sábado, 20 de maio de 2017

O cérebro modifica durante a vida.

Refletindo sobre o conjunto da obra como diz no futebol, o conjunto da obra do ensino/aprendizagem saindo da afetividade da postagem anterior. Sobretudo entrarei na questão de como se dá a aprendizagem. Uma vez que precisei me aprofundar nessa problemática para poder montar meu projeto na interdisciplina Projeto Pedagógico em Ação Espero queridos colegas, sinceramente que os ajude a refletirem sobre o quanto o cérebro modifica durante a  vida, o quanto isso afeta o ensino. Me fez refletir como, nós professores podemos enriquecer o processo ensino e aprendizagem usando a contribuição da neurociência. Para tanto me reportarei a uma pesquisa científica da revista Nova escola 2012 p. 54.     Onde nos faz refletir sobre a educação na aprendizagem e a  plasticidade cerebral. O cérebro se modifica em contato com o meio durante a vida. (...) "A interferência do ambiente no sistema nervoso causa mudanças anatômicas  e funcionais no cérebro. Assim, a quantidade de neurônios e as conexões entre eles (sinapses) mudam dependendo das experiências pelas quais se passa. Antes, aceitava-se que as sinapses formadas na infância permaneciam imutáveis pelo resto da vida, mas há indícios de que não é assim. Nos anos 1980, um estudo pioneiro do neurocientista norte-americano Michel Merzenich, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstrou que o cérebro de macacos adultos se modificava depois da amputação de um dos dedos da mão. A perda do membro provocava atrofia do dedo amputado. Porém ele observou também que essa área acabava sendo ocupada pelos neurônios responsáveis pelo movimento do dedo ao lado. Por isso Piaget diz nesse artigo da revista acima referido que: "não basta ter um  meio provocativo se a pessoa não participar dele".
 Por fim para nós professores seria interessante aumentar nosso conhecimento das informações científica que surgem. Para tanto é necessário não ficar inventando fórmulas, receitas, perguntando para terceiros o segredo do seu sucesso no ensino, entendo que muitas vezes sempre desejamos pegar o caminho mais rápido. Porém o caminho mais seguro ainda é a busca de embasamento científico o qual aprendi no decorrer do curso ser o segredo para sermos bem sucedidos e brilhantes e seguros em nossa carreira.

Referência:
novaescola.org.br acessado em junho de 2017.


Emoção ou afetividade?

Caros colegas! Estava pensando justamente isso, ou seja, em como consigo tocar emocionalmente meu aluno a ponto de faze-lo gostar de estar na escola e procurando por meios teorizados por  Piaget. Encontrei uma reflexão de Lino de Macedo na revista (Nova escola p. 51), onde me esclareceu um pouco sobre o que  estou tentando passar para vocês.
Como nós queremos influenciar positivamente nossos alunos, Devemos criar um elo afetivo (ou emocional) muito grande com nossos alunos.
Hoje por ser sábado o dia letivo foi diferente, contudo a escola fez uma homenagem muito linda para as mães dos alunos envolvendo o máximo de aluno possível nessa atividade. A emoção (ou afetividade psicologicamente dizendo) foi imensa a começar pela decoração todos se empenharam muito bem para que tudo acontecesse a contento em especial para as Mães, que no momento eram as homenageadas.
A emoção se encontrava em todos aos alunos que estavam apresentando no palco , os que assistiam, das mães que foram tocadas com as poesias, apresentações, letras comovente de músicas voltadas para as mães, as professoras, pois os homens (professores) não se encontravam presente nesse momento.
Em síntese, no sentido de escola (que simboliza alegria) nesse momento fez jus ao significado do seu nome. A emoção estava em todo o lugar, a presença das mães foi mais que  o esperado. Dessa forma percebi o sentido de emoção e alegria. Essas foram lá hoje em busca dessa alegria e emoção, seus filhos lá estavam com muito brilho nos olhos, os professore se esforçaram dando o melhor de si para que a emoção realmente estivesse presente nesse momento.
Por fim todo empenho foram feito para que tudo saísse a contento e atingíssemos ponto máximo da emoção! Me pergunto por que não poderia ser sempre assim, ou seja, a escola como um todo se empenhando para que pudéssemos todos os dias desfrutarmos de uma escola mais feliz e mais criativa onde o seu publico alvo (aluno) se sentisse parte dela e carecesse de ali estar. Em busca de algo que preenchesse fortemente o vazio do seu coração e se empoderasse dessa emoção que os psicólogos chamam de afetividade.

Referência:
novaescola.org.br acessado em junho de 2017.