
Caros colegas! Resolvi escrever um pouco sobre as minhas reflexões envolvendo as atividade da interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação que estamos estudando neste semestre do eixo VII, espero poder auxilia-los de alguma forma com meus questionamentos sobre a nossa formação com as novas tecnologias digitais. Uma vez que muitas lacunas neste sentido precisam ainda serem preenchidas.
A inovação
pedagógica é como se faz uso das tecnologias a própria imagem acima mostra bem isso. Bem como, aprendemos nas
atividades da linha do tempo na interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Não obstante, vimos que não envolve somente as
tecnologias digitais como recursos, ou, ferramenta de apoio ao processo de
ensino-aprendizagem. Isto é, começa desde o giz, caderno, lápis vindo até as
tecnologias digitais que está em voga no momento.
Se tivermos domínio
dessas tecnologias e soubermos utilizar os recursos de forma critica
coletivamente ou não. Isto significa conhecer as potencialidades e limitações
dessas inovações pedagógicas e tecnológicas (como por exemplo, a internet).
Isso, requer uma ruptura pragmática e não apenas como diz o texto à inclusão de
novidades, inclusive as tecnológicas. Promovendo mudanças, no sentido que
envolve uma alteração na forma de entender o conhecimento. Com isso criar novas
metodologias e alternativas para promover a aprendizagem. Proporcionando meios
de cativar, incentivar o aluno com a fascinante aventura que é o saber. Levando
o aluno que é o foco da Pedagogia a uma aprendizagem significativa.
Em minhas reflexões sobre o texto escolhido neste tópico me
tocou muito o modo como foi abordado o conceito de inovação pedagógica. Assim
como as atividades da linha do tempo. Os questionamentos nessa pesquisa e
análise das experiências inovadoras me transportou no inicio da minha docência e
quando por motivo que não convém neste momento mencionar. Tive que parar com
tudo, ou melhor, de estudar e trabalhar. Quando tive que retornar ao trabalho como
professora foi um desastre. Via meus colegas trazendo filmes para as aulas,
muitos recursos diferentes. Isso me fez voltar para a faculdade me interar das
novas propostas pedagógicas para acompanhar esses jovens que naquele momento estava
há anos luz na minha frente com relação às ferramentas digitais.
Por que estou dizendo isso? No inicio do texto me chamou a
atenção quando a universidade na perspectiva de fazer rupturas com a
racionalidade técnica, têm sido objeto de inovação, ultrapassando a perspectiva
dicotômica da modernidade.
Acredito que a universidade
cumpre seu papel de acompanhar a evolução das tecnologias para então, aplicar
nas inovações pedagógicas. Ou seja, a regulamentação exige isso como o próprio
texto diz que para ser autônoma não pode ficar para trás na alienação. O que
iria acontecer comigo se eu não corresse atrás para buscar uma formação
continuada a fim de me inteirar dessa nova inovação pedagógica. Dessa forma, a pós-modernidade
liquida de Zygmunt Bauman (2003) é evolutiva.
O sistema vigente ou como diz o texto à regulamentação leva a academia a acompanhar essas mudanças. Sobretudo, automaticamente nós enquanto acadêmicos também acompanhamos essas mudanças junto à faculdade. Hoje, nos vemos envolvidos por um palco de imagens, de comunicação rápida. Que antes não era bem assim.
Depois da informática presenciei a questão de usar ou não o computador na escola. Depois veio a produção de software educacionais, as metodologias, a nterinet a formação dos professores (junto com essa formação veio a EAD) .
Essas novas tecnologias em alguns momentos faz um contraste entre o que se aprende na faculdade e o que se vê na pratica ainda como: o professor utilizando o giz e o quadro verde. Ainda não estamos preparados para abandonar totalmente o giz e o aluno também não está preparado para acompanhar essa mudança.
Sabemos que é delegada ao professor coordenar, organizar e gerenciar o processo de ensino-aprendizagem. Devemos aproveitar este momento em que estamos tendo a oportunidade de discutir sobre estas novas tecnologias nesta interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Onde, o professor Daniel nos possibilita fazermos algumas discussão nos fóruns. Por exemplo, fazer uma discussão critica destas tecnologias. E nos faz refletir onde nós enquanto professores usamos estas inovações pedagógicas e tecnológicas de forma adequada e contextualizada? São muitas lacunas que no decorrer do semestre espero serem preenchidas.
O sistema vigente ou como diz o texto à regulamentação leva a academia a acompanhar essas mudanças. Sobretudo, automaticamente nós enquanto acadêmicos também acompanhamos essas mudanças junto à faculdade. Hoje, nos vemos envolvidos por um palco de imagens, de comunicação rápida. Que antes não era bem assim.
Depois da informática presenciei a questão de usar ou não o computador na escola. Depois veio a produção de software educacionais, as metodologias, a nterinet a formação dos professores (junto com essa formação veio a EAD) .
Essas novas tecnologias em alguns momentos faz um contraste entre o que se aprende na faculdade e o que se vê na pratica ainda como: o professor utilizando o giz e o quadro verde. Ainda não estamos preparados para abandonar totalmente o giz e o aluno também não está preparado para acompanhar essa mudança.
Sabemos que é delegada ao professor coordenar, organizar e gerenciar o processo de ensino-aprendizagem. Devemos aproveitar este momento em que estamos tendo a oportunidade de discutir sobre estas novas tecnologias nesta interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Onde, o professor Daniel nos possibilita fazermos algumas discussão nos fóruns. Por exemplo, fazer uma discussão critica destas tecnologias. E nos faz refletir onde nós enquanto professores usamos estas inovações pedagógicas e tecnológicas de forma adequada e contextualizada? São muitas lacunas que no decorrer do semestre espero serem preenchidas.
Referência bibliográfica:
Bauman, Zygmunt. Modernidade Líquida.
Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 258p.
Cunha, Maria Isabel. Renovação pedagógica e a Reconfiguração de
saberes no ensinar e no aprender na universidade.

