Refletindo sobre o conjunto da obra como diz no futebol, o conjunto da obra do ensino/aprendizagem saindo da afetividade da postagem anterior. Sobretudo entrarei na questão de como se dá a aprendizagem. Uma vez que precisei me aprofundar nessa problemática para poder montar meu projeto na interdisciplina Projeto Pedagógico em Ação Espero queridos colegas, sinceramente que os ajude a refletirem sobre o quanto o cérebro modifica durante a vida, o quanto isso afeta o ensino. Me fez refletir como, nós professores podemos enriquecer o processo ensino e aprendizagem usando a contribuição da neurociência. Para tanto me reportarei a uma pesquisa científica da revista Nova escola 2012 p. 54. Onde nos faz refletir sobre a educação na aprendizagem e a plasticidade cerebral. O cérebro se modifica em contato com o meio durante a vida. (...) "A interferência do ambiente no sistema nervoso causa mudanças anatômicas e funcionais no cérebro. Assim, a quantidade de neurônios e as conexões entre eles (sinapses) mudam dependendo das experiências pelas quais se passa. Antes, aceitava-se que as sinapses formadas na infância permaneciam imutáveis pelo resto da vida, mas há indícios de que não é assim. Nos anos 1980, um estudo pioneiro do neurocientista norte-americano Michel Merzenich, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstrou que o cérebro de macacos adultos se modificava depois da amputação de um dos dedos da mão. A perda do membro provocava atrofia do dedo amputado. Porém ele observou também que essa área acabava sendo ocupada pelos neurônios responsáveis pelo movimento do dedo ao lado. Por isso Piaget diz nesse artigo da revista acima referido que: "não basta ter um meio provocativo se a pessoa não participar dele".
Por fim para nós professores seria interessante aumentar nosso conhecimento das informações científica que surgem. Para tanto é necessário não ficar inventando fórmulas, receitas, perguntando para terceiros o segredo do seu sucesso no ensino, entendo que muitas vezes sempre desejamos pegar o caminho mais rápido. Porém o caminho mais seguro ainda é a busca de embasamento científico o qual aprendi no decorrer do curso ser o segredo para sermos bem sucedidos e brilhantes e seguros em nossa carreira.
Referência:
novaescola.org.br acessado em junho de 2017.
Verdade, Antônia, a busca por conhecimento sempre é o caminho. Contudo, é importante lembrar que precisamos refletir muito sobre os novos estudos, discutir, repensar práticas, trocar ideias, tudo isso é importante para que possamos avançar.
ResponderExcluirApós ler a pesquisa, que experiências você acredita ser importante oportunizar aos alunos nas escolas e que não são ofertados na maioria das escolas?
Seguimos nas reflexões...
Abraço,
Tutora Renata Barcelos