quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Obesidade



Caros Colegas! Esta semana estava muito pensativa sobre a estatística do Brasil sobre a obesidade, me senti incluída na posição de 77º posição no ranking da OMS. A Argentina lidera como o país mais obeso da América do Sul.
Ana Harb professora mestre e doutora, nos alerta dizendo que a obesidade é preocupante. Fazendo uma análise sobre o seu texto percebi que a própria Organização Mundial de Saúde (OMS), que analisa cientificamente fatos e descobertas sobre a saúde humana na Terra, diz que a obesidade é uma doença crônica, de difícil controle. Esta acontece pelo acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo das pessoas. E como isso provoca problemas para a saúde!
Ela nos chama a atenção e diz “não se assuste: excesso de peso, hoje em dia, é um problema de saúde pública a ser tratado”. Alerta ainda que a obesidade têm relação com aspectos ambientais, comportamentais, psicossociais, endócrinos e genéticos, econômicos e culturais? Ela vem do desequilíbrio entre a ingestão calórica (excesso de caloria e de alimentos ingeridos) e o insuficiente gasto e energia. Além da alimentação inadequada e do sedentarismo. (ui, esse é o meu caso quase não me sobra tempo para exercícios físicos...), a doutora Ana chama isso de verdadeira pandemia pode também ser causada por fatores genéticos, metabólicos e comportamentais. E, pode atingir todas as idades e classes sociais. Em 2015 a OMS indicou que a doença afetou 700 milhões de pessoas no mundo todo e que 2,3 bilhões de adultos terão excesso de peso. No Brasil, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), 50,8 da brasileira apresenta sobrepeso (maior no sexo masculino, 54,7%), e o percentual de obesos é de 17,5%.  
 
Amigas não se assustem com esse artigo: mas a onda agora é ficar de olho no consumo de alimentos e nas atividades recomendadas como: estudar, trabalhar, praticar esportes e brincar. E cuidado com o sedentarismo computador e o Consumo de Alimentos calóricos. Portanto, cuidem com o acúmulo de energia na gordura corporal. Esse artigo serviu de alerta para mim, que estou acima do meu peso. A novidade é que estou conseguindo reduzir o consumo de alimentos calóricos do meu cardápio e já estou me sentindo bem, até o final do semestre vou estar mais leve. Só terei agora que reservar um tempinho para os exercícios físicos, pelo menos nos finais de semana. Como sabemos bem trabalhar e estudar já nos dá um bom cansaço! Não é mesmo? Porém não é uma boa desculpa para não nos exercitarmos. Beijos a todas e a todos. 


Referencias Bibliográficas:

Ana Harb é professora do curso de Nutrição e de Especialização em Nutrição da Unisinos, mestre e doutora pelo programa de Ciências Médicas da UFRGS.