quinta-feira, 26 de abril de 2018

Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação/Inovação Pedagógica












Caros colegas! Resolvi escrever um pouco sobre as minhas reflexões envolvendo as atividade da interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação que estamos estudando neste semestre do eixo VII, espero poder auxilia-los de alguma forma com meus questionamentos sobre a nossa formação com as novas tecnologias digitais. Uma vez que muitas lacunas neste sentido precisam ainda serem  preenchidas.
        A inovação pedagógica é como se faz uso das tecnologias a própria imagem acima mostra bem isso. Bem como, aprendemos nas atividades da linha do tempo na interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Não obstante, vimos que não envolve somente as tecnologias digitais como recursos, ou, ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem. Isto é, começa desde o giz, caderno, lápis vindo até as tecnologias digitais que está em voga no momento.

Se tivermos domínio dessas tecnologias e soubermos utilizar os recursos de forma critica coletivamente ou não. Isto significa conhecer as potencialidades e limitações dessas inovações pedagógicas e tecnológicas (como por exemplo, a internet). Isso, requer uma ruptura pragmática e não apenas como diz o texto à inclusão de novidades, inclusive as tecnológicas. Promovendo mudanças, no sentido que envolve uma alteração na forma de entender o conhecimento. Com isso criar novas metodologias e alternativas para promover a aprendizagem. Proporcionando meios de cativar, incentivar o aluno com a fascinante aventura que é o saber. Levando o aluno que é o foco da Pedagogia a uma aprendizagem significativa.
        Em minhas reflexões sobre o texto escolhido neste tópico me tocou muito o modo como foi abordado o conceito de inovação pedagógica. Assim como as atividades da linha do tempo. Os questionamentos nessa pesquisa e análise das experiências inovadoras me transportou no inicio da minha docência e quando por motivo que não convém neste momento mencionar. Tive que parar com tudo, ou melhor, de estudar e trabalhar. Quando tive que retornar ao trabalho como professora foi um desastre. Via meus colegas trazendo filmes para as aulas, muitos recursos diferentes. Isso me fez voltar para a faculdade me interar das novas propostas pedagógicas para acompanhar esses jovens que naquele momento estava há anos luz na minha frente com relação às ferramentas digitais.
Por que estou dizendo isso? No inicio do texto me chamou a atenção quando a universidade na perspectiva de fazer rupturas com a racionalidade técnica, têm sido objeto de inovação, ultrapassando a perspectiva dicotômica da modernidade.
Acredito que a universidade cumpre seu papel de acompanhar a evolução das tecnologias para então, aplicar nas inovações pedagógicas. Ou seja, a regulamentação exige isso como o próprio texto diz que para ser autônoma não pode ficar para trás na alienação. O que iria acontecer comigo se eu não corresse atrás para buscar uma formação continuada a fim de me inteirar dessa nova inovação pedagógica. Dessa forma, a pós-modernidade liquida de Zygmunt Bauman (2003) é evolutiva.
O sistema vigente ou como diz o texto à regulamentação leva a academia a acompanhar essas mudanças. Sobretudo, automaticamente nós enquanto acadêmicos também acompanhamos essas mudanças junto à faculdade. Hoje, nos vemos envolvidos por um palco de imagens, de comunicação rápida. Que antes não era bem assim.
Depois da informática presenciei a questão de usar ou não o computador na escola. Depois veio a produção de software educacionais, as metodologias, a nterinet a formação dos professores (junto com essa formação veio a EAD) .  
Essas novas tecnologias em alguns momentos faz um contraste entre o que se aprende na faculdade e o que se vê na pratica ainda como: o professor utilizando o giz e o quadro verde. Ainda não estamos preparados para abandonar totalmente o giz  e o aluno também não está preparado para acompanhar essa mudança.
Sabemos que é delegada ao professor coordenar, organizar e gerenciar o processo de ensino-aprendizagem. Devemos aproveitar este momento em que estamos tendo a oportunidade de discutir sobre estas novas tecnologias nesta interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e da Informação. Onde, o professor Daniel nos possibilita fazermos algumas discussão nos fóruns. Por exemplo, fazer uma discussão critica destas tecnologias. E nos faz refletir onde nós enquanto professores usamos estas inovações pedagógicas e tecnológicas de forma adequada e contextualizada? São muitas lacunas que no decorrer do semestre espero serem preenchidas.

Referência bibliográfica:
Bauman, Zygmunt. Modernidade Líquida. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2003. 258p.
Cunha, Maria Isabel. Renovação pedagógica e a Reconfiguração de saberes no ensinar e no aprender na universidade.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Tema de casa

Caros colegas!
Como nos foi passado pela professora Rosane Aragão. Precisamos aprender, ou seja nos aprofundar em  aluns conceitos como; Epistemologia , aprendizagem e conhecimento. Como professoras temos a obrigação de saber bem estes conceitos para melhorar nossa pratica de ensino.
Epistemologia são modelos pedagógicos que nos fazem pensar o qual estamos seguido e nos ensina o melhor modelo pedagógico a seguir a fim de sermos bem sucedido em nossa profissão

Aprendizagem e conhecimento -  Nas graduações de Educação, são comuns a existência de disciplinas que abordam as Teorias de Aprendizagem.  Levando em consideração que os indivíduos aprendem de forma diferente, sendo assim uma única estratégia pode não atingir a todos os educandos.
Dessa forma, o presente  texto do resumo de André Luis Silva da Silva visa argumentar sobre alguns pontos importantes das Teorias da Aprendizagem segundo Piaget, Vigstik e Wallon.
 
