sábado, 15 de julho de 2017

A fluidez do 'mundo líquido' e o e amor líquido de Zygmunt Bauman



Na Organização e Gestão da Educação foi passado o vídeo de: A fluidez do 'mundo líquido' do Zygmunt Bauman. Este autor contemporâneo é um dos mais cotados desta época.
 Nessa entrevista Bauman interação entre as pessoas , conceito, ideias, ideologias fizeram parte da sociedade sólidos do séc. 20, blocos de pensamento voltados para as pessoas da modernidade, trouxe consigo a fluidez do líquido eliminando barreiras, religião,assumindo formas , assumindo certezas, ignorando divisões e barreiras diluindo certezas religiosas, crenças e práticas. Séc.21 século de esperança e expectativas Somos interregno, ou seja nem uma coisa nem outra.   A fluidez do líquido está em constante mudança. Estamos nos afogando em informações. Orgia do consumismo saímos da sociedade industrial, estamos nos afogando no consumismo.
Conhecer a sociedade líquida, nos ajuda a entender o comportamento dessa garotada que faz parte dessa sociedade líquida, onde tudo é passageiro.

Conhecendo sobre "texto" para nos preparar para a leitura eficiente.

Caros Colegas!
A palavra "texto" vem de "tecido. Segundo Celso Antunes "o texto é um tecido de palavras que formam frases, frases que se entrelaçam em ideias. Se quisermos conhecer as características e a qualidade do tecido temos que desfazê-lo. Obviamente não é diferente o que se necessita fazer com um texto". (Antunes, 1996 p.30).
O autor aconselha a descobrir a ideia central ou principal, ele chama de ideia mãe do texto.  Ao descobrir essa ideia, outras ideias que "costura" a ela, com isso o texto vai se descompondo um texto.
 Em fim não devemos ler por ler, e sim procurar saber o que estamos lendo. Ler por ler, assim não aprende. O presente texto me fez enxergar o quanto saber ler, indagar, anotar a partir da ideia principal facilita no aprendizado, ainda mais quando temos muitos textos no curso para descosturarmos.


Referencia:
Antunes, Celso, A grande jogada: Manual Construtivista de como estudar/ Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.




quinta-feira, 13 de julho de 2017

Preparação para a esperada "hora" do soninho

     Recentemente fui designada pela Diretora da minha escola auxiliar no horário de descanso do Jardim Integral. Caros colegas! Como sabem o início não é fácil a adaptação. Fazia de tudo que imaginava ser bom para que tivessem um bom momento de descanso e conseguissem relaxarem e dormir em tranquilo, embora sabemos que obviamente teremos uns e outros que não conseguem relaxar e dormir.
     Sendo assim, fui pesquisar sobre como preparar as  para esse momento de descanso e o que influencia a falta do sono. A psicóloga Cristina Maria de Oliveira Magalhães, aperfeiçoada em Psicanálise Lacaniana e Especialização em Adolescência na Contemporaneidade, avalia que a falta de sono e o excesso dele pode ser preocupante e que em ambos os casos o professor pode interagir perguntando ao aluno a sua possível causa.
     Caros colegas! Porém onde gostaria de chegar nessa pesquisa é como poderia preparar bem a sala e o ambiente do sono para que as crianças finalmente conseguissem por quê não relaxar? E Cristina Maria da algumas dicas interessantes como: "ambiente confortável, silencioso e escuro. Também não se deve realizar outra atividade no ambiente de dormir como assistir televisão, exercício da escola, comer, entre outros " (p14 - 15 2013) Ambiente saudável e atividades físicas também são importantes, pois o sobrepeso e a obesidade representam um forte fator de risco para o desenvolvimento da apneia do sono", alerta Dr. Stefanini. E a psicóloga Cristina Maria "sugere uma espécie de preparação para o sono, com algumas etapas que visam à desaceleração para o sono, com algumas etapas que visam das atividades cotidianas.
     Em síntese, essas dicas me auxiliou muito na preparação da sala do ambiente do soninho propicio a esse momento tão especial . Hoje consigo fazer com que a maioria dos meus alunos consigam relaxar e dormir tranquilos. É claro que existem casos em que exigirá mais de mim para entender esse processo. Mas caros colegas! Isso me levará a outro tipo de pesquisa.

Referências:
Revista: Páginas Abertas ano 38nº53 ano 2013 ps 14/15.

