entende que se dá a aprendizagem e a maneira como você vai agir dentro da sala de aula ou a maneira como o professor vai ministrar a sua aula.
        Em 2001 tive em minha sala de aula um aluno que apresentava comportamentos agressivos. Era repetente e não era assíduo nas aulas. Com umas simples visitas pude constatar o problema de questões econômicas e familiares pelos quais sua família estava passando. Contudo, os problemas de ordem social não foram resolvidos daquela família. Más, pude ter um novo olhar para aquele aluno. Adaptando suas atividades de acordo com a sua realidade. Bem como, entender suas revoltas e saber acalmá-lo. Passei a amá-lo e a me interessar mais por ele.
        Tinha alguns finais de semana que abri mão para dar aula de reforço para que este aluno pudesse acompanhar o restante da turma.
          "Conhecer a realidade do aluno é muito importante no processo ensino e aprendizagem".
“Relações da escola com a realidade sócial”.   Rays (2000), 

sábado, 5 de maio de 2018

Ainda não apresentei - me aqui


Aprendizagem o texto APRENDIZAGEM HUMANA: PROCESSO DE CONSTRUÇÃO Fernando Becker e Tania Beatriz Iwaszko Marques, descrevem que a escola deve estimular para que ocorram novas aprendizagens nos estudantes. Se aprende por amor a alguém ou por algo que se tenha interesse.
A imagem pode conter: Antonia Cardozo, close-up e área internaA imagem pode conter: 2 pessoas, incluindo Antonia Cardozo, pessoas sorrindo, área interna e close-upA primeira foto estou gravando um vídeo no 1º semestre sobre minha escolha do curso de Pedagogia. A outra mais recente no laboratório de informática no polo do Vale Poa - Rs. Dando um duro estudando! Aproveitando a companhia do simpático tutor (presencial naquele momento)  Glauber Moraes.

        Meu nome é Antonia Avanildes Cardozo. Estudo Pedgogia modalidade EAD na UFRGs.
Sou natural de Cáceres - Mato Grosso. Atualmente moro em Canoas - RS.
Sou uma pessoa descontraída e esforçada. Gosto de estudar, trabalhar na igreja e comunidade. Além estar com meus amigos e minha família que amo muito.
        Estou professora trabalho em uma escola de Educação Básica. O que me deixa muito feliz e realizada.
        Em nome da coordenadora Dra. Rosane Argão, que devo todo o meu respeito e admiração. Pois,  inspirei nela para seguir em frente. Não obstante, a mesma mostra ser uma mulher forte e dinâmica, pró-ativa e muito inteligente.  Em nome dela agradeço a todos os demais que fazem parte da instituição, por todo empenho e dedicação a esse trabalho de amor.
       Pois, minha estadia no curso tem me proporcionado muita segurança e sucesso em minha pratica de ensino, sei que ainda tem muitos percursos pela frente para associar minha experiência prática  a teoria.
        Por enquanto vou ficando por aqui, depois nos falamos mais.
Grande abraço.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Comênio o "pai" da Didática

         

Caros colegas! Adorei ter trabalhado os textos de Comêno, o filósofo tcheco combateu o sistema medieval da época, defendeu o ensino de "tudo para todos" foi o primeiro teórico a respeitar a inteligência e os sentimentos da criança.
           Ou seja, ele é o "pai" da Didática moderna como é conhecido. A Didática como sabemos é a arte de ensinar.  
           Ele nos deixou um grande legado, principalmente na inovação do ensino. Apesar de suas ideias estarem a frente da sua época em pleno século 17 por Comênio (1592-1670.
         Por ser religioso foi perseguido por suas ações, apesar disso, se manteve estudioso, Sendo um pioneiro na contribuição de uma didática mais utópica para o seu tempo.
         Percebi o quanto o uso a imagem em minha pratica de ensino vai ao encontro do que Comênio aconselha. 
A minha preocupação do dia anterior para apresentar meu plano de aula voltada para o significado daquela imagem e o que ela representa é preponderante. Ou seja, a imagem não está ali aleatoriamente tem um propósito de ela estar ali.
        Trabalho com eles a partir da realidade deles. Valorizando as suas experiências e potencialidades. Começo a explorar a curiosidade das crianças e ao mesmo tempo posso diagnosticar o conhecimento deles frente aquela imagem.
         Comênio estava bem a frente da sua época com suas ideias inovadoras. Com toda a sua história ligada a religião e vocação religiosa, estudava muito , era um homem muito entendido. 
         Vivenciou períodos de guerra e foi perseguido e preso pela igreja. Sobretudo, por ser protestante e por ter sua didática voltada para ciência seguindo as ideias de Francis Bacon (1561-1623).
         Herdamos muito do passado, aprendemos com os fatos históricos do passado envolvendo a educação que como Comênio sonhava que no futuro esse sonho se concretizaria: Ele diz: 

