Caros Colegas! Esta semana estava muito pensativa sobre a
estatística do Brasil sobre a obesidade, me senti incluída na posição de 77º posição
no ranking da OMS. A Argentina lidera como o país mais obeso da América do Sul.
Ana Harb professora mestre e doutora, nos alerta dizendo que
a obesidade é preocupante. Fazendo uma análise sobre o seu texto percebi que a
própria Organização Mundial de Saúde (OMS), que analisa cientificamente fatos e
descobertas sobre a saúde humana na Terra, diz que a obesidade é uma doença crônica,
de difícil controle. Esta acontece pelo acúmulo anormal ou excessivo de gordura
no corpo das pessoas. E como isso provoca problemas para a saúde!
Ela nos chama a atenção e diz “não se assuste: excesso de
peso, hoje em dia, é um problema de saúde pública a ser tratado”. Alerta ainda
que a obesidade têm relação com aspectos ambientais, comportamentais,
psicossociais, endócrinos e genéticos, econômicos e culturais? Ela vem do desequilíbrio
entre a ingestão calórica (excesso de caloria e de alimentos ingeridos) e o
insuficiente gasto e energia. Além da alimentação inadequada e do sedentarismo.
(ui, esse é o meu caso quase não me sobra tempo para exercícios físicos...), a doutora
Ana chama isso de verdadeira pandemia pode também ser causada por fatores genéticos,
metabólicos e comportamentais. E, pode atingir todas as idades e classes
sociais. Em 2015 a OMS indicou que a doença afetou 700 milhões de pessoas no
mundo todo e que 2,3 bilhões de adultos terão excesso de peso. No Brasil,
segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças
Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), 50,8 da brasileira apresenta
sobrepeso (maior no sexo masculino, 54,7%), e o percentual de obesos é de
17,5%. 




Amigas não se assustem com esse artigo: mas a onda agora é
ficar de olho no consumo de alimentos e nas atividades recomendadas como:
estudar, trabalhar, praticar esportes e brincar. E cuidado com o sedentarismo
computador e o Consumo de Alimentos calóricos. Portanto, cuidem com o acúmulo de
energia na gordura corporal. Esse artigo serviu de alerta para mim, que estou
acima do meu peso. A novidade é que estou conseguindo reduzir o consumo de
alimentos calóricos do meu cardápio e já estou me sentindo bem, até o final do
semestre vou estar mais leve. Só terei agora que reservar um tempinho para os
exercícios físicos, pelo menos nos finais de semana. Como sabemos bem trabalhar
e estudar já nos dá um bom cansaço! Não é mesmo? Porém não é uma boa desculpa
para não nos exercitarmos. Beijos a todas e a todos.
Referencias Bibliográficas:
Ana Harb é professora do curso de Nutrição e de
Especialização em Nutrição da Unisinos, mestre e doutora pelo programa de
Ciências Médicas da UFRGS.