Espaço - tempo das crianças pequenas e professores (adutos)

Caros colegas! Começo perguntando o que é docência? Nas palavras de Altino José Martins Filho, o mesmo afirma: 'É algo que se realiza por meio da interação humana, considerando que adultos e crianças são sujeitos produtores e consumidores de culturas,história e formas de socialização. Partimos da compreensão de que a realidade é uma rede complexa de relações sociais. Temos enfatizado incansavelmente essa máxima que nos desafia a pensar a docência co algo mais que ensinar coisas a crianças pequenas".
Refletindo sobre seu texto percebo que deve haver um equilíbrio nas relações sociais entre professor (adulto) e aluno (criança). Sendo que uma não deve sobrepor a outra, ou seja,atribuindo maior valor a relação dos adultos em detrimento da interação das crianças. O autor diz que; (...)"cada qual tem seu valer em si mesmo. defende que: o lugar da criança é igual ao lugar do adulto e confirmamos uma proposição da pedagogia contemporânea de que as crianças são sujeitos sociais ativo".
Vocês devem estarem se perguntando que implicação isso nos traz para o exercício d nossa docência com as crianças bem pequenas? Aqui o autor tenta explicar o adulto e a criança no centro do trabalho pedagógico. Para isso: (...) "está claro que os adultos professores são mediadores das ricas experiências das crianças em contato com a diversidade da cultura humana. Além disso, são são os responsáveis pelo processo educacional - pedagógico no espaço - tempo da escola e de Educação Infantil. O exercício da docência envolve a parceria e a participação de ambos os sujeitos: adulto professor e crianças".
Em síntese sabemos que a educação infantil e a pré - escola podem ser um lugar privilegiado para a interação do espaço - tempo de processos sociais com a interação de uma mediação, interação e integração qualificada. A proposta do autor é de que a educacional seja pedagógica no exercício de uma docência que está a todo tempo entrelaçadas aos novos acontecimentos e situações - experiências cotidianas do seu universo infantil.

Referencias:
altinojm@ig.com.br

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Educação plural?

Refletindo sobre o texto de Kuhlmann Jt, 91998) auxilia a esclarecer que no trabalho docente da  Infantil, tem-se como função o acolhimento à criança com atenção e respeito a sua faixa etária. O texto afirma também a importância de que "o ponto de partida desse movimento seja a criança e não um ensino Fundamental preexistente". O autor diz ainda que não se trata de educa p.48.


Referências:
KLHLMANN, JR. Moysés.Infância e educação Infantil; uma abordagem histórica. Porto Alegre. Mediação.1998.

PPP (projeto político-pedagógico)

Colegas!  De  acordo com  o que aprendemos durante o semestre sobre o Projeto Político -Pedagógico (PPP) e o conhecimento prévio que temos sobre o prezado tema. Ou seja,uma construção coletiva a partir de demandas reais  apontadas por professores, alunos pais, diretores e comunidade em geral. Nesse processo, a escola constrói autonomia, ganha segurança para alcançar seus objetivos e para enfrentar  os desafios postos pela sociedade.
Podemos recordar o que representa o Projeto Político Pedagógico o (PPP) é um documento que traduz os princípios, as concepções  e os eixos norteadores que orientam a ação educativa nas escolas da Rede Pública Municipal de Ensino. Esse documento se reveste de um valor ímpar, considerando - se que ele é uma das possibilidades de assegurar a identidade educacional de  uma rede de ensino, a
qual se expressa a partir da garantia de um eixo balizador comum que orienta os fazeres cotidianos em termos de pressupostos técnico - metodológicos que são comuns a esta Rede. É o norteador das práticas de gestão, do processo democrático, a partir do amplo debate conceitual, através da prática de gestão, do processo democrático, a partir do amplo debate conceitual através da práticapee dalógica e comprometida no âmbito da Secretária da Educação, colabora para que as ações e políticas desenvolvidas tenham seu cunho político pedagógico.             

Referencias:
Gadotti, Moacir escola cidadã. 10ºed. São Paulo. Cortez 2004
Paro,  Vitor Henrique Administração escolar introdução crítica. São paul. Cortez 2005.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Religião na escola

Caros colegas! Meus dias na escola foi sempre ligada a religião, gostava muito. Para mim escola e religião caminhavam juntos. Pois a mim só me enriqueceu pois aprendi princípios que me ajudaram muito a formar minha personalidade.
Hoje sinto falta disso nas escolas devido ao sincretismo religioso. por conta disso resolvi pesquisar sobre o tema.
Começarei falando sobre a laicidade. O termo laicidade deriva de laico que segundo definição do OLE, provém do grego laikós, cujo significado é povo. Quando o termo laico é usado como adjetivo atribuido ao Estado (Estado laico)