"Da mesma forma os princípios gerais da didática exprimem o espírito conservador e renovador do momento, ou seja, enquanto por um lado, na exposição docente do conteúdo, na passividade do aluno a quem cabe apenas ouvir, destaca-se, por outra parte, como nova forma de ensino, a imitação da natureza, a observação e experimentação, os processos das artes mecânicas, os métodos da nova forma de trabalho e da ciência”.   



          Estudando sobre Comênio na revista Nova escola (2008) o professor Márcio Ferrari explica.
        A obra de Comênio corresponde também a outras novidades, entre elas "o despertar de uma nova concepção de criança", como diz Gasparin. "Ele a trata em seus livros com muita delicadeza, num tempo em que a escola existia sob a égide da palmatória", continua o professor. "A educação era vista e praticada como um castigo e não oferecia elementos para que depois as pessoas se situassem de forma mais ampla na sociedade. Comênio reagiu a esse quadro com uma pergunta: por que não se aprende brincando?" Em outras palavras estudar brincando significa o Lúdico pedagógico, como conhecemos hoje. Realmente as crianças não só aprendem brincando como também aprendem felizes. Além se preocupar com questão da Inclusão tão em voga no momento.


"Comênio não foi o único pensador de seu tempo a combater o pedantismo literário e o sadismo pedagógico, mas ousou ser o principal teórico de um modelo de escola que deveria ensinar "tudo a todos", aí incluídos os portadores de deficiência mental e as meninas, na época alijados da educação. "Ele defendia o acesso irrestrito à escrita, à leitura e ao cálculo, para que todos pudessem ler a Bíblia e comerciar", diz Gasparin. Comênio respondia assim a duas urgências de seu tempo: o aparecimento da burguesia mercantil nas cidades européias e o direito, reivindicado pelos protestantes, à livre interpretação dos textos religiosos, proibida pela Igreja Católica". Nova Escola (2008)

           Por fim,ele deve ter sofrido muitas retaliações com seu plano educativo por parte da sociedade burguesa da época que procurava limitar o acesso da criança, jovens e adultos na escola. Temiam a perda de controle sobre a massa dominante, no sistema capitalista da época. Por conta disso, receavam a tão sonhada democratização do ensino. Sabemos que o processo ainda é lento, mas não custa  e continuar a luta idealizadora de Comênio.
 Grande abraços a todos.

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Refêrncia:
https://novaescola.org.br/conteudo/184/pai-didatica-moderna-filosofo-tcheco-comenioAcessado em 04/05/2018.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Desafios da mulher na EJA

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Caros colegas! Como este mês de maio comemoramos o dia das mães resolvi homenagear as alunas poderosas da EJA. Com os desafios que essas mulheres enfrentam para estarem todas as noites na escola, como mostra a figura acima.
Em conversa com minhas amigas da terceira idade que fazem e já fizeram a EJA (Educação de Jovens e Adultos). Fizeram-me pensar e a fazer várias indagações a elas.
Comecei perguntando por que não estudaram no tempo certo, a maioria disseram que foi por morarem na roça, no interior e os pais acharem que as mulheres não precisavam estudar só os homens. Para tanto,  os pais alegavam que a mulher precisava se preparar para ser mãe e dona de casa.
  "A volta á escola na idade adulta, implica, para homens e mulheres, conciliar diferentes responsabilidades. Na revista pedagógica (2014) fala um pouco dos desafios dessas guerreiras frente ao trabalho, a casa e a escola. "O trabalho faz com que muitos se ausentem das aulas, embora a busca de ascensão social e profissional seja a principal razão mencionada para a permanência a escola, muitas mulheres ainda tem exclusiva responsabilidade nos cuidados da casa e da família".
Inspirada no artigo dessa revista perguntei se os esposos delas as apoiaram nesse momento crucial de dividir o tempo delas com a prole, e o trabalho remunerado e os afazeres da escola. Uma delas respondeu "olha, tem vez que o J. me ajuda, mas tem vez que não. Agora mesmo, só  quando ele quer. Homem é assim, né só faz quando quer.
Diversos depoimentos mostram que, para garantir o direito á educação, as mulheres têm que fazer múltiplas negociações em família, para a volta à escola.
Essa pesquisa pode contribuir para a reflexão e para a prática dos professores da EJA. Tendo conhecimento de que as educandas da EJA cuidam da família e da casa durante os fins de semana, podemos, por exemplo, repensar as tarefas escolares extra-classe com os respectivos temas. Sugerindo a importância de elaborar práticas compatíveis com as possibilidade e necessidades das mulheres, mãe, trabalhadoras e alunas.
Dessa forma, encerro minha sincera homenagem a essas mulheres  poderosas e maravilhosas. Me falta palavras para descrever tamanha magnitude dessas guerreira.


