segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Gratidão



Hoje resolvi escrever sobre a gratidão, pois a tempos atrás li em um jornal sobre uma pesquisa de três palavras que as pessoas menos dizem umas as outras. Espero que não julguem este texto sem valor por não me lembrar da fonte de onde li sobre a pesquisa.
A pesquisa colocou três palavras: te amo, me perdoe e obrigada, adivinham quem disparou na frente? Sinto dizer mais não foi eu te amo, essa palavra é tão romântica e carinhosa que os casais vivem falando um para outro, nos momentos carinhosos os pais falam para seus filhos e vice versa. Perdoe-me não é tão comum se não, não haveria tantos divórcios, mais ainda não é essa. Acertou quem apostou na palavra obrigada (o), segundo a pesquisa as pessoas não tem mais o hábito de agradecer uns aos outros, pois não somos uma ilha constantemente recebemos favores, gestos de carinho e amor e esquecemos naquele momento e depois de agradecer por tal gentileza.
Lembrei me da parábola que creio todos devem se lembrar dos Dez Leprosos, onde em Lucas e Mateus da Bíblia relatam muito bem que: “O Salvador ia passando e a multidão o acompanhava, Ele deixou o povo e foi ao encontro dos Dez Leprosos que naquele momento eram discriminados pelas pessoas e ficavam só de longe acompanhando o Salvador. E o mestre encheu-se de intima compaixão como diz em Mateus que foi até eles (os Dez Leprosos), e curou um por um. Aqueles que conhecem essa parábola sabem que, dos Dez apenas um voltou para agradecer. Não foram Dez que foram curados, o Salvador perguntou cadê os nove?
Assim acontece conosco constantemente recebemos gestos de gentileza, e pensamos tal pessoa não faz mais que a sua obrigação e deixamos de agradecer e penso que até alguns cavalheiros deixam de ser “cavalheiros” por não receberem um muito obrigado da “dama”, assim acontece constantemente. Se não nos policiarmos ensinarmos as palavrinhas mágicas a nossos filhos, sobrinhos e alunos a cultura da gratidão vai se perder cada vez mais, correndo o risco de ser eliminada de vez do nosso vocabulário.
Como não quero falhar com vocês caros colegas desde já agradeço a todos que direta e indiretamente me auxiliaram durante o curso isso vale para os tutores, professores e coordenadores do curso, que as vezes nos ajudam só com um belo sorriso e uma simples palavra levanta o nosso astral, as vezes não precisa de muita coisa para ajudarmos alguém. Por isso sou grata a todos vocês. Beijo gd.

Mudança
Pela 10º vez vou mudar de residência, as vezes me pergunto o que estou aprendendo com tudo isso. Toda ruptura não é fácil, gera insegurança no início.
O ensino desde o Império passou por muitas mudanças, o que resultou em avanços pedagógicos. Porém a Ditadura deixou marcas profundas que até o momento, a escola ainda se vê refém, como por exemplo, o ensino lúdico, o aprender com experimento. Onde a criança aprende de uma forma mais prazerosa. A escola ainda está atrelada a seguir normas e currículos não conseguem quebrar esse paradigma. Ainda tem aquela cultura conteudista que vê a nova metodologia de ensino como um mero passa tempo. O novo as vezes assusta e dá trabalho. Por isso a resistência em aceitar o novo.






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