quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Conhecendo um pouco você, meu Blog querido!

Caros colegas! Atualmente tenho me interessado muito por desenhos e recortes de E.V.A. A partir de então tenho feito muitas buscas na internet do buscador Google. Obtive muito sucesso entrando nos blogs sobre alfabetização com o termo “blog sobre alfabetização”, para minha surpresa encontrei muitos criados por professor/a alfabetizador/a, todos brasileiros.
Resolvi pesquisar sobre o blog, encontrei inúmeras pesquisas, mas, a que mais me chamou atenção foi esta da revista: “Presença Pedagógica, tendo como tema: Blogs sobre alfabetização: Um currículo produzido por professoras”. (pgs. 59-65). Das professoras: Gabriela Silveira Meireles e Marlucy Alves Paraíso. Esta revista com essa pesquisa me proporcionou tirar muitas duvidas e me forneceu muitas informações sobre blogs que até então não conhecia. Apliquei muitas informações sobre alfabetização na minha prática diária de educação.
Espero caros colegas que sirva de apoio pedagógico para vocês esta humilde pesquisa sobre blogs.
Nesta pesquisa é colocada que um dos fatores que podem explicar grande número de blogs educativos sobre alfabetização é a cobrança atual relativa ao tema. Como se sabe foram criadas políticas que antecipam para os seis anos de idade a entrada da criança no ensino fundamental, que passou de oito para nove anos.
Continua relatando que as professoras alfabetizadoras tem se utilizado dos blogs para criar espaços ou “vias alternativas” na divulgação de suas práticas pedagógicas e dos trabalhos por elas realizados em sala de aula. Além disso, algumas professoras alfabetizadoras que os criam e usam em suas práticas acreditam que os livros didáticos do 1º ano do ensino fundamental são insuficientes para alfabetizar as crianças. Consideram, assim, que estes podem utilizar na prática docente e no processo de alfabetização.
O argumento aqui desenvolvido é o de que nesses blogs são divulgados determinados saberes, práticas, orientações e modos de subjetivação que ao serem acionados, divulgados, disponibilizados, copiados (já que links são copiados pelas “blogueiras” e multiplicados em diferentes espaços) e até mesmo utilizados em suas práticas pedagógicas, têm como efeito a produção de um tipo de currículo para a alfabetização, criado, mantido e proposto por professoras alfabetizadoras.
As autoras ressaltam que esses saberes selecionados pelas “blogueiras” representam uma “escolha” do que se deseja ensinar, do que ajuda a alfabetizar e do que consideram  adequado para as crianças nessa etapa do ensino.
Finalizam fazendo uma reflexão sobre a virtude da facilidade DAE divulgação, da possibilidade de conectar professoras dos mais diferentes lugares e pela interatividade, que atrai e seduz, os blogs parecem favorecer a comunicação entre professoras alfabetizadoras que estão ávidas pela troca de experiências, de opiniões, de sugestões e de idéias, diante dos desafios vividos no cotidiano da escola. Isso tudo faz com que os blogs criados pela professoras alfabetizadoras, com seu currículo para a alfabetização. Exatamente por isso eles merecem nossa atenção.

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 A imagem acima mostra um professor pesquisando outros blogues de alfabetização e se sentindo agraciado com as novas descobertas.

Referências


PARAÍSO, Marlucy Alves. Política da subjetividade docente no currículo da mídia educativa brasileira. Revista Educação e Sociedade, Campinas, vol. 27. N. 94, p. 91-115, jan./abr. 3.2006.
PARAÍSO, Marlucy Alves. Cultura e mídia educativa brasileira: poder, saber e subjetivação. Argos, 2007.
REVISTA, Presença Pedagógica. Diálogo entre universidade e educação básica para formação do professor. ISSN. 1413 – 1862 set/out. 2016 v. 20 / n. 119. EDITORA DIMENSÃO.
Blogs pesquisados
Oficinaalgabetizaçao.blogspot.com.br/
Diariodaprofaglauce.blogspot.com.br

Aartedeensinar.wordpress.com
https://www.fotosearch.com.br/CSP990/k10432054/ Acessado dia 05/12/2017.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Resultado de imagem para imagem de sujeito cognitivo, emocional, biológico, espiritual,






Antropologia: Estudo do homem
A humanização passa pela Educação. Que Educação?
Que ser binário queremos formar?
Educar: nstruir, guiar, transmitir saber, conduzir para a cultura, ou seja, educar para  o exterior o que está no interior, fazer crescer além de si mesmo. É esse o conceito que temos que ter, conhecer bem nosso aluno e saber o que realmente queremos para ele. Entender bem o conceito de educação e refletir sobre onde estamos e queremos chegar é um ótmo inicio.
.Objetivo de conhecimento;
.Prática de ensino;
.Foco da demanda social;
.Multiplas metodologias;
.Desenvolvimento de recursos;
“Mas a que de fato o gesto educativo se destina”?Pessoa real concreta, em um movimento histórico, para o seu desenvolvimento.
“Os seres humanos: são atores não muito conhecidos no meio educacional”. Segundo: Afonso Lopes Kintas, filósofo da pedagogia humanizada e persolista.
Educação não só como base mas como balizamento e estímulo pessoal e social.
Pedagogia humanizada, sugere e nos instiga a indagagar “o que o ser humano é”. “O que ele não é”. “O que ele pode vir a ser e auxilia-lo em vistas do seu desenvolvimento integral.

Pensando na minha prática como monitora embora não seja diretamente a minha responsabilidade de ensinar. Vivo fazendo essas perguntas e indagações me sinto muito responsavel por essa pessoa esse sujeito com deficiência educacional especial. Lendo esse texto percebi que essa deve ser a preocupação de todo professor  ou professora comprometidos com a boa qualidade no ensino.

sábado, 14 de outubro de 2017

Paz nas escolas



Caros colegas! Em vários momentos me vi fazendo algumas indagações, quanto a regressão e comportamento de alguns alunos. Penso que no meu tempo de escola. A escola estava de portas abertas para que Deus entrasse, orávamos e fazíamos nossas preces e nela sempre pedíamos por paz. Hoje se vêem muita violência nas escolas, os alunos cada vez mais rebeldes, com pouca noção de boa conduta. Porém, com muito conhecimento de seus direitos e pouco conhecimento sobre de Deus, onde Ele não pode mais entrar. Penso que com relação a religião os princípios e os mandamentos de Deus estão se perdendo, ou melhor, se invertendo.  hoje em dia Tendo quase ou nenhum valor. Tudo em nome do sincretismo religioso. Os grandes autores de renome e os filósofos como Foucault e seu livro do cristianismo em sua crítica a religião são os grandes responsáveis por esse cenário escolar. Foucault mede as religiões a partir de alguns abusos realizados pela igreja Católica. Dessa forma as outras religiões foram medidas a partir desta. Sendo assim, não concordo com ele pois percebo que o mesmo banaliza e generaliza as religiões pelo que observei no seu livro “Foucoult e o cristianismo”. Esses registros contribuíram para a defasagem e violência que observamos nas escolas.
Em nossas preces pedíamos para que o “Pai” Celeste protegesse nossas escolas, bem como todas que faziam parte dela. Não posso dizer se era a nossa Fé, mais, a escola era mais protegida do que hoje em dia, que mesmo com toda a segurança que existe, a violência ainda é visível. Precisamos rever nossos conceitos sobre a fé e contar, com a ajuda do alto para que quem sabe a violência passa ser amenizada.