Referência:

Revista. Presença pedagógica set/out/2014. P. 12 - 14.
www.presençapedagogica.com.br/ Acessada dia 1º de maio de 2018.

Didática e o desafio frente a criança




Meu maior desafio seria o de manter uma postura pedagógica menos tradicional e arcaica. A graduação tem me ajudado muito neste sentido. Principalmente de lidar com a ferramenta tecnológica, que auxilia muito nesse novo processo de ensino. Visto que o modelo epistemológico pedagógico relacional e a teoria construtivista nos leva a buscar novos mecanismos que propicie que a criança cresça, adquira autonomia e desenvolva a sua criatividade.

De fato no semestre passado pude vivenciar isso nas minhas praticas em sala de aula com meus alunos. Principalmente quando usei as ferramentas midiáticas com eles seus rostinhos brilhavam, ouve realmente trocas não só de perguntas e respostas, mas trocas de conhecimento, pude entrar no mundinho deles e conhecê-los um pouco mais, seus gostos pela mídia. Os que não gostavam de jornal, tinha as revistas, TV e net e outros recursos que me auxiliou e propiciou a aprendizagem ativa de trocas recíprocas de conhecimentos.
É importante refletirmos Paulo Freire, onde, ele destaca o que pensa sobre alfabetização, dizendo que: “aprender a ler e escrever já não é, pois, memorizar sílabas, palavras ou frases, mas refletir criticamente sobre o próprio processo de ler e escrever e sobre o profundo significado da linguagem”..


Referência:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São
Paulo: Paz e Terra. 1996.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação/Inovação Pedagógica












Caros colegas! Resolvi escrever um pouco sobre as minhas reflexões envolvendo as atividade da interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação que estamos estudando neste semestre do eixo VII, espero poder auxilia-los de alguma forma com meus questionamentos sobre a nossa formação com as novas tecnologias digitais. Uma vez que muitas lacunas neste sentido precisam ainda serem  preenchidas.
        A inovação pedagógica é como se faz uso das tecnologias a própria imagem acima mostra bem isso. Bem como, aprendemos nas atividades da linha do tempo na interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Não obstante, vimos que não envolve somente as tecnologias digitais como recursos, ou, ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem. Isto é, começa desde o giz, caderno, lápis vindo até as tecnologias digitais que está em voga no momento.