  • De acordo com Piaget, as crianças possuem um papel ativo na construção de seu conhecimento, de modo que o termo construtivismo ganha muito destaque em seu trabalho.
  • O desenvolvimento cognitivo, que é a base da aprendizagem, se dá por assimilação e acomodação.
  • Quando na assimilação, a mente não se modifica.
  • Quando a pessoa não consegue assimilar determinada situação, podem ocorrer dois processos: a mente desiste ou se modifica.
  • Se modificar, ocorre então a acomodação, levando a construção de novos esquemas de assimilação e resultando no processo de desenvolvimento cognitivo.
  • Somente poderá ocorrer a aprendizagem quando o esquema de assimilação sofre acomodação.
  • O que fazer então par provocar o processo de acomodação? Para modificar os esquemas de assimilação é necessário propor atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas nos alunos.
  • De acordo com Piaget, apenas a acomodação vai promover a descoberta e posteriormente a construção do conhecimento.
  • O conhecimento real e concreto é construído através de experiências.
  • Aprender é uma interpretação pessoal do mundo, ou seja, é uma atividade individualizada, um processo ativo no qual o significado é desenvolvido com base em experiências.
  • O papel do professor é então aquele de criar situações compatíveis com o nível de desenvolvimento cognitivo do aluno, em atividades que possam desafiar os alunos.
  • De acordo com Piaget, o desenvolvimento cognitivo das crianças ocorre em quatro fases: 1° SENSÓRIO-MOTOR (até os 2 anos), 2° PRÉ-OPERACIONAL (dos 3 aos 7 anos), 3° OPERATÓRIO CONCRETO (dos 8 aos 11 anos) e 4° OPERATÓRIO FORMAL (a partir dos 12 anos).
  • O professor deve provocar o desequilíbrio na mente do aluno para que ele, buscando então o reequilíbrio, tenha a oportunidade de agir e interagir.
  • Quando houver situações que gere grande desequilíbrio mental, o professor dever adotar passos intermediários para adequá-los às estruturas mentais da fase de desenvolvimento do aluno.
  • O aluno, dessa forma, exerce um papel ativo e constrói seu conhecimento, sob orientação constante do professor.
  • O professor deve propor atividades que possibilitem ao aluno a busca pessoal de informações, a proposição de soluções, o confronto com as de seus colegas, a defesa destas e a permanente discussão.
  • O conhecimento é construído por informações advindas da interação com o ambiente, tocando esta teoria com aquela proposta por Vygotsky, na medida em que o conhecimento não é concebido apenas como sendo descoberto espontaneamente, nem transmitido de forma mecânica pelo meio exterior. A imagema baixo o mapa conceitual nos lembra as teorias aprendizagem de três grandes teóricos da educação. O professor André luis Silva da Silva faz mensão de cada um deles, como já vimos Piaget anteriormente.
   

  • Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo do aluno se dá por meio da interação social, ou seja, de sua interação com outros indivíduos e com o meio.
  • Para substancialidade, no mínimo duas pessoas devem estar envolvidas ativamente trocando experiência e idéias.
  • A interação entre os indivíduos possibilita a geração de novas experiências e conhecimento.
  • A aprendizagem é uma experiência social, mediada pela utilização de instrumentos e signos, de acordo com os conceitos utilizados pelo próprio autor.
  • Um signo, dessa forma, seria algo que significaria alguma coisa para o indivíduo, como a linguagem falada e a escrita.
  • A aprendizagem é uma experiência social, a qual é mediada pela interação entre a linguagem e a ação.
  • Para ocorrer a aprendizagem, a interação social deve acontecer dentro da zona de desenvolvimento proximal (ZDP), que seria a distância existente entre aquilo que o sujeito já sabe, seu conhecimento real, e aquilo que o sujeito possui potencialidade para aprender, seu conhecimento potencial.
  • Dessa forma, a aprendizagem ocorre no intervalo da ZDP, onde o conhecimento real é aquele que o sujeito é capaz de aplicar sozinho, e o potencial é aquele que ele necessita do auxílio de outros para aplicar.
  • O professor deve mediar a aprendizagem utilizando estratégias que levem o aluno a tornar-se independente e estimule o conhecimento potencial, de modo a criar uma nova ZDP a todo momento.
  • O professor pode fazer isso estimulando o trabalho com grupos e utilizando técnicas para motivar, facilitar a aprendizagem e diminuir a sensação de solidão do aluno.
  • Mas este professor também deve estar atento para permitir que este aluno construa seu conhecimento em grupo com participação ativa e a cooperação de todos os envolvidos
  • Sua orientação deve possibilitar a criação de ambientes de participação, colaboração e constantes desafios.
  • Essa teoria mostra-se adequada para atividades colaborativas e troca de ideias, como os modelos atuais de fóruns e chats.
  •  Janieri Silva explica a teoria da aprendizagem  de Wallon dizendo: Já para Wallon o desenvolvimento se dá também em estágios mas que são diferentes da Teoria Piagetiana.  wallon além de dar importância ao corpo da criança e a maturação biológica, considera importantíssima a emoção sendo a mesma fator principal em sua teoria, a observação é o método primordial, é a tentativa de entender o processo de desenvolvimento da criança e a sua relação com o meio em que vive, levando em conta os aspectos culturais, familiar e sociais . 
  • A emoção, antes da linguagem, é o meio utilizado pelo recém–nascido para estabelecer uma relação com o mundo humano. Gradativamente, os movimentos de expressão, primeiramente fisiológica, evoluem até se tornarem comportamentos afetivos mais complexos, nos quais a emoção, aos poucos, cede terreno aos sentimentos e depois às atividades intelectuais.” (Dourado; PRADINI, 2001 P. 5).                          
  •  Para Wallon, a aprendizagem está relacionada com o desenvolvimento da individualidade como unidade afetiva e cognitiva dos sujeitos. O estudo do desenvolvimento humano deve ser feito na sucessão das etapas e dos conflitos no decorrer da vida, sendo a linguagem e a cultura que fornecem ao pensamento as ferramentas para a sua evolução; a sua interação com o mundo biológico não depende apenas do seu amadurecimento intelectual, mas de habilidades mais complexas para interagir com a cultura existente entre o sujeito e seu meio.
Refeência:
MOREIRA, Marco Antônio; Teorias de Aprendizagens, EPU, São Paulo, 1995.

Disponível/emhttps://www.infoescola.com/autor/andre-luis-silva-da-silva/2168/Acessado em 25/05/2018.
pbr.images.search.yahoo.com/search/images p=imagem+aprendizagempiage Acessado em 25/05/2018.
https://psicopedagogiaescolarblog.wordpress.com/2018/04/04/teoria-de-aprendizagem-de-vygotsky/ Acessado dia 25/05/2018.
http://janierisilva.blogspot.com.br/2010/12/piaget-vygotsky-e-wallon-diferencas-e.html Acessado em 25/05/2018
https://br.images.search.yahoo.com/search/images p=imagem+aprendizagempiaget&fr=mcafee&imgurl=https

sábado, 7 de abril de 2018

Novos inícios

Caros colegas!
Meus novos inícios neste semestre começou com a apresentação do Workshop do semestre passado.
Começo relatando o eixo VI em transição para o eixo VII. Uma vez que, narro o que aprendi com os conceitos comuns a todas as interdisciplina que me chamaram atenção no semestre estudado. No entanto, enfoco a relação desses aprendizados teóricos com a minha pratica dentro do meu cotidiano escolar.
O marco como acontece todo semestre e é de praste acontecer a apresentação do Workshop do eixo VI de aprendizagem.
Contudo, essa transição do Worksshop VI, significou uma carga a menos para mim. E ao mesmo tempo me preparando para um novo desafio ao desconhecido que me reerva o eixo VII. Venci uma etapa do desafio, logo  vem outo desafio para substituir este.
Traduzo o Workshop do Eixo VI em transição da seguinte forma: tratou de uma educação que não pode prescindir do deslocamento de uma aprendizagem em movimento. Sobretudo, por envolver os conceitos comuns a todas as aprendizagens, pertinentes a uma educação de qualidade e uma escola  cidadã e mais  humana.
O Workshop não é um lugar final e nem a faculdade. A instituição é um lugar em transito um palco de transformações, esta não poderá comportar sentidos unívocos. Contudo, por ser um objeto de ensino de sedução, nos prepara para novos inícios. Ou seja, novas etapas a percorrer por meio da formação continuada que deverão vir.
O Workshop é um universo de ultrapassagens em que temos a oportunidade de ultrapassar,  não aos outros, e sim, a nós mesmos. Visto que, esta é a proposta. Uma vez que, a superação e avanço levam a aprendizagem.
Em fim, a tensão, a dor, fazem parte desse processo. O nevosismo então! Sobretudo, de ser avaliado vem desde o começo do curso e percebo agora no sétimo semestre que o frio na barriga nunca acaba. Contudo, aprendemos a ter controle sobre nossas emoções.
Nesta ultrapassagem da experiência no Workshop percebi que emergem relações dinâmica e intricados nos conceitos comuns das interdisciplinas do eixo VI e o sujeito (eu) e a experiências ao demonstrar o que aprendi e o que terei que aprender no futuro.



Referência:

Matui, Jiron. Construtivismo/ Teoria construtivista sócio-histórica aplicada ao ensino.  1ª edição,  editora: Moderna. São Paulo 1995.