Meus amigos e colegas maravilhosas deste curso (Pedagogia EAD modalidade a distância). Observando os alunos do 6º ano na sala de recursos no Labim ( laboratório de informática). Fiz a seguinte reflexão quando observei seus rostinhos cheios de incertezas começando a operar as ferramentas e o uso contínuo dessa tecnologia. Um perguntava daqui o que é um E-mail e ou do outro lado quer aceitara a minha idade, e outro dizia como gravo no E-mail? Lembrei-me de quando comecei a a utilizar o Moodle. Lembrando ainda tenho muito que melhorar (risos).
Conteúdo aberto e realidade virtual. A partir do uso de ferramentas com tecnológica. Segundo Ana Lúcia Scachetti (seu endereço virtual abaixo na referência para aprofundarem mais sobre este assunto): " trabalhando na
integração da experimentação remota aos mundos virtuais, com a
utilização e integração das ferramentas , cujo objetivo é proporcionar o acesso à informação de forma
dinâmica e interativa em ambiente
virtual. Buscando, uma experiência o mais similar possível à realidade
física dos alunos, o que
também aumenta a motivação dos alunos nas tarefas de aprendizagem
virtual".
Após ler alguns artigos, reportagens sobre esse assunto, sobretudo percebo que a tecnologia por si só não muda as práticas existente. Percebo que muitas aulas se limitam a recursos simples como buscar na internete e editores de texto. A máquina como substituta do caderno e livros, dizem que não alreram o processo pedagógico. Portanto, dessa forma onde fica a inovação? Para inovar é preciso chocar, mudar. Para que o potencial tenha chance de se desenvolver. Inclusive é preciso preparar melhor nós professores, para que ousemos mais. Para tanto nós ainda temos a oportunidade. Ainda que com muito esforço operar essa tecnologia aberta do Moodlo, onde muitos professores do magisério ainda não tem esse acesso, essa oportunidade de ter um contato direto com esse tipo de recurso.
Em síntese a fim de se arriscar mais o professor deve estar mais preparado a fim de não perder de vista o rumo dos objetivos de ensino e inserir o TIC (tecnologia da informação e comunicação) na escola. Além disso o país ainda precis de acôes bem direcionadas para continuar a equipar as instituições de ensino. As escolas de acordo com o texto texto: "podem (e devem combater a exclusão digital e preparar os estudantes para esse universo). Mas esse é um beneficio muito primário". Ponderando ainda as palavras da Ana Lúcia. muitas vezes nos choca quando ela fala da inclusão digital. Hoje percebemos que ninguém deseja ser exluido dessa inclusão, na verdade. Tempos atrás quando decidi me dedicar a saúde da minha mãe vinte quatro horas, me via excluida desse meio tecnológico". Quando minha mãe faleceu,o que não vem ao caso no momento. Me ingressei na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) precisamente nesse curso da Pedagogia (modalidade a distância). Senti muita dificultade, me sentia em outro mundo, num univérso que não era meu. Estou conseguindo me achar nesse universo inovador, ainda vencendo os desafios que constantemente me aparecem. Sei que sem tais desafios não há mudança e muito menos melhorias.
Referência:
ana.scachetti@fvc.org.br acessada em 12/06/2017
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