Se tivermos domínio dessas tecnologias e soubermos utilizar os recursos de forma critica coletivamente ou não. Isto significa conhecer as potencialidades e limitações dessas inovações pedagógicas e tecnológicas (como por exemplo, a internet). Isso, requer uma ruptura pragmática e não apenas como diz o texto à inclusão de novidades, inclusive as tecnológicas. Promovendo mudanças, no sentido que envolve uma alteração na forma de entender o conhecimento. Com isso criar novas metodologias e alternativas para promover a aprendizagem. Proporcionando meios de cativar, incentivar o aluno com a fascinante aventura que é o saber. Levando o aluno que é o foco da Pedagogia a uma aprendizagem significativa.
        Em minhas reflexões sobre o texto escolhido neste tópico me tocou muito o modo como foi abordado o conceito de inovação pedagógica. Assim como as atividades da linha do tempo. Os questionamentos nessa pesquisa e análise das experiências inovadoras me transportou no inicio da minha docência e quando por motivo que não convém neste momento mencionar. Tive que parar com tudo, ou melhor, de estudar e trabalhar. Quando tive que retornar ao trabalho como professora foi um desastre. Via meus colegas trazendo filmes para as aulas, muitos recursos diferentes. Isso me fez voltar para a faculdade me interar das novas propostas pedagógicas para acompanhar esses jovens que naquele momento estava há anos luz na minha frente com relação às ferramentas digitais.
Por que estou dizendo isso? No inicio do texto me chamou a atenção quando a universidade na perspectiva de fazer rupturas com a racionalidade técnica, têm sido objeto de inovação, ultrapassando a perspectiva dicotômica da modernidade.
Acredito que a universidade cumpre seu papel de acompanhar a evolução das tecnologias para então, aplicar nas inovações pedagógicas. Ou seja, a regulamentação exige isso como o próprio texto diz que para ser autônoma não pode ficar para trás na alienação. O que iria acontecer comigo se eu não corresse atrás para buscar uma formação continuada a fim de me inteirar dessa nova inovação pedagógica. Dessa forma, a pós-modernidade liquida de Zygmunt Bauman (2003) é evolutiva.
O sistema vigente ou como diz o texto à regulamentação leva a academia a acompanhar essas mudanças. Sobretudo, automaticamente nós enquanto acadêmicos também acompanhamos essas mudanças junto à faculdade. Hoje, nos vemos envolvidos por um palco de imagens, de comunicação rápida. Que antes não era bem assim.
Depois da informática presenciei a questão de usar ou não o computador na escola. Depois veio a produção de software educacionais, as metodologias, a nterinet a formação dos professores (junto com essa formação veio a EAD) .  
Essas novas tecnologias em alguns momentos faz um contraste entre o que se aprende na faculdade e o que se vê na pratica ainda como: o professor utilizando o giz e o quadro verde. Ainda não estamos preparados para abandonar totalmente o giz  e o aluno também não está preparado para acompanhar essa mudança.
Sabemos que é delegada ao professor coordenar, organizar e gerenciar o processo de ensino-aprendizagem. Devemos aproveitar este momento em que estamos tendo a oportunidade de discutir sobre estas novas tecnologias nesta interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Onde, o professor Daniel nos possibilita fazermos algumas discussão nos fóruns. Por exemplo, fazer uma discussão critica destas tecnologias. E nos faz refletir onde nós enquanto professores usamos estas inovações pedagógicas e tecnológicas de forma adequada e contextualizada? São muitas lacunas que no decorrer do semestre espero serem preenchidas.

Referência bibliográfica:
Bauman, Zygmunt. Modernidade Líquida. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 258p.
Cunha, Maria Isabel. Renovação pedagógica e a Reconfiguração de saberes no ensinar e no aprender na universidade.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Tema de casa

Caros colegas!
Como nos foi passado pela professora Rosane Aragão. Precisamos aprender, ou seja nos aprofundar em  aluns conceitos como; Epistemologia , aprendizagem e conhecimento. Como professoras temos a obrigação de saber bem estes conceitos para melhorar nossa pratica de ensino.
Epistemologia são modelos pedagógicos que nos fazem pensar o qual estamos seguido e nos ensina o melhor modelo pedagógico a seguir a fim de sermos bem sucedido em nossa profissão

Aprendizagem e conhecimento -  Nas graduações de Educação, são comuns a existência de disciplinas que abordam as Teorias de Aprendizagem.  Levando em consideração que os indivíduos aprendem de forma diferente, sendo assim uma única estratégia pode não atingir a todos os educandos.
Dessa forma, o presente  texto do resumo de André Luis Silva da Silva visa argumentar sobre alguns pontos importantes das Teorias da Aprendizagem segundo Piaget, Vigstik e Wallon.
 