Para entender o sentido do termo laicidade é necessário entender o seu sentido Histórico. Foi assim que compreendi a importância de sermos um estado laico e o sincretismo religioso.
" (...) Laicidade é a qualidade do que é laico. Consiste no princípio de que uma instituição assume posição de autonomia em relação à questão religiosa. A laicidade é entendida como a expressão do que é secular, em oposição ao sagrado. Porém, não acarreta nenhum sentimento de aversão ou antagonismo em relação à religião. Segundo o Dicionário  Enciclopédico das Religiões a define como a tendência do homem a conseguir, com respeito à esfera religiosa uma autonomia na realização de suas atividades (econômicas, sociais, políticas e culturais) que gozam de fins  e métodos próprios". (Porto &SCHELESINGER, 1995, p. 2331).
E assim Daniel Antunes nos passa a ideia de que: quando se atribui ao Estado a qualidade de laico, o que está em jogo é o desejo de que ele se abstenha de favorecer a um credo em  particular, sustentando, em contrapartida, a liberdade de crença, de culto e de consciência, incluindo a liberdade de não crença. Isto porque Estado laico e Estado  ateu são duas formas diferentes de um Estado lidar com a questão religiosa em seu território. Existe uma terceira forma, que é o Estado confessional. Este estado não é laico, visto que, reconhece como oficial uma religião ou credo, privilegiando-a em assuntos e serviços do Estado. Neste caso caro colegas, contudo o Estado não será portanto laico e assume um ou outro extremo. Deu para perceber? Não podemos banir das escolas as regiões, para contemplar uma pessoa que é ateu ou vice ve Bíblias ou quando o candomblé deseja apresentar algo no dia da consciência Negra e outras demais religiões, Porém acredito que as escolas ainda está longe de saber lidar com essa situação, assim como saber lidar com a inclusão e outros... Uma vez que o nosso Estado é laico. Não se deve torcer o nariz quando algumas instituições religiosas vão distribuir Bíblias ou quando o candomblé deseja apresentar algo no dia da consciência Negra e outras demais religiões. Sem intolerância ou incompreensão. Isso de forma alguma quer dizer que deve ser feito proselitismo nas escolas, o contrário deve se dar espaço para o dialogo e a compreensão.
Resumirei nas palavras do educador e físico Luis Carlos de Meneses. com relação a nossa convicções e opiniões pessoais diversas. Sabemos colegas que estas não devem sobrepor  aos conteúdos que o docente tem a obrigação de repassar a nossos alunos, isso deve ficar bem claro. Ele continua dizendo que "Numa sociedade democrática, é do interesse de todos defender o direito de escolha de cada um, respeitando a liberdade. Por isso, na escola, toda forma de discriminação deve ser explicitamente combatida. Por isso , a boa escola deve ser, necessariamente, um espaço plural em termos de pensamentos e manifestações".
Em suma na escola não deve haver espaço para discriminar seus alunos ateus ou de outras religiões, respeitando a diversidade de credos e orientações. A escola e principalmente as que já de alguma forma fiz parte. Ainda tem muito que melhorar, aprofundar mais neste conceito para que não haja espaço para qualquer tipo de preconceito e discriminação.


Referências:
OLE - Observatório da Laicidade do Estado. Núcleo de Políticas Públicas em Direitos Humanos.
Ceintro de Filosofia e Ciências Humanas, UFRJ. Disponível em: http://wwwnepp-dh.ufrj.br/ole acesso em 28/06/217
novaescola.org.br 2012 p.106 acessada 25/06/2017 
danielantunesataides@yahoo.com.br acessado em 20/062017

Agessividade da criança

Caros colegas! Ao participar de um Curso de formação de auxiliar de educação tendo como tema   agressividade. Foi muito citado pela um autor que fala muito sobre torre de bloco seu nome é Winnicot, para ele essas torres de blocos  algo que a criança usa para construir e desconstruir. Ele afirma que é necessário que o adulto entenda, aceite e valorize que a criança necessita derrubar a torre de bloco para que vloriaze a própria capacidade de construir torres de blocos.
Criança que com atos agressivos cruéis, de forma constante - apresentam déficits de atenção nas atividades lúdicas, nas experiências com.
Devemos procurar dar um sentido para aquele sentimento bom, sinta bem e trate bem os outros. Um olhar diferente da criança para que ela ganhe carinho. A criança não  é má, seu comportamento é o reflexo e tem a ver com situações em que vive pelos pais pelos executores de modelo sócio educativas ou qualquer pessoa encarregada de tratar deles, trata - los ou protegê-los .