  • De acordo com Piaget, as crianças possuem um papel ativo na construção de seu conhecimento, de modo que o termo construtivismo ganha muito destaque em seu trabalho.
  • O desenvolvimento cognitivo, que é a base da aprendizagem, se dá por assimilação e acomodação.
  • Quando na assimilação, a mente não se modifica.
  • Quando a pessoa não consegue assimilar determinada situação, podem ocorrer dois processos: a mente desiste ou se modifica.
  • Se modificar, ocorre então a acomodação, levando a construção de novos esquemas de assimilação e resultando no processo de desenvolvimento cognitivo.
  • Somente poderá ocorrer a aprendizagem quando o esquema de assimilação sofre acomodação.
  • O que fazer então par provocar o processo de acomodação? Para modificar os esquemas de assimilação é necessário propor atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas nos alunos.
  • De acordo com Piaget, apenas a acomodação vai promover a descoberta e posteriormente a construção do conhecimento.
  • O conhecimento real e concreto é construído através de experiências.
  • Aprender é uma interpretação pessoal do mundo, ou seja, é uma atividade individualizada, um processo ativo no qual o significado é desenvolvido com base em experiências.
  • O papel do professor é então aquele de criar situações compatíveis com o nível de desenvolvimento cognitivo do aluno, em atividades que possam desafiar os alunos.
  • De acordo com Piaget, o desenvolvimento cognitivo das crianças ocorre em quatro fases: 1° SENSÓRIO-MOTOR (até os 2 anos), 2° PRÉ-OPERACIONAL (dos 3 aos 7 anos), 3° OPERATÓRIO CONCRETO (dos 8 aos 11 anos) e 4° OPERATÓRIO FORMAL (a partir dos 12 anos).
  • O professor deve provocar o desequilíbrio na mente do aluno para que ele, buscando então o reequilíbrio, tenha a oportunidade de agir e interagir.
  • Quando houver situações que gere grande desequilíbrio mental, o professor dever adotar passos intermediários para adequá-los às estruturas mentais da fase de desenvolvimento do aluno.
  • O aluno, dessa forma, exerce um papel ativo e constrói seu conhecimento, sob orientação constante do professor.
  • O professor deve propor atividades que possibilitem ao aluno a busca pessoal de informações, a proposição de soluções, o confronto com as de seus colegas, a defesa destas e a permanente discussão.
  • O conhecimento é construído por informações advindas da interação com o ambiente, tocando esta teoria com aquela proposta por Vygotsky, na medida em que o conhecimento não é concebido apenas como sendo descoberto espontaneamente, nem transmitido de forma mecânica pelo meio exterior. A imagema baixo o mapa conceitual nos lembra as teorias aprendizagem de três grandes teóricos da educação. O professor André luis Silva da Silva faz mensão de cada um deles, como já vimos Piaget anteriormente.
   

  • Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação social, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio.
  • Para substancialidade, no mínimo duas pessoas devem estar envolvidas ativamente trocando experiência e idéias.
  • A interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimento.
  • A aprendizagem é uma experiência social, mediada pela utilização de instrumentos e signos, de acordo com os conceitos utilizados pelo próprio autor.
  • Um signo, dessa forma, seria algo que significaria alguma coisa para o indivíduo, como a linguagem falada e a escrita.
  • A aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada pela interação entre a linguagem e a ação.
  • Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o sujeito possui potencialidade para aprender, seu conhecimento potencial.
  • Dessa forma, a aprendizagem ocorre no intervalo da ZDP, onde o conhecimento real é aquele que o sujeito é capaz de aplicar sozinho, e o potencial é aquele que ele necessita do auxílio de outros para aplicar.
  • O professor deve mediar a aprendizagem utilizando estratégias que levem o aluno a tornar-se independente e estimule o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP a todo momento.
  • O professor pode fazer isso estimulando o trabalho com grupos e utilizando técnicas para motivar, facilitar a aprendizagem e diminuir a sensação de solidão do aluno.
  • Mas este professor também deve estar atento para permitir que este aluno construa seu conhecimento em grupo com participação ativa e a cooperação de todos os envolvidos
  • Sua orientação deve possibilitar a criação de ambientes de participação, colaboração e constantes desafios.
  • Essa teoria mostra-se adequada para atividades colaborativas e troca de ideias, como os modelos atuais de fóruns e chats.
  •  Janieri Silva explica a teoria da aprendizagem  de Wallon dizendo: Já para Wallon o desenvolvimento se dá também em estágios mas que são diferentes da Teoria Piagetiana.  wallon além de dar importância ao corpo da criança e a maturação biológica, considera importantíssima a emoção sendo a mesma fator principal em sua teoria, a observação é o método primordial, é a tentativa de entender o processo de desenvolvimento da criança e a sua relação com o meio em que vive, levando em conta os aspectos culturais, familiar e sociais . 
  • A emoção, antes da linguagem, é o meio utilizado pelo recém–nascido para estabelecer uma relação com o mundo humano. Gradativamente, os movimentos de expressão, primeiramente fisiológica, evoluem até se tornarem comportamentos afetivos mais complexos, nos quais a emoção, aos poucos, cede terreno aos sentimentos e depois às atividades intelectuais.” (Dourado; PRADINI, 2001 P. 5).                          
  •  Para Wallon, a aprendizagem está relacionada com o desenvolvimento da individualidade como unidade afetiva e cognitiva dos sujeitos. O estudo do desenvolvimento humano deve ser feito na sucessão das etapas e dos conflitos no decorrer da vida, sendo a linguagem e a cultura que fornecem ao pensamento as ferramentas para a sua evolução; a sua interação com o mundo biológico não depende apenas do seu amadurecimento intelectual, mas de habilidades mais complexas para interagir com a cultura existente entre o sujeito e seu meio.
Refeência:
MOREIRA, Marco Antônio; Teorias de Aprendizagens, EPU, São Paulo, 1995.

Disponível/emhttps://www.infoescola.com/autor/andre-luis-silva-da-silva/2168/Acessado em 25/05/2018.
pbr.images.search.yahoo.com/search/images p=imagem+aprendizagempiage Acessado em 25/05/2018.
https://psicopedagogiaescolarblog.wordpress.com/2018/04/04/teoria-de-aprendizagem-de-vygotsky/ Acessado dia 25/05/2018.
http://janierisilva.blogspot.com.br/2010/12/piaget-vygotsky-e-wallon-diferencas-e.html Acessado em 25/05/2018
https://br.images.search.yahoo.com/search/images p=imagem+aprendizagempiaget&fr=mcafee&imgurl=https

sábado, 7 de abril de 2018

Novos inícios

Caros colegas!
Meus novos inícios neste semestre começou com a apresentação do Workshop do semestre passado.
Começo relatando o eixo VI em transição para o eixo VII. Uma vez que, narro o que aprendi com os conceitos comuns a todas as interdisciplina que me chamaram atenção no semestre estudado. No entanto, enfoco a relação desses aprendizados teóricos com a minha pratica dentro do meu cotidiano escolar.
O marco como acontece todo semestre e é de praste acontecer a apresentação do Workshop do eixo VI de aprendizagem.
Contudo, essa transição do Worksshop VI, significou uma carga a menos para mim. E ao mesmo tempo me preparando para um novo desafio ao desconhecido que me reerva o eixo VII. Venci uma etapa do desafio, logo  vem outo desafio para substituir este.
Traduzo o Workshop do Eixo VI em transição da seguinte forma: tratou de uma educação que não pode prescindir do deslocamento de uma aprendizagem em movimento. Sobretudo, por envolver os conceitos comuns a todas as aprendizagens, pertinentes a uma educação de qualidade e uma escola  cidadã e mais  humana.
O Workshop não é um lugar final e nem a faculdade. A instituição é um lugar em transito um palco de transformações, esta não poderá comportar sentidos unívocos. Contudo, por ser um objeto de ensino de sedução, nos prepara para novos inícios. Ou seja, novas etapas a percorrer por meio da formação continuada que deverão vir.
O Workshop é um universo de ultrapassagens em que temos a oportunidade de ultrapassar,  não aos outros, e sim, a nós mesmos. Visto que, esta é a proposta. Uma vez que, a superação e avanço levam a aprendizagem.
Em fim, a tensão, a dor, fazem parte desse processo. O nevosismo então! Sobretudo, de ser avaliado vem desde o começo do curso e percebo agora no sétimo semestre que o frio na barriga nunca acaba. Contudo, aprendemos a ter controle sobre nossas emoções.
Nesta ultrapassagem da experiência no Workshop percebi que emergem relações dinâmica e intricados nos conceitos comuns das interdisciplinas do eixo VI e o sujeito (eu) e a experiências ao demonstrar o que aprendi e o que terei que aprender no futuro.



Referência:

Matui, Jiron. Construtivismo/ Teoria construtivista sócio-histórica aplicada ao ensino.  1ª edição,  editora: Moderna. São Paulo 1995.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Seleção de monitoria e plano de aula inicial.

     Caros colegas!
     O dia hoje foi cheio!
     Estou encerrando o meu dia com este teste para monitoria.
     Resolvi participar do mesmo devido a minha vivência e as dificuldades que enfrentei com a tecnologia. Superei e ainda estou superando muitos desafios envolvendo essa tecnologia.
     Sinto-me motivada a auxiliar meus colegas. Continuar fazendo parceria, ou seja, continuar fazendo o que já venho fazendo que é a troca de experiências e conhecimento com minhas colegas que constantemente estão na FACED e no Polo do Vale de Porto Alegre-RS.
     Quando se fala de inclusão digital, ninguém quer ficar fora dela. Por isso estou concorrendo a vaga e não vou negar que as horas complementares, ampliando meu conhecimento melhorando minha pratica em sala de aula. Bem como, a bagagem que vamos adquirir é muito sugestivo. Sobretudo, nesta modernidade líquida que estamos vivendo.
Abraços;
Antonia


Caros colegas! Gostaria de apresentar-lhes meu plano inspirado nos modelos pedagógico de Fernado
Becer. "Como se vê, a ação desse professor não é gratuita. Ela é legitimada, ou fundada
teoricamente, por uma epistemologia". (Becker, 1994, p. 2).

PLANO DE TRABALHO DOCENTE E QUADRO INDIVIDUAL

Plano de aula par aplicar aplicado nos dias 09 e 13/05 - Escola dos Sonhos.

Plano de aula - 1º ano

Temática: brincando com o alfabeto.

Conteúdos:

·        Reconhecimento do alfabeto;
·        Relação imagem com a escrita;
·        Reconhecimento da letra inicial de cada imagem;
·        Iniciação a leitura.
·        Contação de história;
·        Textos que explorem o tema

Objetivos a partir do diagnóstico avaliativo:

·        Reconhecer o alfabeto;
·        Relacionar imagem com a escrita;
·        Reconhecer a letra inicial de cada imagem;
·        Ler as palavras;
·        Incentivar a criatividade;
·         Inventar histórias.

Desenvolvimento

Encaminhamento Metodológico ou estratégias didáticas desenvolvidas:

·         Roda de conversa;
·         Mapa conceitual
·        Fazer o caminho das letras;
·        Procurar imagens relacionadas as letras escolhidas;
·        Registro das palavras;
·        Leitura das palavras;
·        Inventar uma história com as imagens escolhidas e músicas escolhidas;
·        Registro da história e  contação de história  (professora);
·        Texto que explore o tema.

Recursos:

Papel sulfite, canetinha, tesoura, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera, cola, revistas, livros.
Duração:
Cinco dias, sendo que cada dia corresponderá a 55 minutos de aulas.

Culminância:

1º dia _ Elaboração de um mural com fotos, recortes e colagem atividades realizadas com o alfabeto (55 minutos).
2º _ Atividades com a roda de conversa sobre os textos abordados durante a contação de história que tenha explorado o tema (55 minutos).
3º ­_ Fazer caminho das letras com músicas do alfabeto (55 minutos).
4º _ Textos com imagem ou gravuras que explorem o tema de modo que permita fazer uma relação da imagem com a escrita (55 minutos).
5º dia – Registro e leitura das . (55 minutos)

Critérios de avaliação:

·        Reconhece o alfabeto;
·        Relaciona imagem com a escrita;
·        Reconhecer a letra inicial de cada imagem;
·        Ler as palavras;
·        Criatividade.

Situações imprevisíveis, caso acontecer:

Instrumentos de avaliação:

·        Relação imagem/escrita;              Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Registro das palavras;                  Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Leitura;                                           •  Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Produção de texto oral.                   • Observar o que pode ser aprimorado na próxima aula.
·        Por ultimo refletir se fui (professora) mediadora ou facilitadora nesse processo de ensino/aprendizagem. O que poderei aprimorar na próxima aula.                

 Referências:

Referência:


BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994.BECKER, Fernando. Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos. Educação e Realidade, Porto Alegre, p.89-96, 01 jun. 1994.SILVA, Patícia. A canção na pré-escola, Amarelinha. 4ª edição, Editora Paulinas – Comep, São Paulo 2002.Disponível em  https://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=imagem+educação / acessado em 20/06/2018.